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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Empresa italiana desenvolve cimento transparente que poupa energia



O Grupo Italcementi, da Itália, desenvolveu um cimento transparente, que permite a entrada de luz nos edifícios, diminuindo assim os gastos com energia elétrica. 

O pavilhão italiano da Expo Shangai 2010, projetado pelo arquiteto italiano Giampaolo Imbrighi, é o único a possuir a tecnologia por enquanto. A obra utilizou o material em cerca de 40% de sua composição. 


O produto, batizado como i.light, garante a transparência através de um método inovador que mistura cimento e 50 tipos de aditivos de resinas plásticas que possuem aproximadamente de dois a três milímetros de espessura. As propriedades da mistura permitem a ligação de uma matriz de resina plástica em um painel final que combina a robustez típica de materiais cimentícios e a possibilidade de filtrar a luz tanto para dentro, como para fora.


As resinas, se adequadamente inseridas no material de cimento, têm maior transparência do que as fibras ópticas, já utilizadas experimentalmente neste campo. Além disso, o i.light custa muito menos, o que permite a sua aplicação em larga escala. O cimento transparente também oferece maior luminosidade, uma vez que as resinas são capazes de explorar ângulos com maior incidência de luz do que as fibras ópticas.


Essas resinas, que podem ter cores diferentes e interagir tanto com luz artificial como natural, permitem a criação de uma iluminação suave e quente no interior do edifício e outra clara e brilhante do lado de fora. Além disso, o olho humano também é capaz de enxergar imagens e objetos colocados atrás do painel.



A transparência do material é de cerca de 20%. Também foram desenvolvidos painéis semitransparentes, para satisfazer questões arquitetônicas, estes são capazes de transmitir 10% da iluminação ambiente. O material pode ser utilizado em coberturas, fechamentos de fachadas, pisos, escadas, varandas, como divisória de ambientes e na decoração. 

O novo material foi desenvolvido pelo Grupo Italcementi, exclusivamente para o Pavilhão Italiano, o produto é coberto por uma patente. Ainda não existe previsão para comercialização do produto no mercado mundial.

Fonte: Ciclo Vivo

Pois é, de pouco em pouco vão aparecendo mais e mais tecnologias para podermos reverter (ou pelo menos diminuir) a destruição do planeta.

Hehehehe...só tem um tipo de construção que não vai poder usar esse tipo de cimento...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Tecnologia permite que fogão a lenha gere energia para carregar celular


Bom dia pessoar!!

O Fogão Foguete é uma tecnologia criada especificamente para países em desenvolvimento e comunidades afastadas dos centros urbanos que dependem da queima da madeira para cozinhar. A criação, da empresa BioLite tem a sua essência parecida com um fogão a lenha tradicional, mas que foi desenvolvida para evitar a inalação da fuligem.

Conforme informações da organização, criada por dois americanos dispostos a ajudar a acabar com parte dos problemas do mundo, Alexander Drummond e Jonathan Cedar, os fogões a lenha são usados por três bilhões de pessoas em todo o mundo. A população que faz uso deste produto está constantemente exposta a gases tóxicos, que com o passar do tempo podem originar doenças respiratórias e até mesmo o câncer.


Para reverter essa situação a dupla pensou no Fogão Foguete, que possui uma saída de ar que direciona a fumaça para fora da residência. Além disso, o formato e todos os cuidados tidos com o isolamento térmico do fogão o tornam mais eficiente que os modelos tradicionais.

Com o desenvolvimento da tecnologia foi possível expandir esse benefício também para a produção de energia limpa. O fogão ganhou um sistema que transforma a energia termoelétrica, obtida pela queima da madeira, em eletricidade. A energia é suficiente para fazer um ventilador funcionar, que pode reduzir ainda mais a quantidade de fuligem, ou também pode ser usada para manter uma lâmpada de LED ou recarregar um celular.

A tecnologia foi pensada, principalmente, para os países africanos, mas também pode ser aplicada em qualquer nação em desenvolvimento ou para pessoas que gostam de manter o jeito tradicional de cozinhar em suas casas de campo ou em acampamentos.

Fonte: Ciclo Vivo.


Muito bom... além da visão social e da saúde de quem utiliza fogão a lenha, também envolveram a questão ambiental, tudo em apenas um produto!!! #ProdutoNota10

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Condomínio é exemplo de autossustentabilidade


fonte: Tribuna do Norte - 03.09.2011

Rio Grande do Norte - Implantar ações sustentáveis em um empreendimento não é nada fácil e requer investimento considerável. Imagine então desenvolver um condomínio autossustentável que, dentre outras ações, reutiliza água servida e garrafas plásticas para a construção civil! É isso que ocorre em um empreendimento que está sendo construído próximo ao Lago Azul, no município de Nísia Floresta, na Grande Natal. Toda a água que será utilizada no condomínio - ainda está em construção e deve ficar pronto apenas em julho de 2012 - é proveniente de um poço subterrâneo.

Como na região não há ligação de esgoto, após ser utilizada, ela vai para uma estação de tratamento, que está sendo construída dentro do próprio empreendimento. Lá, ela é tratada e volta para as torneiras dos moradores, onde poderá ser usada para lavar carros, calçadas e na descarga de sanitários. Devido à grande quantidade de áreas permeáveis dentro do condomínio, depois de usada pela segunda vez, a água é absorvida pelo solo e alimenta os mananciais.

Além da água, o condomínio pretende economizar também energia, diminuindo os desperdícios com iluminação externa. Isso, porque todos os postes terão placas fotovoltaicas, alimentadas pela luz do sol. E não é só: terão também lâmpadas de LED (que economizam energia) e sensor de presença, só sendo ligadas quando há alguém passando pelo local no momento. Outro ponto importante do condomínio autossustentável é a utilização de garrafas plásticas no lugar de tijolos. A opção é mais barata (as garrafas são conseguidas gratuitamente em restaurantes) e resistente, tendo maior durabilidade que a construída de maneira "convencional".

"Usamos essa opção na infraestrutura do condomínio, mas os moradores também vão poder usá-las para construir suas casas. São necessárias cerca de 5 mil garrafas para uma casa inteira", afirmou Clésio Breseghello, sócio-diretor do empreendimento. Além disso, como não haverá a utilização de asfalto nas ruas dentro do condomínio, alagamentos estão descartados. Uma regra interna do empreendimento também proíbe o corte de árvores nativas - muitas delas, frutíferas - e obriga uma distância maior de construção das casas e da pista, facilitando a circulação do ar e, consequentemente, economizando em energia elétrica usada em ventiladores e condicionadores de ar.

O condomínio autossustentável, porém, ainda representa um investimento consideravelmente maior do que os demais da região - onde outros sete estão sendo construídos. Um lote nele custa em torno de 25% a mais que os outros. O preço é consequência do valor das tecnologias utilizadas e no tempo da construção: cerca de R$ 3,3 milhões em dois anos de obra - em média, se investe R$ 1,5 milhão na construção de um condomínio, que demora cerca de um ano para ficar pronto.

"Apesar disso, essas ações sustentáveis são revertidas na economia com taxas de condomínio. Nesse empreendimento, gasta-se menos energia e menos água, por exemplo", explica Breseghello. Além disso, segundo ele, o condomínio vai ter diversas ações que ajudarão no abatimento e na manutenção da sustentabilidade do empreendimento. "As podas das árvores, por exemplo, serão todas responsabilidade do condomínio e os galhos cortados vão ser transformados em mudas, posteriormente vendidas. O dinheiro resultante é reinvestido na manutenção dos jardins, cortando gastos".

Por isso, segundo Breseghello, apesar de ainda não existir uma "procura" por empreendimentos como os dele, há sim uma aceitação muito grande. "Para se ter uma ideia, ainda não começamos uma campanha forte de divulgação e já vendemos mais de 50% dos lotes. Ao verem a proposta do condomínio, as pessoas consideram sim, como muito importante esse contato com a natureza e a preservação ambiental que o empreendimento se propõe a fazer", afirmou o empreendedor.

domingo, 4 de setembro de 2011

Sacolas plásticas podem ser melhor que as retornáveis?

Depois de ser “demonizada” pelos consumidores preocupados com o meio ambiente, a sacola plástica parece ter encontrado seu lugar. Ao menos por ora – e aqui no Brasil. Um amplo estudo realizado pela Fundação Espaço Eco, única organização no país que faz análises de ecoeficiência (considera aspectos ambientais e econômicos) de produtos e processos industriais, analisou o impacto de oito tipos diferentes de sacolas para carregar compras: a sacola plástica tradicional, a feita de plástico verde (a partir de cana-de-açúcar), a oxi-degradável, de papel, de TNT (material dos saquinhos dados por lava-rápidos) e as sacolas renováveis de plástico, tecido e ráfia (um tipo de fibra usada em sacolas vendidas por alguns supermercados). O resultado foisurpreendente: dependendo dos hábitos do consumidor, é preferível utilizar as sacolas plásticas em vez das renováveis.

Os tipos de sacolas analisadas pela Fundação Espaço Eco (Foto: Divulgação)

Para as pessoas que fazem poucas compras, as sacolas plásticas (convencional, verde e oxi-degradável) se mostraram as mais indicadas tanto do ponto de vista ambiental (causam menos impacto quando considerado o processo completo, da produção à reciclagem do plástico) quanto do econômico – podem ser utilizadas como saco de lixo.

Neste caso, o levantamento considerou uma compra mensal de 26,5 quilos, equivalente a uma cesta básica. A condição para que a opção pela sacola plástica valha a pena é que o indivíduo faça compras e descarte o lixo, no máximo, duas vezes por semana.

No extremo oposto, as sacolas renováveis são mais indicadas para consumidores que fazem muitas compras ao mês. Isso porque, ao ir várias vezes ao supermercado, o indivíduo não necessariamente compra mais produtos, mas acumula mais sacolas. A opção pelas de pano, de ráfia, plástico retornável ou TNT, logicamente, reduz este impacto.

Além da quantidade de produtos adquiridos ao longo do mês, outros dois aspectos condicionam a escolha por um ou outro tipo de sacola: a freqüência com que a família vai ao mercado e o número de vezes que descarta o lixo. O ideal, segundo os pesquisadores, é aproveitar ao máximo a capacidade da sacola e reduzir o número de descartes por semana.

O levantamento, patrocinado pela Braskem, simula várias opções para uma família que consome 212 quilos por mês (cerca de oito cestas básicas). Neste caso, só compensará utilizar sacolas retornáveis caso o descarte de lixo seja feito no máximo duas vezes por semana – independentemente da freqüência com que se vai ao mercado.

Entre os extremos de baixo e alto consumo, está o caso base da compra de 106 quilos ao mês (aproximadamente quatro cestas básicas). Para um consumo neste patamar, as sacolas plásticas ainda se mostram mais vantajosas caso as compras sejam feitas até três vezes por semana e o descarte de lixo, até duas vezes.

Esquema orienta sobre que tipo de sacola usar de acordo com os hábitos do consumidor.

Na análise, os técnicos da Fundação Espaço Eco consideraram aspectos como o consumo de energia para fabricar as sacolas, o uso da terra, o tipo de recurso natural empregado, potenciais de risco e de toxidade e asemissões ao longo de toda a cadeia – da extração da matéria-prima à reciclagem pós-consumo, ao longo de um ano. Isso significa que, no caso das bolsas retornáveis, cuja vida útil é de ao menos dois anos, o impacto ambiental poderia ser ainda menor.

Os pesquisadores dão um norte aos consumidores: à medida que o volume de compras e a freqüência das idas ao mercado aumentam, melhor optar pelas sacolas retornáveis. Na direção oposta, quando o número de descartes de lixo feito por uma família de consumo alto também é grande, as sacolas plásticas se mostram adequadas.

“O ideal, com o aumento do volume de compras, é reduzir a freqüência do descarte”, afirma Hélio Mattar, diretor presidente do Instituo Akatu, organização que promove o consumo consciente.

Este foi o primeiro estudo a comparar diferentes tipos de sacolas, dentro da realidade brasileira. Pesquisas em outros países, onde a matriz energética, a logística e outros fatores divergem dos do Brasil, já apresentaram resultados diferentes.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Três instalações urbanas que tornam o transporte público mais divertido


fonte: TreeHugger

Embora o desenvolvimento de veículos elétricos menos poluentes esteja avançando rapidamente no mundo, o futuro da mobilidade sustentável exige uma menor quantidade de carros nas ruas. Para isso, as cidades precisam combinar uma boa promoção do uso da bicicleta com um sólido sistema de transporte público.

No entanto, por mais eficientes que sejam os metrôs, trens e ônibus que nos levam de casa para o trabalho, as viagens podem se tornar aborrecidas, uma rotina que pode acabar com o bom humor de qualquer um. A esse problema, marcas, organizações e artistas respondem com diferentes intervenções, que buscam combater o tédio das longas viagens e arrancar um sorriso dos passageiros.


Tobogã no metrô de Utrecht
A estação de metrô de Overvecht, na cidade de Utrecht, na Holanda, instalou há algumas semanas um tobogã para que as pessoas possam deslizar sem precisar descer pelas escadas. Chamado oficialmente de "acelerador de baldeação", o escorregador faz parte de uma série de inovações que a empresa HIK Ontwerpers está instalando na estação para “gerar energia positiva em um bairro com desvantagens". Segundo um artigo do TreeHugger em inglês, a mesma estação já abrigou uma instalação de poesia e até disponibilizou uma cozinha aberta ao público, encorajando as pessoas a fazer piqueniques e outros encontros sociais.

Sacos de boxe no metrô de Xangai
Para ajudar os passageiros a descarregar a um pouco da tensão enquanto esperam os trens nas plataformas do metrô de Xangai, a marca esportiva Adidas instalou uma série de colunas nas estações, semelhantes a sacos de boxe. "A cada ano, você precisa esperar na plataforma por cerca de 1.824 minutos. Não perca tempo, chegue mais perto e acerte alguns socos”, dizem os slogans, segundo MicGadget.

Balanços no trem de São Francisco

A instalação mais antiga talvez seja a mais espontânea e misteriosa. Em 2009, alguém teve a ideia de pendurar três balanços nas barras de metal de um trem do sistema BART, de São Francisco, novidade que foi bem recebida pelos entediados passageiros. Balançar em um trem em movimento provavelmente não é muito seguro, e dificilmente a proposta será aprovada, o que não impede que uma adaptação transforme essa iniciativa em uma vantagem institucional.

O que você acha dessas instalações? Gostaria de encontrar uma delas durante a viagem para o trabalho?

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Aprenda a fazer uma composteira doméstica passo-a-passo

Muitas pessoas ainda tem dúvidas sobre como fazer um minhocário doméstico. Assim, quero compartilhar os vídeos da oficina de composteira caseira e canteiro de capilaridade do movimento “Do meu lixo cuido eu” na Granja Viana, que mostra passo-a-passo como montar uma composteira ou minhocário doméstico. As dicas compartilhadas são imperdíveis. Vale a pena assistir.

Parte 2

Parte 3



ReuseMob. Você vai querer participar! Video 2

Bom galera estamos com mais um vídeo sobre o ReuseMob. O vídeo explica mais um pouco sobre a ideia do que seria o ReuseMob, É uma ação de mobilização em prol do meio ambiente e a integração das pessoas. Em breve mais noticias sobre esse flashmob. E espero que todos possam ajudar participando ou divulgando esta ação.
Até mais!
@gruporeuse

terça-feira, 30 de agosto de 2011

“Farm Parasite” alemães desenvolvem cultivo e compostagem em pequenos espaços.

fonte: TreeHugger
Compostagem no interior de residências pode parecer uma proposição assustadora se você é um morador de apartamento que está com pouco espaço e tempo. Alem disso como encaixar um sistema de compostagem dentro de um layout de um apartamento? E como encaixar isso de forma eficiente dentro dos nossos estilos de vida?

Os designers alemães Charlotte Dieckmann e Nils Ferber desenvolveram uma interassante solução: o Parasite Farm, um sistema de cultivo de plantas comestiveis com luz artificial, próprio para espaços pequenos, que pode ser instalado em prateleiras e conta até com uma composteira muito prática.

É um sistema vertical que permite ao usuário produzir húmus ao longo do tempo, que pode ser colhida por agitação da grade e puxando para fora o compartimento embaixo.

A composteira tem um design especialmente interessante (via TreeHugger internacional). Integrada a uma tábua de cortar, ela recebe os restos de alimentos diretamente em um recipiente com vários compartimentos, que armazenam o húmus produzido por minhocas e os líquidos residuais dos alimentos (ambos ricos fertilizantes para plantas).

Os líquidos dos alimentos também são reutilizados, ele infiltra para outro compartimento inferior, onde é coletado com ricos nutrientes e é um poderoso fertilizante líquido para plantas.

Os canteiros foram projetados para serem colocados (acoplados) a prateleiras e a são alimentados com luzes artificiais focalizadas permitindo o crescimento das plantas mesmo em espaços que não recebem luz solar – uma espécie de fazenda vertical em larga escala.

Para mais informações, confira Designboom e os sites de Charlotte Dieckmann eNils Ferber .

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Quem participa de grupos de carona no trabalho ou na faculdade ajuda a diminuir o número de carros nas ruas (e os níveis de poluição do ar)

Estávamos nessa quarta-feira, dia 10 de Agosto, eu (@lanymiwa) e Takashi Igarashi (@tanascaixa)assistindo a aula sobre Sustentabilidade Social e Ambiental.

Nesta aula, dividimos a turma em 4 grupos, cada qual com o seu problema social para ser debatido. Os temas eram: o trânsito caótico do DF, e a poulição que isso traz; o adensamento populacional de Águas Claras, uma RA do DF, que hoje chega a ser um dos maiores canteiros de obras da América Latina; o aquecimento global e as formas de energias renováveis aplicáveis no DF; e por último a alimentação da população que leva a obesidade.

Nosso grupo pegou o problema do transporte.
Uma das melhores maneiras de diminuir o número de carros, não só aqui no DF, onde tudo é um pouco distante, mas em qualquer lugar do mundo é uma prática que já vem sendo adotada por muitas pessoas : a CARONA SOLIDÁRIA.

A meu ver, 'solidária' seria´, não só como uma caridade para com o próximo de oferecer a carona, mas principalmente a solidariedade praticada para com o meio ambiente. Vamos adotar essa idéia!



Ok... Agora levando a sério.
Aqui, vou publicar uma matéria bem legal sobre isso que li no site do Planeta Sustentável. Aproveitem!

Um a menos
VAMOS JUNTOS? Desde o ano passado, cerca de 600 funcionários do banco Santander não tiram mais o carro de casa sem antes perguntar aonde os outros 599 estão indo. No sistema de carona solidária criado pela empresa, quem quer participar se cadastra em um site, diz seu endereço e recebe uma lista de contatos de colegas que moram por perto - e que podem dar (ou receber) carona.

Uma iniciativa parecida é o site Unicaronas, que soma mais de 5 mil usuários de universidades paulistas. Ali dá para ver quem oferece o trajeto de que você precisa e checar a "reputação" dos colegas para evitar quem fura ou se atrasa muito. Já o site Caronetas, lançado em maio, gerencia projetos de caronas das empresas que se associam a ele - como o Banco do Brasil e a seguradora Mapfre.

O SEU ESQUEMA
Se a sua empresa ou faculdade não participa desses projetos, você pode criar seu próprio sistema com base em grupos de e-mail - usando o Google ou o Yahoo, por exemplo. Quem se interessa adere ao grupo e é notificado cada vez que alguém informa seu trajeto ou pede carona. O custo da viagem (combustível e pedágios) deve ser dividido entre os ocupantes do carro - e o espaço no porta-malas também. O grupo A Barca, que liga mineiros que transitam entre São Paulo e Minas Gerais, funciona desse jeito desde 2001. E, como os destinos são sempre os mesmos, já existe até uma tabela de preços determinada pelo número de pessoas envolvidas. É supersimples de organizar!

POR QUE ADERIR Cada vez que você dá carona a alguém que também tem carro (ou pega carona com essa pessoa), está contribuindo para que um veículo a menos saia à rua. Por que isso é legal? Veja só:

• Carros poluem. E poluição mata. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo divulgada neste ano concluiu que 4 mil pessoas morrem anualmente na capital paulista por problemas decorrentes da poluição do ar - 80% dela causada pelos veículos.
• Carros são caros. Uma pessoa que roda mil quilômetros por mês (em um veículo que circula por 10 quilômetros com 1 litro de gasolina) gasta mais de R$ 3 000 anuais. Isso sem contra os impostos e a manutenção.
• Carros precisam ser estacionados. E vagas de estacionamento são um item em extinção nas grandes cidades...


Então... O que acham dessa idéia??


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Pegada Ecológica das Moradias


Este post possui uma visão mais cotidiana sobre esse assunto de pegada. Pegada ecológica é um método de contagem do consumo de fontes naturais de forma que seja consistente com os princípios termodinâmicos e ecológicos ou seja ela mede o uso da natureza quanto ao impacto na capacidade de regeneração da biosfera. Estava lendo um livro que falava sobre as pegadas e como implantar esse tipo de ferramenta em moradias. Existe um projeto da Oxford Ecohouse que desafia a ideia de que há países ricos e pobres e que podem ser agrupados como poluentes e não poluentes.

Nesses estudos eles mostram que na China e na Índia as pessoas com classe média e alta possuem casas maiores que as pessoas de mesma classe que moram em Londres. Mas e ai? Nicky Chambers defende que isso não basta, que uma forma sensata de analise deve levar em conta não somente a forma e a construção mas também o estilo de vida das pessoas que vivem ali e com isso o analisar impactos ambientais independentemente da cultura, economia e religião. Pensando nisso a empresa Best Foot Forward criou o programa EcoCal, é um tipo de calculadora que dá a possibilidade de medir esse tipo de pegada ("jardim ecológico") que é o espaço bio-produtivo necessário para sustentar o estilo de vida dos ocupantes. Já que no Brasil isso ainda parece ser coisa de outro mundo vou descrever um exemplo de uma casa no Reino Unido.

A capacidade da pegada ecológica do Reino Unido é de 0.9 a 1.67ha dependendo do tamanho do imóvel. Foi levantado que a pegada ecológica de uma casa urbana (usando como exemplo uma casa tipica do Reino Unido) foi calculado como sendo de 2,71ha. Esse valor já ultrapassa a pegada aceitável, mas, quando você soma os outro impactos medidos pelo EcoCal como compras, uso de água, dejetos, energia, jardim e transporte o valor sobe para aproximadamente 3,5 ha. por morador. Isso demonstra como estamos agindo de forma errônea desde o modo de construir como o modo que vivemos. Vejo esses valores europeus e penso como na Europa a conscientização sobre sustentabilidade é bem maior e ainda assim tais níveis são elevados. E se tal estudo fosse feito no Brasil? Onde tudo sobra e é jogado fora? Alimentos descartados, desperdício de água, carros sem regulagem e assim vai... Qual seria o valor da nossa pegada?

Quer saber qual sua pegada ecológica para seu modo de vida?

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Sustentabilidade em liquidação

Para começar, uma pesquisa do Instituto Akatu, publicada aqui no final do ano passado, revelou que apenas 16% dos entrevistados sabem definir o que é sustentabilidade – e eu achava que era menos. Além disso, muitos brasileiros dão a definição incompleta do termo, acham que sustentabilidade tem a ver apenas com preservação do meio ambiente. Ta legal, mas não é só isso. Existem várias definições de sustentabilidade, a maioria é bem curta e baseada no tripé: economia, sociedade e meio ambiente. Há algum tempo atrás eu publiquei em outro post uma definição mais completa, que segue abaixo:
“Ser sustentável é ter a capacidade de criar, produzir e consumir levando em consideração os aspectos econômicos, sociais e ambientais presentes. É usar com responsabilidade os recursos disponíveis sem riscos de esgotá-los, respeitar os valores sociais e culturais e ter justiça na distribuição de benefícios e lucros, garantindo que as gerações futuras possam usufruir deste sistema para suprir suas necessidades”.

Trata-se de um conceito bem amplo que envolve outras preocupações além da ambiental. Na minha visão o conceito de sustentabilidade se torna um termo utópico diante de uma sociedade com valores socioculturais baseados no consumismo, um comportamento que só interessa a essas mesmas empresas que se dizem sustentáveis.

Pergunto: Um banco que se diz sustentável é justo na distribuição de benefícios e lucros? Vai pedir um empréstimo ou deva uma parcela do seu cartão de crédito para ver o que acontece.

Um evento de música em São Paulo, que se diz sustentável, respeita a cultura local ao chamar diversas bandas estrangeiras? Sem contar os preços absurdos de ingressos, serviços, alimentação e a absurda proibição de levar qualquer alimento de casa. ISSO É SUSTENTABILIDADE?

O engraçado é que tanto o Banco mais Sustentável do Mundo quanto o Evento Sustentável possuem nomes que terminam com “u”, de UTOPIA.

Como eu disse no início do post, poucos sabem a definição real de sustentabilidade, pois se toda a sociedade soubesse teríamos instalado no país um grave problema econômico. Logicamente que os setores públicos e privados não deixarão isso acontecer, por isso é preciso manter a desinformação e continuar associando a sustentabilidade apenas às questões ambientais.

E por falar em problemas econômicos, a nossa economia é uma grande vilã na aplicação do conceito de sustentabilidade. Entre tantas coisas importantes destacadas por Hugo Penteado na palestra sobre economia ecológica, ele diz: - uma árvore só tem valor econômico quando está no chão.

É simples, não tem como aplicar o conceito de sustentabilidade através da antiquada lógica econômica desenvolvimentista que permanece até hoje. Chega para o Banco sustentável de hoje e fala que ao invés de provocarmos mais atividade econômica o ideal é distribuir melhor a riqueza e reprogramar as bases da economia global. Provavelmente vão rir de você e te por pra correr. Só que este tipo de ação que faz parte do real conceito sustentável, pois enxerga o planeta e todas suas bases na totalidade. Não adianta preservar uma árvore derrubando 10 para suprir os anseios da sociedade consumista, a mesma que precisa de crédito do banco para poder suprir seu vazio emocional comprando.

Recentemente eu li um artigo do professor Leonardo Boff intitulado “Sustentabilidade: adjetivo ou substantivo”. O texto é excelente e indispensável, leia! Destaco aqui o seguinte trecho desse texto:

Não nos iludamos: as empresas, em sua grande maioria, só assumem a responsabilidade socio-ambiental na medida em que os ganhos não sejam prejudicados e a competição não seja ameaçada. Portanto, nada de mudanças de rumo, de relação diferente para com a natureza, nada de valores éticos e espirituais. Como disse muito bem o ecólogo social uruguaio E. Gudynas: “a tarefa não é pensar em desenvolvimento alternativo mas em alternativas de desenvolvimento”.

Para finalizar, já que falei tanto do “banco mais sustentável do mundo” vou questionar outra coisa. Quem escolheu este banco como exemplo de sustentabilidade foi um jornal britânico especializado em negócios e finanças. Ele criou um concurso de sustentabilidade para bancos, uau! Que moral um jornal de finanças tem pra falar de sustentabilidade? Um surto de demência!

Então qualquer um pode escolher quem é ou não sustentável? Se é assim: estão abertas as incrições para o Prêmio Coluna Zero de Insustentabilidade. Que tal?

Já ia me esquecendo: não se engane com qualquer produto dito “verde”. Enquanto a sustentabilidade não for tratada com uma visão global e séria, muitos desses produtos se apresentarão como meros engodos. Nesse meio têm muitos produtores mal intencionados que estão se aproveitando dessa onda verde para vender muito e, logicamente, lucrar, assim como as grandes corporações que muitos deles criticam. O resultado disso é o Eco-consumismo, formando uma sociedade de consumidores Verdes Otários que por exemplo, acreditam na falsa ideia da Ecobag como solução. A gente não quer isso.

Cada post que escrevo aqui me dá a sensação que estou me prevenindo de um câncer. Até o final de 2010 minhas maiores críticas eram apenas em relação ao consumo consciente, mas agora as coisas estão piorando muito, o que está fazendo este blog tomar outro rumo. Se não bastasse a mídia tradicional, vejo blogs que falam sobre sustentabilidade repassando informações distorcidas e tendenciosas com fins exclusivamente econômicos, sejam através de produtos verdes ou com atitudes vazias de empresas. Isso me assusta. Mas enquanto houver liberdade de expressão nesse país eu vou questionando. Desculpas aí a esses blogueiros mas preciso falar, ou melhor, já falei.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sustentabilidade em condomínios pode gerar economia e vantagens para os moradores

A sustentabilidade é uma tendência cada vez mais forte entre os condomínios, sejam eles comerciais ou residenciais. Há várias possibilidades, desde a implantação de medidas relativamente simples, como coleta seletiva de lixo ou reuso de água da chuva, até a instalação de programas completos de sustentabilidade, com a ajuda de profissionais especializados – as regras valem tanto para condomínios já estabelecidos quanto para imóveis novos. Para que os gestores possam conhecer o conceito e evitar qualquer problema ou decepção na hora de implantar um projeto desse tipo em seu condomínio, o Blog Tecnisa entrevistou Newton Figueiredo, presidente do Grupo SustentaX, que atua nessa área. Confira abaixo a entrevista:

Quais as principais ações a serem tomadas por um condomínio que decidiu empreender um programa de sustentabilidade?
Em primeiro lugar é preciso realizar um diagnóstico, para determinar o nível de sustentabilidade que o condomínio já possui e o que pode ser feito para aumentá-lo, reduzindo custos e melhorando os ambientes para os condôminos. O controle do tabaco, a coleta seletiva, a utilização de metais sanitários eficientes, a implantação de capachos especiais para contenção da poeira em todas as entradas e a limpeza “verde”, com o uso de produtos sem cloro, são passos simples, porém importantes para a adesão à sustentabilidade.

Qual o custo médio para a implantação de um programa desse tipo?
Em condomínios residenciais, o diagnóstico inicial pode custar cerca de R$ 5 mil. Somente depois desse levantamento é que é possível se fazer uma estimativa de custos totais.

Quais são as questões mais comuns a serem observadas?
São diversas medidas, e cada condomínio apresenta necessidades específicas. Mas, de uma maneira geral, as principais ações são as seguintes:

- Racionalização no consumo da água: implantação de medidas de consumo racional, como torneiras e válvulas de descargas eficientes, controle de consumo por área (sanitários, paisagismo etc), reuso da água da chuva, implantação de paisagismo com baixas necessidades hídricas e irrigação controlada, além de medidores individuais.

- Qualidade do ar no interior do condomínio: proibição do fumo nas áreas internas do empreendimento e nas áreas externas próximas às entradas, utilização de tintas, colas, vernizes e carpetes com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis, instalação de sensores de CO2 em áreas de grande concentração de pessoas.

- Desempenho de energia: medidas de acompanhamento da performance dos sistemas e gerenciamento do consumo, treinamento para a equipe que garanta a otimizada dos sistemas, compra de equipamentos de baixo consumo (em caso de novas aquisições), que tenham selos Procel ou Energy Star. Além disso, também é possível verificar a possibilidade de comprar energias renováveis (eólica, solar fotovoltaica, solar térmica, biomassa, PCH) que causem baixo impacto ambiental, seja por geração local ou através de compra de produtores, e estabelecer um procedimento para documentar as reduções de emissão de CO2.

- Implantar um Manual de Boas Práticas preditivas, que pode ser distribuído aos condôminos.

- Implantar uma política de compras e de limpeza sustentável: utilizar produtos de limpeza de baixa toxicidade e adquirir equipamentos eficientes; implantar capachos especiais para contenção da poeira em todas as entradas; estabelecer procedimento para garantia do desempenho acústico mínimo; estabelecer procedimento para a documentação de impacto na produtividade;e, em alguns casos, estabelecer procedimento para a criação sala(s) de alívio e recuperação.

- Estabelecer procedimento para criação de espaços com acessibilidade universal;

- Implantar uma política de reciclagem de lixo, com separação, armazenagem e coleta de quaisquer tipos de recicláveis.

Quais são as principais vantagens que o condomínio tira de um programa de sustentabilidade interno?
As vantagens são inúmeras. A principal é a redução de custos, graças principalmente à otimização energética e ao melhor aproveitamento da água. Os impactos na vida dos moradores vão desde a saúde, por meio da utilização de materiais com baixos índices de Compostos Orgânicos Voláteis [poluentes atmosféricos nocivos à saúde] e do controle da qualidade do ar, até a conscientização para a preservação dos recursos naturais que podem ser colocados em prática no dia-a-dia, como a coleta seletiva.

De acordo com estudos do US Green Building Council (USGBC), entidade dos EUA responsável pela certificação LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, critério mundial mais utilizado atualmente, as construções verdes apresentam ganho em produtividade dos funcionários, que pode chegar a 16%, reduzem em até 30% o consumo de energia, 50% o uso de água, 35% a emissão de gás carbônico, além de diminuir a poluição gerada pela construção e pela operação do empreendimento. No caso dos condomínios, os custos de manutenção e operação são até 40% menores, com vida útil prolongada.

Quais são as principais diferenças entre edifícios residenciais e comerciais?
Nos edifícios comerciais, a produtividade dos ocupantes é uma necessidade – segundo estudos, a sustentabilidade pode tornar os colaboradores até 16% mais produtivos. No edifício residencial, o que interessa é o menor valor da taxa de condomínio, a melhor qualidade do ambiente e o maior valor de revenda do imóvel.

Hoje ouvimos falar bastante de “green buildings”. Há alguma vantagem para o condomínio ser certificado com um selo desse tipo? Há incentivos governamentais, por exemplo?
No momento, no Brasil, ainda não há incentivos governamentais para que os edifícios s tornem “verdes” ou recebam a certificação. Entretanto, os próprios projetos sustentáveis se viabilizam, pelos próprios benefícios que eles proporcionam.
Já existem empresas certificadoras de sustentabilidade em condomínios no Brasil?
A certificação se dá por organismos independentes, como o Green Building Council Brasil.

Para ser efetivo, como deve funcionar um sistema de coleta seletiva de lixo? A Prefeitura, por exemplo, realiza essa coleta ou é necessário entrar em contato com outras entidades? Quem realiza esse tipo de serviço?
A principal preocupação deve ser evitar que materiais recicláveis possam acabar em aterros sanitários. Além disso, deve-se também preocupar-se com a inclusão social. Existem cooperativas que recebem os materiais e fazem a sua separação e venda para as empresas. Para mais informações, consulte o site do Instituto Brasil Ambiental (IBA) – www.ibabrasil.org.br.

Quantos condomínios sustentáveis existem hoje no Brasil?
Já existem quatro empreendimentos certificados e da ordem de 100 em processo de certificação, sendo a maioria em São Paulo.

fonte:http://www.blogtecnisa.com.br/lar/sustentabilidade-em-condominios-pode-gerar-economia-e-vantagens-para-os-moradores/

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O ser sustentável!


A figura do ser sustentável ainda é algo muito estranho para a maioria da população. Por isso mesmo, a impressão de que esse conceito é apenas um modismo a ser imitado com intenção de figurar com destaque para um determinado grupo de pessoas ou para um mercado consumidor específico; é cada vez mais difundida entre a população comum.

Mas, muito mais do que mostrar para as pessoas que o “ser sustentável” é uma forma de vida e a única maneira de permitir que nosso planeta se recupere para que possamos viver em paz e por muito tempo ainda com os recursos naturais que ele tem para nos fornecer. Essa mudança de paradigma e da maneira como as pessoas encaram, principalmente, o consumo dos países mais desenvolvidos e das classes mais privilegiadas é algo difícil de se conseguir e que demanda muita luta e muita conscientização através de um processo lento, contínuo e muito trabalhoso.

É necessário encontrar formas cada vez mais criativas para mostrar, ao povo em geral, que o “ser sustentável” está ao alcance de cada um de nós por mais simples e por mais humilde que nossas vidas sejam. Absolutamente todos têm o poder e a oportunidade de ajudar na luta pela conservação do planeta, ou seja, vivermos em um planeta sustentável.

Transmitir e fazer a idéia ficar gravada na mente, e nos “espíritos”, da população deve ser encarado como algo diário e de constante busca através de campanhas educativas e com mensagens reais e de alto impacto que sejam capazes de imprimir o horror que nos aguarda no futuro caso continuemos a encarar o ser sustentável apenas como uma moda e algo “do momento”.

Viver a sustentabilidade, ou seja, “ser sustentável” é muito mais do que preservar o ambiente e se preocupar com as emissões de carbono para a atmosfera. Devem-se levar em consideração todos os fatores sociais e ambientais que causam algum tipo de prejuízo para o ser humano e estudar maneiras capazes de mudar essa forma tão normal de “levar a vida” que a maioria da população do mundo entende como certa.

Alguns empresários correram para aproveitar a moda do “ser sustentável” e resolveram vincular suas marcas e produtos a uma nova “visão verde” que vinha se espalhando pelo mundo como um fogo no mato. Muitos acabaram ficando pelo caminho quando a realidade do seu modo “sustentável” veio a tona e comprovou-se que se tratavam apenas de espertalhões mal intencionados que queriam se aproveitar da moda. Mas alguns remaram na direção oposta e transformaram o “ser sustentável” em uma verdade promissora e numa oportunidade real para rever processos e mudarem drasticamente sua forma de atuar na natureza. Conscientizando seus funcionários e formando toda uma nova cultura de como ser sustentável em torno de suas fábricas, de suas equipes e dos familiares destes. Atuando de forma real e verídica em prol de uma melhoria de vida para toda a comunidade em que estavam inseridos.

Ser verdadeiramente sustentável é um desafio e uma meta de cada um de nós para que consigamos mudar o destino de nosso planeta e assegurar a continuidade de nossa espécie.

Pense nisso.

Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br


Você é sustentável?

Bom dia! Hoje, venho trazer a vocês uma ferramenta muito legal, para saber se você é ou não sustentável. Muitas pessoas já devem conhecer o manual de etiqueta sustentável da Editora Abril, criado em 2007, com várias idéias sustentáveis e até com versão para iphone!!

Para quem ainda não conhece, baixe gratuitamente aqui.

Bom, hoje segue aqui um questionário apenas com o modo de reflexão sobre o uso que você faz da água. Leia atentamente cada item, e observe como você pode realizar práticas sustentáveis sem esforço algum!

Você pratica essa ação??

1 - Não há nada de errado em tomar água “torneiral”! Saiba que ela é bem tratada antes de chegar a sua casa. Melhor que ter incômodos garrafões é instalar um purificador na torneira. O consumo de água engarrafada envolve o transporte em veículos a diesel.

2 - Usar a mangueira de água para varrer a calçada - a chamada "vassourinha hidráulica" - é uma atitude irresponsável que ainda é praticada com freqüência. Em 15 minutos, o desperdício é de 280 litros.

3 - Não deixar que as torneiras fiquem pingando inutilmente é economia líquida e certa de água e de dinheiro.

4 - Pensar com carinho na possibilidade de colocar acumuladores de energia solar e de coleta de água das chuvas em sua casa pode ser um bom investimento para você. E um alívio para o planeta.

5 - Identificar vazamentos em casa não é tarefa difícil. Fechando as torneiras e interrompendo o consumo é possível observar se os indicadores do hidrômetro continuam girando. Se estiverem, você está desperdiçando dinheiro e água.

6 - Assim como escovar os dentes ou fazer a barba com a torneira aberta, ensaboar a louça com água limpa escorrendo na pia é puro desperdício.

7 - Existem diversas opções para lavar o carro a seco. Algumas são até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Lavar menos o carro também ajuda a economizar água.

8 - Uma boa saída para economizar água é fazer uso de aeradores, aquelas peneirinhas instaladas nas torneiras e até no chuveiro. Eles introduzem ar proporcionando sensação de maior vazão e um fluxo mais intenso, mas diminuindo o consumo de água.

9 - Para tornar a dica acima ainda mais eficiente, reduzir a pressão da água por meio do registro também contribui para baixar o consumo e diminuir o valor da conta no final do mês.

10 - Anotar em um diário ou agenda o gasto mensal de água permite controlar melhor o consumo e, depois de um ano, rever e corrigir seus hábitos e os da sua família em casa. Isto também vale para as contas de energia elétrica.

11 - Vasos sanitários com caixa acoplada utilizam 6 litros de água por descarga em vez dos mais de 20 litros das válvulas de parede convencionais. Modelos mais modernos trazem ainda um duplo botão para 3 e 6 litros, que podem ser acionados de acordo com a necessidade.

12 - Aquela água que sai da máquina depois da lavagem de roupas pode ser reaproveitada para lavar a área de serviço.

13 - Despejar restos de tintas, vernizes, inseticidas e outros produtos químicos no vaso sanitário ou no ralo contamina a água e dá um trabalhão para as companhias de saneamento. Se sobrar, doe. Pontas de cigarro, preservativos e absorventes podem até entupir encanamentos.

14 - Você sabia que molhar jardins e plantas pela manhã ou ao entardecer evita perda de água pela evaporação? E que nos dias mais frios pode-se aguá-las dia sim, dia não, sem deixar que elas morram de sede?

15 - Instalando medidores individuais de água é possível incentivar a redução do consumo. Investir na construção de cisternas facilita a captação e o aproveitamento da água das chuvas.


Reflitam!

domingo, 24 de julho de 2011

Dieta vegetariana é igual a dieta sustentável?


Estava assistindo alguns vídeos sobre estilo de vida sustentável, então encontrei este vídeo, que diz, se formos   vegetarianos "80% da poluição irá diminuir, 80% do aquecimento global será reduzido". Logo questionei: "será?".

Em sites de pesquisa como o Wikipédia, já se encontra o termo "ecotarian" (em português: ecotariano). E segundo este, para ser um "ecotariano" você deve seguir os princípios: comidas à base de plantas, orgânicas, locais, comércio justo, e alimentação balanceada.
À base de plantas - não quer dizer que a pessoa "ecotariana" não coma carne por motivo espiritual, de saúde ou de moral. o "ecotariano" não come carne, pela forma que é produzida, com uma série de injeções hormonais e de remédios injetados nos animais, além do impacto ambiental que causam os grandes pastos e suas fábricas. Porém, se alguém deixar um pedaço de carne sobrando no prato, um "ecotariano" é capaz de comer esta carne para não desperdiçá-la.
Comidas orgânicas - pois não levam ao uso de agrotóxicos, que além de poluírem, e prejudicarem o meio ambiente, também diminuem os nutrientes das plantas e prejudicam o corpo humano.
Locais - quer dizer, produzidas na região em que vive para evitar o transporte de alimentos. 1. O transporte de alimentos é o segundo meio em que mais se utiliza o petróleo. 2. Para melhorar a relação de alimentos e pessoas, isto é, para que nós tenhamos o conhecimento, de onde, como e quando são produzidas nossos alimentos. Assim, isso estimula as pessoas a terem um maior contato com pequenos produtores da região, que vão procurar não utilizar tantos produtos químicos em sua produção.
Se mais pessoas tivessem contato com o ciclo da produção de seus alimentos, isso iria reduzir o uso de agrotóxicos e a monocultura, que causa um grande impacto ambiental, degradando largas extensões de terra.
Comércio justo - os "ecotarianos" também prezam o preço justo dos alimentos, e se esses alimentos não são produzidos por trabalho escravo, ou abuso de patentes que fazem com que o preço do produto seja super-valorizado. Por exemplo: o cacau, e o café.
E por último, a alimentação balanceada - que preza, por ter todos os grupos de alimentos em seu prato no dia-a-dia, envolvendo uma idéia de alimentação saudável.
Vocês devem estar se perguntando... E a carne?
Sim, a carne está inclusa nessa alimentação, porém é importante que não se exagere e que seja apenas uma porção, algo em torno de 1 quarto do prato. E para que siga os costumes "ecotarianos", o animal deve ter sido alimentado organicamente, crescido na região em que você mora (não exatamente na sua casa), e deve ser criado humanamente, ou seja, ele deve ter uma vida feliz!!

Gostaram? Interessante né?
Para ter algumas idéias sobre alimentação saudável olhem aqui neste link do site Planeta Sustentável da Editora Abril.

Para maiores detalhes e algumas cositas mas sobre alimentação sustentável, segue aqui outro link para baixar um vídeo sobre o projeto da Fundação Banco do Brasil, que desenvolveu, na comunidade de São Sebastião a produção de um produto chamado "Multimistura", que contém todos os nutrientes necessários para a boa alimentação. O interessante é que o vídeo enfatiza, que todo vegetal, fruta ou verdura, pode ser aproveitado por inteiro, relatando maneiras de como é possível fazê-lo.

Além de mostrar tudo isso, também mostra no vídeo como produzir a "multimistura".
Este projeto é inteligente, social e saudável, o que o torna, um projeto sustentável.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Vamos agir e pensar!

Boa noite a todos!! Agora nosso blog será assinado por seus respectivos autores (será isso bom?). Farei a primeira postagem para um teste... hoje li alguns artigos interessantes sobre o "modismo" que a palavra sustentabilidade se tornou. Alguns dizendo que empresas usam desta imagem verde para aumentar suas vendas mas na verdade não praticam tais teorias, outros falam de utopia, sustentabilidade empresarial, gestão sustentável, etc. Vejo que hoje é necessário ter conhecimento para se tomar certa ações, existe muita falta de informação e essa falta de informação nos leva a criar um senso de responsabilidade equivocado em relação ao esse novo mundo "verde". Vou anexar abaixo um texto muito interessante feito pelo arquiteto Jaime Lerner que fala sobre novo termo verde.

-O termo sustentabilidade se tornou objeto de desejo de muitos. Porém, nem todos aplicam o seu conceito na íntegra ou de forma correta. Em muitas das reuniões de que participei mundo afora encontrei os mais diversos absurdos, como nos Estados Unidos, onde prefeitos declaram ser a favor do Protocolo de Kyoto, mas, por outro lado, não têm nenhum projeto em ação.

Diante de cenários como esse, me pergunto de que adianta apoiar o protocolo se não há empenho para resolver os problemas essenciais à sustentabilidade. Receio também que as pessoas não sejam capazes de diferenciar o que é fundamental para promovê-la em todos os aspectos.

Concordo que a reciclagem e o desenvolvimento de novas fontes são de extrema importância. Até os greenbuildings - moda nos Estados Unidos e que vêm ganhando adeptos no Brasil - são uma alternativa aos efeitos do aquecimento global. Mas até onde iremos com isso?

Lembro-me de quando era prefeito de Curitiba, na mesma época em que aconteceu a Eco-92 e todos os professores da cidade demonstravam entusiasmo com as possíveis soluções para os problemas ambientais. Mas sempre ressaltei que não basta ser entusiasta, é necessário ter conhecimento. E hoje vivemos um mundo entusiasta da sustentabilidade, porém não há muito conhecimento.
Acredito que três ações são importantes para se tornar mais sustentável, sendo a primeiro a redução do uso do automóvel. É claro que esse item é possível apenas se obrigarmos os dirigentes públicos a proverem suas cidades de um bom e eficiente sistema de transporte.

Além da melhoria dos transportes públicos, morar perto do local de trabalho é indispensável. Hoje, as cidades estão dispersas e isso gera um grande desperdício de energia, até mesmo a do ser humano. Outra atividade, e até mais simples, é a separação do lixo. Em minha opinião, a sustentabilidade reside entre o que você poupa e o que desperdiça. É uma equação simples.

Para termos um mundo melhor para as futuras gerações não devemos esquecer do principal, as crianças. Nosso papel é ensiná-las a desenvolver o senso de responsabilidade em relação à sustentabilidade. Essa marca tem de vir dos pequenos, caso contrário eles serão manipulados de acordo com outros interesses.-

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/sustentabilidade/conteudo_279156.shtml

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Nada de papel: até 2015, todos os livros escolares serão digitais na Coréia do Sul


Imagine um livro escolar que pode ser atualizado automaticamente, com conteúdo multimídia e sem pesar na mochila. A ideia vem da Coreia do Sul, que vai investir mais de R$3,2 bilhões até 2015, para que todos os alunos de escola pública usem livros escolares digitais. O ministério da Educação, Ciência e Tecnologia explica que os livros-texto digitais terão o conteúdo tradicional mais multimídia, e as escolas terão Wi-Fi para acessar um sistema na nuvem, onde estarão os livros.

Inicialmente, serão usados tanto os livros em papel, como os tablet PCs; a transição para livros digitais deve acabar em 2015. E o ministério planeja fornecer tablets de graça para estudantes de famílias com baixa renda. Somos um pouco céticos a respeito de tablets na sala de aula, pelo menos no Brasil: a ferramenta é ótima – mas os usos, nem sempre.
Esperamos que a experiência na Coréia do Sul nos ensine a usar melhor o computador em sala de aula.

Por
Felipe Moura, em
www.gizmodo.com.br

Os tablets podem ser usados não só no ambiente escolar, mas como no trabalho, e para atividades do dia-a-dia também. Podemos utilizá-los como caderno de anotações ou agenda; uma pasta de documentos portátil, sem ter a necessidade de imprimir tudo e carregar em uma pasta física; e até para a economia de energia, pois os tablets duram até 10 horas de energia, sem ter que ligar na tomada, como computadores e notebooks.

Adquira esse hábito. Tecnologia em prol do meio ambiente.

E lembrem-se: avalie a importância do documento antes de imprimir. Pense no meio ambiente. Pense novo...