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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Adaptar-se ou adaptar?





Outro dia, escutando algumas músicas antigas, me chamou a atenção o trecho da música “ Até Quando”  do cantor “ Gabriel, O Pensador” , o trecho diz o seguinte:

“ Muda que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente!
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro   

Na mudança do presente a gente molda o futuro!”

 
Atualmente, o conceito de mudança paira sobre nossos pensamentos de forma muito intensa, tanto para aqueles que buscam sua plenitude quanto para aqueles que buscam o seu lugar na magnitude desta sociedade complexa. Conceituar a mudança se tornou algo muito pessoal, devido a grande massa de informações disponíveis em nosso cotidiano, essas informações nos proporcionam opções categóricas de pensamentos, visões e atitudes presentes no mundo todo, através disso cada dia que passa a generalização se torna muito complicada.
A relação com a temática sustentabilidade, projetada sobre os pilares da economia, sociedade e meio ambiente, nos remete ao pensamento de que para quaisquer que sejam os grupos sociais, o grau de reflexão e os traumas vivenciados, a sustentabilidade de fato está presente em todas elas, não justificando a sua não agregação devido ás diferenças.
Observamos que inúmeras ações de conscientização e grandes esforços têm sido feitos para que projetos sustentáveis sejam adaptados aos moldes da rotina social vivida atualmente e que pouco se tem feito, por parte da população, para que as mudanças ocorram de forma mútua.
A sustentabilidade não deve ser tratada de forma opcional ou secundária nas ações do dia-a-dia, para que isso ocorra há uma necessidade de agregar a temática á própria cultura de cada indivíduo não importando o grupo social pertencente.

domingo, 21 de agosto de 2011

Valor das multas de trânsito será destinado à construção de ciclovias



Débora Spitzcovsky 17 de agosto de 2011

Um dos maiores inimigos dos ciclistas, o veículo motorizado, está prestes a se tornar o responsável pela popularização das bicicletas no Brasil. Isso porque está tramitando no Congresso brasileiro um PL – Projeto de Lei que prevê a destinação de parte do valor arrecadado, mensalmente, com as multas de trânsito para a realização de ações que incentivem o uso das bikes nas cidades. Que tal?

Se aprovado, o PL 6474/09, de autoria do deputado Jaime Martins, virará Lei e obrigará as prefeituras das cidades com mais de 20 mil habitantes a utilizar 15% do montante arrecadado com as multas de trânsito para iniciativas pró-bikes, como:
– a construção de ciclovias e ciclofaixas;
– a instalação de bicicletários em espaços públicos;
– a integração das bikes ao sistema de transporte coletivo e
– a realização de campanhas educativas sobre os benefícios do uso da bicicleta.

A iniciativa receberá o nome de PBB – Projeto Bicicleta Brasil e a fiscalização do cumprimento da Lei ficará por conta da Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana, doMinistério das Cidades. Além das multas de trânsito, o projeto também poderá receber incentivo financeiro de organizações nacionais e internacionais e pessoas físicas e jurídicas interessadas em contribuir com a causa.

O PL já foi aprovado pelas Comissões de Viação e Transportes e de Desenvolvimento Urbanoe, agora, seguirá para análise das Comissões de Finanças e Tributações e Constituição, Justiça e Cidadania, para depois ser aprovado pela presidente Dilma Rousseff. E aí, você vai torcer para essa ideia virar Lei?

Leia também:
David Byrne: bicicleta é o futuro da mobilidade

Vá de bike
Estacionamento vira centro para bicicletas
A menor bicicleta elétrica do mundo
Ciclovias de Bogotá incentivam uso de bicicletas
Especial Vá de Bicicleta


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Quem participa de grupos de carona no trabalho ou na faculdade ajuda a diminuir o número de carros nas ruas (e os níveis de poluição do ar)

Estávamos nessa quarta-feira, dia 10 de Agosto, eu (@lanymiwa) e Takashi Igarashi (@tanascaixa)assistindo a aula sobre Sustentabilidade Social e Ambiental.

Nesta aula, dividimos a turma em 4 grupos, cada qual com o seu problema social para ser debatido. Os temas eram: o trânsito caótico do DF, e a poulição que isso traz; o adensamento populacional de Águas Claras, uma RA do DF, que hoje chega a ser um dos maiores canteiros de obras da América Latina; o aquecimento global e as formas de energias renováveis aplicáveis no DF; e por último a alimentação da população que leva a obesidade.

Nosso grupo pegou o problema do transporte.
Uma das melhores maneiras de diminuir o número de carros, não só aqui no DF, onde tudo é um pouco distante, mas em qualquer lugar do mundo é uma prática que já vem sendo adotada por muitas pessoas : a CARONA SOLIDÁRIA.

A meu ver, 'solidária' seria´, não só como uma caridade para com o próximo de oferecer a carona, mas principalmente a solidariedade praticada para com o meio ambiente. Vamos adotar essa idéia!



Ok... Agora levando a sério.
Aqui, vou publicar uma matéria bem legal sobre isso que li no site do Planeta Sustentável. Aproveitem!

Um a menos
VAMOS JUNTOS? Desde o ano passado, cerca de 600 funcionários do banco Santander não tiram mais o carro de casa sem antes perguntar aonde os outros 599 estão indo. No sistema de carona solidária criado pela empresa, quem quer participar se cadastra em um site, diz seu endereço e recebe uma lista de contatos de colegas que moram por perto - e que podem dar (ou receber) carona.

Uma iniciativa parecida é o site Unicaronas, que soma mais de 5 mil usuários de universidades paulistas. Ali dá para ver quem oferece o trajeto de que você precisa e checar a "reputação" dos colegas para evitar quem fura ou se atrasa muito. Já o site Caronetas, lançado em maio, gerencia projetos de caronas das empresas que se associam a ele - como o Banco do Brasil e a seguradora Mapfre.

O SEU ESQUEMA
Se a sua empresa ou faculdade não participa desses projetos, você pode criar seu próprio sistema com base em grupos de e-mail - usando o Google ou o Yahoo, por exemplo. Quem se interessa adere ao grupo e é notificado cada vez que alguém informa seu trajeto ou pede carona. O custo da viagem (combustível e pedágios) deve ser dividido entre os ocupantes do carro - e o espaço no porta-malas também. O grupo A Barca, que liga mineiros que transitam entre São Paulo e Minas Gerais, funciona desse jeito desde 2001. E, como os destinos são sempre os mesmos, já existe até uma tabela de preços determinada pelo número de pessoas envolvidas. É supersimples de organizar!

POR QUE ADERIR Cada vez que você dá carona a alguém que também tem carro (ou pega carona com essa pessoa), está contribuindo para que um veículo a menos saia à rua. Por que isso é legal? Veja só:

• Carros poluem. E poluição mata. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo divulgada neste ano concluiu que 4 mil pessoas morrem anualmente na capital paulista por problemas decorrentes da poluição do ar - 80% dela causada pelos veículos.
• Carros são caros. Uma pessoa que roda mil quilômetros por mês (em um veículo que circula por 10 quilômetros com 1 litro de gasolina) gasta mais de R$ 3 000 anuais. Isso sem contra os impostos e a manutenção.
• Carros precisam ser estacionados. E vagas de estacionamento são um item em extinção nas grandes cidades...


Então... O que acham dessa idéia??


terça-feira, 26 de julho de 2011

Brasil e Argentina defendem criar reservas para baleias

Por Gilberto Junior.


A caça de baleias é preocupante. Enquanto organizações ambientais tentam impedir a todo custos a ação de navios baleeiros, Brasil e Argentina demonstraram na reunião anual da Comissão Baleeira Internacional (CBI) interesse em criar zonas protegidas para que os mamíferos possam viver sem o risco de serem mortos. A ideia é criar uma espécie de refúgio no Atlântico Sul, que seria a terceira reserva destinada ao animal. Uma fica no Oceano Índico, criado em 1979,  e outra no Oceano Austral, desde 1994.
“A finalidade de uma reserva é fortalecer a moratória. Se um dia ela se abrir, serão conservadas grandes porções de oceanos fechadas à caça comercial”, comentou Vincent Ridoux, do comitê científico da CBI. De acordo com ele, provavelmente essa proposta não deve sair do papel ainda neste ano por conta da pressão nipônica. “Isso faz parte das coisas que os japoneses rejeitam sistematicamente”, disparou Ridoux. De fato, o país asiático representa um grande perigo para as baleias. Com a desculpa de que caça para fins científicos, o Japão mata centenas de exemplares a cada ano.
“Para nós, o mais importante é enviar um sinal político e conservar o tema na agenda do dia”, disse Marcus Paranagua, responsável da delegação brasileira. Segundo Javier Rodríguez, professor de biologia da Costa Rica e fundador da Fundação Promar, essa reserva é de extrema importância para a preservação da espécie. “Ao menos sete espécies, entre as quais encontram-se a baleia azul, a baleia jorobada, a baleia franca e o rorqual comum”, explicou Rodríguez.
“O objetivo dos países sul-americanos, apoiados pela África do Sul é desenvolver uma atividade turística sobre uma população de baleias com boa saúde”, afirma Vincent Ridoux. Um estudo apresentado na CBI em Agadir, em 2010, apontou que essa atividade tem potencial para arrecadar 3 bilhões de dólares anuais e criar 24 mil empregos no mundo.

Empresas devem mudar modo de pensar e mobilizar consumidores à sustentabilidade

Essa afirmação de  Ernesto Cavasin Neto, que lançou recentemente o livro Toneladas sobre os ombros,  ilustra bem porque o mundo enfrenta tantos desafios na redução do aquecimento global.
Diante da complexidade que envolve o desfio global de sobrevivência da humanidade, se torna cada vez mais claro a responsabilidade das empresas, no sentido de mudar o modo de pensar e agir, de forma que impulsionem seus consumidores a um mundo mais sustentável.
As empresas têm um papel importante em  mobilizar o consumidor na questão ambiental como um todo. Combater o aquecimento global significa atuar de forma coordenada na formulação de políticas públicas,  projetos de grandes emissores e ao mesmo tempo,  integrar toda a cadeia, do consumidor ao distribuidor, do vendedor ao produtor, de uma forma que todos ajam na mesma direção. Complexo, mas não impossível.
O que sua empresa tem feito nessa direção?