quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Notícia do Dia - Ajuda eficiente
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
10 tendências em sustentabilidade nas empresas
Durante anos, a pesquisa por alternativas ao plástico derivado de petróleo liderou o trabalho de especialistas por diversos caminhos. Mas, em 2010, o bioplástico atingiu mais importância na agenda das empresas. Uma subsidiária da Coca-Cola, a Odwalla, afirmou que já substitui suas embalagens de bebidas por plástico derivado de melaço e cana de açúcar e a Pepsico, com a embalagem de seu salgadinho Frito-Lay, feito a partir de um polímero de milho, são alguns dos exemplos.
Além das tendências, o relatório mede a sustentabilidade da economia norte-americana a partir de 20 indicadores, desde o nível das emissões de gases até o investimento em relatórios de sustentabilidade. Confira o estudo completo aqui.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Mercado da Construção Civil & Sustentabilidade
Algo muito certo entre os empreendedores são as responsabilidades do capital e o seu retorno financeiro tendo como produto a construção, mas:
• A fase das construções comuns, tem uma duração em média de 1 a 2 anos, e este setor consome de 45 a 75% dos recursos naturais e produz as maiores emissões de gases do efeito estufa, cerca de 60% do total que correspondente a 1,5 vezes as emissões da fase de uso e ocupação.
• Na fase de uso e ocupação das construções, são notados os maiores custos e consumo de recursos como água, energia, percepção do desempenho e conforto do ambiente, além dos custos para as manutenções, representando cerca de 80% do total do custo da construção considerando a sua vida útil. Quanto às emissões de gases de efeito estufa, esta fase, corresponde a 40% das emissões totais.
Hoje no mercado, é muito comum, utilizar as estratégias na fase de construção, através de ações simples como os destinos de resíduos e reciclagens de materiais, origem dos materiais, racionalizações, etc., que impactam diretamente no bolso e no retorno mais que imediato do capital, isto é visível e sensível.
Mas deve-se ter a sensibilização e aculturamento do empresariado e dos participantes da cadeia produtiva no investimento de obras e projetos com pegadas sustentáveis ou mesmo que busquem as certificações sustentáveis, uma vez que isto possibilita, caso a construção seja de sua operacionalização ou de uso corporativo, o retorno dos investimentos em projetos integrados, sistêmicos e com certificações, entre 3 a 4 anos, já o retorno financeiro em uso e operação da construção é superior a aplicações financeiras devido as reduções de consumos de água, energia e manutenções, ficando em torno de 2 a 3,8% ao mês.
Por outro lado se a empresa construtora somente comercializa o seu produto no mercado, deve analisar seu papel na adoção de pegadas sustentáveis como diferencial de imagem e marketing. Mas, caso o par, imagem & marketing, não seja seu objetivo imediato, terá que analisar sua responsabilidade na oferta de um produto melhor e com menos impactos ao meio ambiente, qual sua colaboração para a redução dos custos de uso e ocupação, para que seus clientes e o meio ambiente não tenham que arcar com este ônus, além do fato dos recursos naturais utilizados nas suas construções serem finitos.
Portanto esta ação de tornar as construções com maiores pegadas sustentáveis depende da decisão e participação dos empresários e empreendedores, pois, os clientes e compradores, em quase toda a sua totalidade, desconhecem ou são inconscientes destes impactos, são somente usuários, não são da área da construção e sabem tão somente que estão adquirindo um bem durável e entendem a construção simplesmente como o seu lar, o seu escritório, o seu edifício, a sua morada, e não possuem os comparativos de custos entre uma construção com concepções sustentáveis e as construções comuns. De modo lúdico, trata-se de brincar de esconde-esconde, quando se tem o conhecimento dos diferenciais de projetos bem resolvidos e seu usuário não enxerga os custos e consumos elevados que estarão diluídos durante todo o ciclo de vida da construção.
Mas todo este encargo de tornar as construções melhores não recai somente nas empresas e empreendedores atuantes no mercado, pois este mercado é predatório, competitivo, no qual a engenharia de valor está muito mais para redução de custos e retornos financeiros, ficando muito distante a análise de se aplicar e investir em sustentabilidade e certificações (o dilema sustentável financeiro: se ou outro está lucrando assim, não vou lucrar também? Vou deixar de lucrar mais? Vou perder mercado?).
Portanto, há que ter um sistema regulatório, que é a responsabilidade do lado governamental, na busca e cobrança para a sustentabilidade das construções, tendo as legislações neste embate, de fazer vingar exigências e normas que balizam as aplicações sustentáveis nas construções.
A referência disto são os países em que as certificações estão consolidadas, onde o não fazer uma obra com aplicações sustentáveis implica na não aprovação do projeto no órgão governamental ou no órgão regulador, representando algo mal projetado e com concepção incorreta, nestes países a certificação sustentável é só mais um diferencial.
Retornando ao lado empresarial e enquanto temos que aguardar novos planos diretores, revisões de códigos com parâmetros de sustentabilidade, situação esta um pouco distante e de resultado moroso, cabe pensar no capital conhecimento e inteligência corporativa, e se as empresas neste tempo saberão aproveitar a oportunidade para formar equipes consistentes e especializadas nesta área, criando a sua própria cultura em sustentabilidade nas construções, ou ficará na espera das cobranças para correr atrás do prejuízo com consultorias e treinamentos pesados e simples absorção de técnicas.
Em sendo assim, entende-se que o empresariado deve buscar a formação de seus colaboradores em construções com sustentabilidade, especializando-os, como o primeiro passo (é sabido que ensino superior habilita os profissionais de forma ampla, mas não especificamente em construções sustentáveis) para praticar e caminhar de modo crescente a ponto de se tornar vantagem competitiva e diferencial. Pode-se predizer que aos primeiros aderentes na formação de seu capital intelectual em construções sustentáveis, estarão prontos e mais que habilitados para praticarem sem grandes transtornos as ações sustentáveis nas construções quando do liminar das cobranças tanto mercadológica, éticas, morais e governamentais.
Adiciono ainda a seguinte condição de operacionalização perante o mercado e partindo do pressuposto de formar especialistas da própria empresa como o caminho ideal, para que as transições e mudanças se façam segundo a cultura da empresa e para que possam executar construções com pegadas sustentáveis ao seu melhor ritmo, pois atualmente o mercado possui poucos profissionais habilitados e consultores, razão exposta sobre a formação geral dos profissionais atuantes.
A conjuntura atual das construções sustentáveis é equivalente a introdução de qualquer nova demanda, como foram as certificações de qualidade e que hoje são tão comuns, as ISOs, assim como a época em que
as tecnologias de recuperações das construções tinham que contar com uma empresa construtora, uma projetista e uma empresa consultora para assistir as novas considerações e tecnologias aplicadas. Deste cenário pode-se extrair que as primeiras empresas que aderiam culturalmente a demanda, puderam se expor “na vitrine de inovadores e destaque no mercado”, com inteligência corporativa consolidada, já as outras correram atrás das exigências e prejuízos de não serem.
Como o mercado construtivo está incipiente em aplicações de sustentabilidade, são indicadas para o nível estratégico empresarial as especializações em gestões para sustentabilidade, que são em si releituras de ações estratégicas aplicadas neste sentido, mas a questão é como fazer a gestão, como gerenciar e gestar as ações se ao mesmo tempo não se tem nas empresas profissionais habilitados em sustentabilidades das construções, não se tem especialistas plenos. Portanto é preciso criar a base de profissionais e esta infraestrutura intelectual para que o staff empresarial opere com as abordagens específicas ou generalistas de gestões (podem ser adaptações de enfoques estratégicos comuns ou de fato serem adaptações estratégicas às construções).
Finalmente cabe salientar que gestar e realizar a gestão sem ter as bases das melhores referências e melhores práticas de sustentabilidade no setor construtivo, é infelizmente querer pular uma etapa ou desconhecer o que pode ser considerado já como história e ter que repetir esta etapa com estudos adicionais.
Fico a disposição para uma conversa sobre ações sustentáveis nas construções.
Profa. Dra. Sasquia Hizuru Obata
Docente da FAAP e Universidade Cruzeiro do Sul
Consultora em Sustentabilidade nas Construções
Coordenadora do Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu em Construções Sustentáveis da FAAP
sasquia@terra.com.br ou sasquia.obata@gmail.com
tel: (11) 8162-7656
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Saiba o que significam os principais selos ecológicos do mercado
fonte: ProcelInfo
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
ENERGIA MAIS ECONÔMICA: Adeus às lâmpadas de 60 Watts na Alemanha
De acordo com a Agência Federal do Meio Ambiente (UBA) a principal vantagem das lâmpadas econômicas é a redução em até 75% do consumo de energia e das emissões de dióxido de carbono. Além disso, sua vida útil é muito maior. Uma lâmpada econômica poderia substituir de dez a 15 lâmpadas tradicionais.
Fonte: Juliana Echer Manto (Centro Alemão de Informação)
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
"Rio vai ter que superar Londres por Olimpíadas mais verdes"
Executivo da CH2M HILL, construtora que participou do consórcio responsável pelo projeto e execução dos Jogos de 2012, diz que para ser sustentável é preciso dedicação à excelência
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sábado, 20 de agosto de 2011
"Temos que reinventar um novo modo de estar no mundo' Leonardo Boff
"O maior crime do mundo é a insensibilidade, não podemos nos acostumar com a pobreza, a miséria e a devastação do meio ambiente. Pra que isso não aconteça é preciso cuidar, fator primordial para a manutenção da vida. Proteger é garantir a sustentabilidade", ressaltou Boff.
Ao participar, no início deste mês, do lançamento do Movimento Paraná Educando na Sustentabilidade, iniciativa do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), por meio do Núcleo de Instituições Educacionais (IED), o teólogo salientou a necessidade de o ser humano praticar valores cada vez mais esquecidos.
O teólogo também apontou que a educação é a porta de entrada para um novo começo. "Vivemos um momento de crise, de confronto entre o homem e a natureza. O grande desafio é encontrar um meio de habitar o planeta, de tal maneira, que consigamos manter o equilíbrio da Terra como ser vivo. E a educação pode promover a consciência cidadã, aquela capaz de proteger e cuidar de tudo que está ao nosso redor", sugeriu Leonardo Boff.
Com informações do Portal ODM
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Exportação de sustentabilidade
A pequena bolsa é ideal para um celular. Ela é branca, com estampado verde-rubro, parece de crochê. E é realmente – só que não é feita com a linha habitual, mas sim com um saco plástico. Limpo, cortado em tiras bem finas e então trabalhado para fazer a bolsa de celular. A ideia de produzir bolsas e chapéus a partir de sacos plásticos foi desenvolvida por Vietnam Pereira, juntamente com antigos colegas de trabalho. Daí surgiu entretanto um projeto e já existem os primeiros protótipos. Mas não deve parar por aí. O projeto das bolsas é parte de um curso de master, que Vietnam Pereira frequenta atualmente. A colombiana de 33 anos estudou Biologia em Bogotá e está na Alemanha desde outubro de 2008. Depois de trabalhar vários anos para uma iniciativa ambiental, ela queria melhorar a sua capacitação. “Na minha busca, acabei chegando à Inwent. E isto era exatamente o que eu estava procurando”, conta Vietnam Pereira.
Inwent é uma empresa que fomenta projetos internacionais de capacitação e desenvolvimento por encargo do governo federal. Em cooperação com o Centre for Sustainability Management da Universidade Leuphana, em Lüneburg, Inwent oferece um programa de capacitação no qual 20 moças e rapazes da América Latina, com boa formação profissional, podem ampliar seus conhecimentos técnicos. No fim do “Treinamento Internacional de Liderança na Gerência de Sustentabilidade”, cada um dos participantes deve obter um diploma adicional de master. Ponto central do programa é a formação em desenvolvimento sustentável. Sustentabilidade, isto significa orientar os desenvolvimentos econômicos e sociais de tal forma, que eles correspondam às necessidades da sociedade de hoje, mas ao mesmo tempo não representem nenhum dano para as gerações posteriores. O programa da Inwent e da Universidade de Lüneburg inclui, ao lado de uma estada de um ano na Alemanha, aulas de idioma e a capacitação em administração social de empresa e em segurança do trabalho e da saúde. Como a teoria é aplicada na prática, isto Vietnam Pereira aprende num estágio de quatro meses. Desde abril, ela está na TransFair, em Colônia. “Aqui eu aprendo o que significa comercializar sob condições justas”, afirma. “Para mim, são muito importantes as experiências que estou obtendo no meu trabalho na TransFair e na minha estada na Alemanha. Todo dia, eu aprendo algo novo e posso aplicar meus conhecimentos técnicos”.
É exatamente o que Vietnam Pereira necessita na sua volta para a Colômbia. Com seu projeto de transferência, com os sacos plásticos, deverão surgir lá, sob condições sociais justas, bolsas e chapéus, cintos e pulseiras. “Os sacos plásticos, que se recebe gratuitamente na Colômbia em todo supermercado, são um grande problema”, afirma Vietnam Pereira. “Depois das compras, eles são jogados no lixo, quase sem terem sido usados”. Um outro problema colombiano é a pobreza nas favelas de Bogotá. Vietnam Pereira planeja fazer algo contra os dois problemas. Assim, as bolsas de sacos plásticos deverão ser produzidas pelas mulheres desamparadas exatamente nessas favelas. “As mulheres receberão de mim a ideia, o conhecimento e a ajuda, a fim de que possam unir-se numa cooperativa”, esclarece. “E, então, deverão trabalhar de forma autônoma. O lucro de venda deve beneficiar exclusivamente as mulheres”.
As bolsas de Vietnam Pereira não são o único projeto de transferência, que surge durante um curso de master. Cada um dos vinte participantes desenvolve uma ideia própria, que deverá depois ser posta em prática no respectivo país de origem. Paulo Camargo, de 28 anos, estudou Biologia em São Paulo. “A Alemanha é um modelo nas questões de meio ambiente e sustentabilidade. Aqui eu aprendo os padrões internacionais, por exemplo, na segurança do trabalho”. Sua projeto de transferência denomina-se “Rádio Ecowelle”. Em cooperação com uma emissora local de rádio em São Paulo, deverão ser transmitidos regularmente curtos spots que tratam do trânsito na cidade, da reciclagem do lixo ou da poluição dos rios. “Meu objetivo é chamar a atenção das pessoas para o fato de que todos são corresponsáveis”. Pois, apesar da reciclagem do lixo e da ampla rede viária, os brasileiros dão pouca atenção ao seu meio ambiente.
Bolsas de sacos plásticos ou um programa de rádio para alertar – Karen Pacheco, da Inwent, sabe que nem sempre é muito fácil implementar os projetos de transferência nos países de origem dos participantes. Ela orienta os participantes durante a sua estada na Alemanha. “Nossos formandos fazem trabalho pioneiro. Após seu retorno, eles têm de convencer seus colegas de trabalho de que a sustentabilidade é importante”. Ao lado das experiências técnicas, que Vietnam Pereira e Paulo Camargo obtêm na Alemanha, são principalmente os contatos estabelecidos aqui, que deverão ajudá-los no trabalho em seus países. “Nós, os participantes, vamos cooperar através das fronteiras e continuar desenvolvendo as nossas ideias, afirma Paulo Camargo. E Vietnam Pereira acrescenta: “Se o contato com as empresas em que fazemos estágio continuar de forma tão intensa e os nossos projetos tiverem êxito, então avançaremos um bom pedaço”.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O que fazer com o lixo dos hotéis?
