sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Empresa italiana desenvolve cimento transparente que poupa energia
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Tecnologia permite que fogão a lenha gere energia para carregar celular
Muito bom... além da visão social e da saúde de quem utiliza fogão a lenha, também envolveram a questão ambiental, tudo em apenas um produto!!! #ProdutoNota10
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Condomínio é exemplo de autossustentabilidade
domingo, 4 de setembro de 2011
Sacolas plásticas podem ser melhor que as retornáveis?
Depois de ser “demonizada” pelos consumidores preocupados com o meio ambiente, a sacola plástica parece ter encontrado seu lugar. Ao menos por ora – e aqui no Brasil. Um amplo estudo realizado pela Fundação Espaço Eco, única organização no país que faz análises de ecoeficiência (considera aspectos ambientais e econômicos) de produtos e processos industriais, analisou o impacto de oito tipos diferentes de sacolas para carregar compras: a sacola plástica tradicional, a feita de plástico verde (a partir de cana-de-açúcar), a oxi-degradável, de papel, de TNT (material dos saquinhos dados por lava-rápidos) e as sacolas renováveis de plástico, tecido e ráfia (um tipo de fibra usada em sacolas vendidas por alguns supermercados). O resultado foisurpreendente: dependendo dos hábitos do consumidor, é preferível utilizar as sacolas plásticas em vez das renováveis.
Os tipos de sacolas analisadas pela Fundação Espaço Eco (Foto: Divulgação)
Para as pessoas que fazem poucas compras, as sacolas plásticas (convencional, verde e oxi-degradável) se mostraram as mais indicadas tanto do ponto de vista ambiental (causam menos impacto quando considerado o processo completo, da produção à reciclagem do plástico) quanto do econômico – podem ser utilizadas como saco de lixo.
Neste caso, o levantamento considerou uma compra mensal de 26,5 quilos, equivalente a uma cesta básica. A condição para que a opção pela sacola plástica valha a pena é que o indivíduo faça compras e descarte o lixo, no máximo, duas vezes por semana.
No extremo oposto, as sacolas renováveis são mais indicadas para consumidores que fazem muitas compras ao mês. Isso porque, ao ir várias vezes ao supermercado, o indivíduo não necessariamente compra mais produtos, mas acumula mais sacolas. A opção pelas de pano, de ráfia, plástico retornável ou TNT, logicamente, reduz este impacto.
Além da quantidade de produtos adquiridos ao longo do mês, outros dois aspectos condicionam a escolha por um ou outro tipo de sacola: a freqüência com que a família vai ao mercado e o número de vezes que descarta o lixo. O ideal, segundo os pesquisadores, é aproveitar ao máximo a capacidade da sacola e reduzir o número de descartes por semana.
O levantamento, patrocinado pela Braskem, simula várias opções para uma família que consome 212 quilos por mês (cerca de oito cestas básicas). Neste caso, só compensará utilizar sacolas retornáveis caso o descarte de lixo seja feito no máximo duas vezes por semana – independentemente da freqüência com que se vai ao mercado.
Entre os extremos de baixo e alto consumo, está o caso base da compra de 106 quilos ao mês (aproximadamente quatro cestas básicas). Para um consumo neste patamar, as sacolas plásticas ainda se mostram mais vantajosas caso as compras sejam feitas até três vezes por semana e o descarte de lixo, até duas vezes.
Esquema orienta sobre que tipo de sacola usar de acordo com os hábitos do consumidor.
Na análise, os técnicos da Fundação Espaço Eco consideraram aspectos como o consumo de energia para fabricar as sacolas, o uso da terra, o tipo de recurso natural empregado, potenciais de risco e de toxidade e asemissões ao longo de toda a cadeia – da extração da matéria-prima à reciclagem pós-consumo, ao longo de um ano. Isso significa que, no caso das bolsas retornáveis, cuja vida útil é de ao menos dois anos, o impacto ambiental poderia ser ainda menor.
Os pesquisadores dão um norte aos consumidores: à medida que o volume de compras e a freqüência das idas ao mercado aumentam, melhor optar pelas sacolas retornáveis. Na direção oposta, quando o número de descartes de lixo feito por uma família de consumo alto também é grande, as sacolas plásticas se mostram adequadas.
“O ideal, com o aumento do volume de compras, é reduzir a freqüência do descarte”, afirma Hélio Mattar, diretor presidente do Instituo Akatu, organização que promove o consumo consciente.Este foi o primeiro estudo a comparar diferentes tipos de sacolas, dentro da realidade brasileira. Pesquisas em outros países, onde a matriz energética, a logística e outros fatores divergem dos do Brasil, já apresentaram resultados diferentes.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Três instalações urbanas que tornam o transporte público mais divertido
Embora o desenvolvimento de veículos elétricos menos poluentes esteja avançando rapidamente no mundo, o futuro da mobilidade sustentável exige uma menor quantidade de carros nas ruas. Para isso, as cidades precisam combinar uma boa promoção do uso da bicicleta com um sólido sistema de transporte público.
No entanto, por mais eficientes que sejam os metrôs, trens e ônibus que nos levam de casa para o trabalho, as viagens podem se tornar aborrecidas, uma rotina que pode acabar com o bom humor de qualquer um. A esse problema, marcas, organizações e artistas respondem com diferentes intervenções, que buscam combater o tédio das longas viagens e arrancar um sorriso dos passageiros.
A instalação mais antiga talvez seja a mais espontânea e misteriosa. Em 2009, alguém teve a ideia de pendurar três balanços nas barras de metal de um trem do sistema BART, de São Francisco, novidade que foi bem recebida pelos entediados passageiros. Balançar em um trem em movimento provavelmente não é muito seguro, e dificilmente a proposta será aprovada, o que não impede que uma adaptação transforme essa iniciativa em uma vantagem institucional.
O que você acha dessas instalações? Gostaria de encontrar uma delas durante a viagem para o trabalho?
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Aprenda a fazer uma composteira doméstica passo-a-passo
ReuseMob. Você vai querer participar! Video 2
terça-feira, 30 de agosto de 2011
“Farm Parasite” alemães desenvolvem cultivo e compostagem em pequenos espaços.
Os designers alemães Charlotte Dieckmann e Nils Ferber desenvolveram uma interassante solução: o Parasite Farm, um sistema de cultivo de plantas comestiveis com luz artificial, próprio para espaços pequenos, que pode ser instalado em prateleiras e conta até com uma composteira muito prática.
É um sistema vertical que permite ao usuário produzir húmus ao longo do tempo, que pode ser colhida por agitação da grade e puxando para fora o compartimento embaixo.
A composteira tem um design especialmente interessante (via TreeHugger internacional). Integrada a uma tábua de cortar, ela recebe os restos de alimentos diretamente em um recipiente com vários compartimentos, que armazenam o húmus produzido por minhocas e os líquidos residuais dos alimentos (ambos ricos fertilizantes para plantas).
Os líquidos dos alimentos também são reutilizados, ele infiltra para outro compartimento inferior, onde é coletado com ricos nutrientes e é um poderoso fertilizante líquido para plantas.
Os canteiros foram projetados para serem colocados (acoplados) a prateleiras e a são alimentados com luzes artificiais focalizadas permitindo o crescimento das plantas mesmo em espaços que não recebem luz solar – uma espécie de fazenda vertical em larga escala.
Para mais informações, confira Designboom e os sites de Charlotte Dieckmann eNils Ferber .
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Quem participa de grupos de carona no trabalho ou na faculdade ajuda a diminuir o número de carros nas ruas (e os níveis de poluição do ar)
Nesta aula, dividimos a turma em 4 grupos, cada qual com o seu problema social para ser debatido. Os temas eram: o trânsito caótico do DF, e a poulição que isso traz; o adensamento populacional de Águas Claras, uma RA do DF, que hoje chega a ser um dos maiores canteiros de obras da América Latina; o aquecimento global e as formas de energias renováveis aplicáveis no DF; e por último a alimentação da população que leva a obesidade.
Nosso grupo pegou o problema do transporte.
Uma das melhores maneiras de diminuir o número de carros, não só aqui no DF, onde tudo é um pouco distante, mas em qualquer lugar do mundo é uma prática que já vem sendo adotada por muitas pessoas : a CARONA SOLIDÁRIA.
A meu ver, 'solidária' seria´, não só como uma caridade para com o próximo de oferecer a carona, mas principalmente a solidariedade praticada para com o meio ambiente. Vamos adotar essa idéia!
Ok... Agora levando a sério.
Aqui, vou publicar uma matéria bem legal sobre isso que li no site do Planeta Sustentável. Aproveitem!
Um a menos
Uma iniciativa parecida é o site Unicaronas, que soma mais de 5 mil usuários de universidades paulistas. Ali dá para ver quem oferece o trajeto de que você precisa e checar a "reputação" dos colegas para evitar quem fura ou se atrasa muito. Já o site Caronetas, lançado em maio, gerencia projetos de caronas das empresas que se associam a ele - como o Banco do Brasil e a seguradora Mapfre.
O SEU ESQUEMA
Se a sua empresa ou faculdade não participa desses projetos, você pode criar seu próprio sistema com base em grupos de e-mail - usando o Google ou o Yahoo, por exemplo. Quem se interessa adere ao grupo e é notificado cada vez que alguém informa seu trajeto ou pede carona. O custo da viagem (combustível e pedágios) deve ser dividido entre os ocupantes do carro - e o espaço no porta-malas também. O grupo A Barca, que liga mineiros que transitam entre São Paulo e Minas Gerais, funciona desse jeito desde 2001. E, como os destinos são sempre os mesmos, já existe até uma tabela de preços determinada pelo número de pessoas envolvidas. É supersimples de organizar!
POR QUE ADERIR Cada vez que você dá carona a alguém que também tem carro (ou pega carona com essa pessoa), está contribuindo para que um veículo a menos saia à rua. Por que isso é legal? Veja só:
• Carros poluem. E poluição mata. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo divulgada neste ano concluiu que 4 mil pessoas morrem anualmente na capital paulista por problemas decorrentes da poluição do ar - 80% dela causada pelos veículos.
• Carros são caros. Uma pessoa que roda mil quilômetros por mês (em um veículo que circula por 10 quilômetros com 1 litro de gasolina) gasta mais de R$ 3 000 anuais. Isso sem contra os impostos e a manutenção.
• Carros precisam ser estacionados. E vagas de estacionamento são um item em extinção nas grandes cidades...
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Pegada Ecológica das Moradias

segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Sustentabilidade em liquidação

quarta-feira, 27 de julho de 2011
Sustentabilidade em condomínios pode gerar economia e vantagens para os moradores

segunda-feira, 25 de julho de 2011
O ser sustentável!

A figura do ser sustentável ainda é algo muito estranho para a maioria da população. Por isso mesmo, a impressão de que esse conceito é apenas um modismo a ser imitado com intenção de figurar com destaque para um determinado grupo de pessoas ou para um mercado consumidor específico; é cada vez mais difundida entre a população comum.
Mas, muito mais do que mostrar para as pessoas que o “ser sustentável” é uma forma de vida e a única maneira de permitir que nosso planeta se recupere para que possamos viver em paz e por muito tempo ainda com os recursos naturais que ele tem para nos fornecer. Essa mudança de paradigma e da maneira como as pessoas encaram, principalmente, o consumo dos países mais desenvolvidos e das classes mais privilegiadas é algo difícil de se conseguir e que demanda muita luta e muita conscientização através de um processo lento, contínuo e muito trabalhoso.
É necessário encontrar formas cada vez mais criativas para mostrar, ao povo em geral, que o “ser sustentável” está ao alcance de cada um de nós por mais simples e por mais humilde que nossas vidas sejam. Absolutamente todos têm o poder e a oportunidade de ajudar na luta pela conservação do planeta, ou seja, vivermos em um planeta sustentável.
Transmitir e fazer a idéia ficar gravada na mente, e nos “espíritos”, da população deve ser encarado como algo diário e de constante busca através de campanhas educativas e com mensagens reais e de alto impacto que sejam capazes de imprimir o horror que nos aguarda no futuro caso continuemos a encarar o ser sustentável apenas como uma moda e algo “do momento”.
Viver a sustentabilidade, ou seja, “ser sustentável” é muito mais do que preservar o ambiente e se preocupar com as emissões de carbono para a atmosfera. Devem-se levar em consideração todos os fatores sociais e ambientais que causam algum tipo de prejuízo para o ser humano e estudar maneiras capazes de mudar essa forma tão normal de “levar a vida” que a maioria da população do mundo entende como certa.
Alguns empresários correram para aproveitar a moda do “ser sustentável” e resolveram vincular suas marcas e produtos a uma nova “visão verde” que vinha se espalhando pelo mundo como um fogo no mato. Muitos acabaram ficando pelo caminho quando a realidade do seu modo “sustentável” veio a tona e comprovou-se que se tratavam apenas de espertalhões mal intencionados que queriam se aproveitar da moda. Mas alguns remaram na direção oposta e transformaram o “ser sustentável” em uma verdade promissora e numa oportunidade real para rever processos e mudarem drasticamente sua forma de atuar na natureza. Conscientizando seus funcionários e formando toda uma nova cultura de como ser sustentável em torno de suas fábricas, de suas equipes e dos familiares destes. Atuando de forma real e verídica em prol de uma melhoria de vida para toda a comunidade em que estavam inseridos.
Ser verdadeiramente sustentável é um desafio e uma meta de cada um de nós para que consigamos mudar o destino de nosso planeta e assegurar a continuidade de nossa espécie.
Pense nisso.
Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.brVocê é sustentável?
domingo, 24 de julho de 2011
Dieta vegetariana é igual a dieta sustentável?
Estava assistindo alguns vídeos sobre estilo de vida sustentável, então encontrei este vídeo, que diz, se formos vegetarianos "80% da poluição irá diminuir, 80% do aquecimento global será reduzido". Logo questionei: "será?".
Em sites de pesquisa como o Wikipédia, já se encontra o termo "ecotarian" (em português: ecotariano). E segundo este, para ser um "ecotariano" você deve seguir os princípios: comidas à base de plantas, orgânicas, locais, comércio justo, e alimentação balanceada.
À base de plantas - não quer dizer que a pessoa "ecotariana" não coma carne por motivo espiritual, de saúde ou de moral. o "ecotariano" não come carne, pela forma que é produzida, com uma série de injeções hormonais e de remédios injetados nos animais, além do impacto ambiental que causam os grandes pastos e suas fábricas. Porém, se alguém deixar um pedaço de carne sobrando no prato, um "ecotariano" é capaz de comer esta carne para não desperdiçá-la.
Comidas orgânicas - pois não levam ao uso de agrotóxicos, que além de poluírem, e prejudicarem o meio ambiente, também diminuem os nutrientes das plantas e prejudicam o corpo humano.
Locais - quer dizer, produzidas na região em que vive para evitar o transporte de alimentos. 1. O transporte de alimentos é o segundo meio em que mais se utiliza o petróleo. 2. Para melhorar a relação de alimentos e pessoas, isto é, para que nós tenhamos o conhecimento, de onde, como e quando são produzidas nossos alimentos. Assim, isso estimula as pessoas a terem um maior contato com pequenos produtores da região, que vão procurar não utilizar tantos produtos químicos em sua produção.
Se mais pessoas tivessem contato com o ciclo da produção de seus alimentos, isso iria reduzir o uso de agrotóxicos e a monocultura, que causa um grande impacto ambiental, degradando largas extensões de terra.
Comércio justo - os "ecotarianos" também prezam o preço justo dos alimentos, e se esses alimentos não são produzidos por trabalho escravo, ou abuso de patentes que fazem com que o preço do produto seja super-valorizado. Por exemplo: o cacau, e o café.
E por último, a alimentação balanceada - que preza, por ter todos os grupos de alimentos em seu prato no dia-a-dia, envolvendo uma idéia de alimentação saudável.
Vocês devem estar se perguntando... E a carne?
Sim, a carne está inclusa nessa alimentação, porém é importante que não se exagere e que seja apenas uma porção, algo em torno de 1 quarto do prato. E para que siga os costumes "ecotarianos", o animal deve ter sido alimentado organicamente, crescido na região em que você mora (não exatamente na sua casa), e deve ser criado humanamente, ou seja, ele deve ter uma vida feliz!!
Gostaram? Interessante né?
Para ter algumas idéias sobre alimentação saudável olhem aqui neste link do site Planeta Sustentável da Editora Abril.
Para maiores detalhes e algumas cositas mas sobre alimentação sustentável, segue aqui outro link para baixar um vídeo sobre o projeto da Fundação Banco do Brasil, que desenvolveu, na comunidade de São Sebastião a produção de um produto chamado "Multimistura", que contém todos os nutrientes necessários para a boa alimentação. O interessante é que o vídeo enfatiza, que todo vegetal, fruta ou verdura, pode ser aproveitado por inteiro, relatando maneiras de como é possível fazê-lo.
Além de mostrar tudo isso, também mostra no vídeo como produzir a "multimistura".
Este projeto é inteligente, social e saudável, o que o torna, um projeto sustentável.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Vamos agir e pensar!
Boa noite a todos!! Agora nosso blog será assinado por seus respectivos autores (será isso bom?). Farei a primeira postagem para um teste... hoje li alguns artigos interessantes sobre o "modismo" que a palavra sustentabilidade se tornou. Alguns dizendo que empresas usam desta imagem verde para aumentar suas vendas mas na verdade não praticam tais teorias, outros falam de utopia, sustentabilidade empresarial, gestão sustentável, etc. Vejo que hoje é necessário ter conhecimento para se tomar certa ações, existe muita falta de informação e essa falta de informação nos leva a criar um senso de responsabilidade equivocado em relação ao esse novo mundo "verde". Vou anexar abaixo um texto muito interessante feito pelo arquiteto Jaime Lerner que fala sobre novo termo verde.-O termo sustentabilidade se tornou objeto de desejo de muitos. Porém, nem todos aplicam o seu conceito na íntegra ou de forma correta. Em muitas das reuniões de que participei mundo afora encontrei os mais diversos absurdos, como nos Estados Unidos, onde prefeitos declaram ser a favor do Protocolo de Kyoto, mas, por outro lado, não têm nenhum projeto em ação.
Diante de cenários como esse, me pergunto de que adianta apoiar o protocolo se não há empenho para resolver os problemas essenciais à sustentabilidade. Receio também que as pessoas não sejam capazes de diferenciar o que é fundamental para promovê-la em todos os aspectos.
Concordo que a reciclagem e o desenvolvimento de novas fontes são de extrema importância. Até os greenbuildings - moda nos Estados Unidos e que vêm ganhando adeptos no Brasil - são uma alternativa aos efeitos do aquecimento global. Mas até onde iremos com isso?
Lembro-me de quando era prefeito de Curitiba, na mesma época em que aconteceu a Eco-92 e todos os professores da cidade demonstravam entusiasmo com as possíveis soluções para os problemas ambientais. Mas sempre ressaltei que não basta ser entusiasta, é necessário ter conhecimento. E hoje vivemos um mundo entusiasta da sustentabilidade, porém não há muito conhecimento.
Acredito que três ações são importantes para se tornar mais sustentável, sendo a primeiro a redução do uso do automóvel. É claro que esse item é possível apenas se obrigarmos os dirigentes públicos a proverem suas cidades de um bom e eficiente sistema de transporte.
Além da melhoria dos transportes públicos, morar perto do local de trabalho é indispensável. Hoje, as cidades estão dispersas e isso gera um grande desperdício de energia, até mesmo a do ser humano. Outra atividade, e até mais simples, é a separação do lixo. Em minha opinião, a sustentabilidade reside entre o que você poupa e o que desperdiça. É uma equação simples.
Para termos um mundo melhor para as futuras gerações não devemos esquecer do principal, as crianças. Nosso papel é ensiná-las a desenvolver o senso de responsabilidade em relação à sustentabilidade. Essa marca tem de vir dos pequenos, caso contrário eles serão manipulados de acordo com outros interesses.-
fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/sustentabilidade/conteudo_279156.shtml
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Nada de papel: até 2015, todos os livros escolares serão digitais na Coréia do Sul

Imagine um livro escolar que pode ser atualizado automaticamente, com conteúdo multimídia e sem pesar na mochila. A ideia vem da Coreia do Sul, que vai investir mais de R$3,2 bilhões até 2015, para que todos os alunos de escola pública usem livros escolares digitais. O ministério da Educação, Ciência e Tecnologia explica que os livros-texto digitais terão o conteúdo tradicional mais multimídia, e as escolas terão Wi-Fi para acessar um sistema na nuvem, onde estarão os livros.
Inicialmente, serão usados tanto os livros em papel, como os tablet PCs; a transição para livros digitais deve acabar em 2015. E o ministério planeja fornecer tablets de graça para estudantes de famílias com baixa renda. Somos um pouco céticos a respeito de tablets na sala de aula, pelo menos no Brasil: a ferramenta é ótima – mas os usos, nem sempre.
Esperamos que a experiência na Coréia do Sul nos ensine a usar melhor o computador em sala de aula.
Por
Felipe Moura, em www.gizmodo.com.br
Adquira esse hábito. Tecnologia em prol do meio ambiente.
E lembrem-se: avalie a importância do documento antes de imprimir. Pense no meio ambiente. Pense novo...
