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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Terra! Planeta água.

Assim como Guilherme Arantes na composição da música “ Planeta água”, a sociedade utiliza e reconhece o grande valor deste elemento em abundância em nosso planeta. Porém grande parte desta água não está acessível ao consumo humano, isto é 96% de toda a água encontrada na terra está em nossos oceanos, 2,4% em geleiras e calotas polares e 0,6% em rios, lagos e lagoas. Segundo Kulshreshtha (1998), em 2025 mais da metade da população do planeta sofrerá com a falta de água potável . Neste cenário podemos incluir que 70% da água doce do planeta é consumida pela agricultura.
Analizando estes números podemos concluir que a escassez de água está mais próximo do que imaginávamos, a concientização da sociedade e medidas governamentais, podem promover uma grande avanço na luta contra a falta de água no planeta. Algumas ações podem realmente solucionar este problema dentre elas podemos citar a dessanilização da água. Um processo ainda em desenvolvimento e custo elevado porém uma das melhores soluções para esta esta problemática.
A dessanilização a água pode ocorrer de várias formas uma delas e a destilação, método que conciste no aquecimento da água até a sua vaporização, separando-se a água do sal e outras impurezas. Este processo demanda muita energia, tornando dessa forma, um processo não muito utilizado. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts ( MIT) desenvolvel um dessalinizador portátil ( ainda em experimento), ele funciona da seguinte forma, utilizando nano tecnologia o aparelho separa os íons da água dessalinizada ( que não tem carga elétrica).
Com o avanço da tecnologia, principalmente para a preservação dos recursos naturais, podemos esperar que a tecnologia de dessalinização se torne cada vez mais eficiente e barata. Podemos ressaltar que há uma necessidade de avanços tecnologicos para a melhoria da vida na terra, porém a há uma necessidade também de reflexição da população sobre um uso indiscriminado destes recursos naturais, pois se a ação por parte da pessoas em rocionalizar o uso deste recursos não acontecer, não haverá tecnologia o suficinte para remediar tamanha desordem.

Fontes:
Kulshreshtha, S.N. (1998). “ A global Outlook for water resources to the year 2025”

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Casa Sustentável!!


Muito tem se falado sobre sustentabilidade. No mundo inteiro órgãos públicos e privados se unem por um único objetivo: preservar o planeta. Mas, você já pensou o que realmente é necessário para você ter uma casa sustentável? O que há de novo no mercado imobiliário que possibilita a inserção de mais casas sustentáveis em todo o mundo? Vamos observar.

Projeto de Casas Sustentáveis – Vídeo
Casas sustentáveis possuem um princípio: economizar de uma maneira onde o planeta seja poupado, mas que nem por isso nossa vida seja sacrificada em pouco conforto e comodidade. Para se ter uma ideia,  até mesmo o governo, recentemente, abriu uma linha de crédito de reforma e construção que possibilita a realização de um empréstimo pensando em mudanças sustentáveis como, por exemplo, aquecedores solares. Abaixo, o vídeo mostra uma casa sustentável em Santa Catarina.



Pequenas ações inseridas na rotina de manutenção da casa podem ajudar o ambiente a ser mais eficiente e sustentável. Veja as dicas abaixo:

1. Faça a manutenção correta de encanamentos e vazamentos, evitando o desperdício de água. Uma gotinha pingando na torneira pode desperdiçar muita água. Se você precisar esperar para fazer a manutenção, tente pelo menos recolher essa água e utilizar para outro fim.
2. Verifique a vedação de portas e janelas de sua casa. Pequenas correntes de ar podem deixar o ambiente mais frio no inverno, necessitando de mais aparelhos para aquecimento. O teste pode ser feito com uma vela em um
 dia de vento. Basta se aproximar de frestas e ver se a chama treme ou apaga. Esses locais precisam de vedação extra. Para isso, você pode usar silicone ou outros materiais disponíveis em lojas de construção.
3. Verifique também a vedação da porta da geladeira. Quando funcionando plenamente, a eficiência energética do aparelho será maior. Para fazer o teste, coloque uma folha de papel na porta e feche. Se a folha ficar presa, a vedação está correta. Se a folha escorregar, é necessário fazer a manutenção, trocando a borracha da geladeira.
4. Ainda para as geladeiras e freezers, é importante manter asserpentinas sem poeira. Isso pode aumentar a eficiência do aparelho em até 30%.
5. Caso a geladeira não seja frost-free, descongele quando o gelo tiver no máximo 5mm de espessura. O acúmulo de gelo prejudica a eficiência do aparelho.
6. Verifique o funcionamento de aparelhos eletrônicos. Pequenas manutenções elétricas ajudam a economizar energia.
7. Quando as lâmpadas queimarem, opte pelas lâmpadas fluorecentes compactas ou de LED. Além disso, fazer a limpeza das luminárias aumenta o aproveitamento da luz sendo gerada.
8. Se o lugar em que você mora é predominantemente quente, opte por pintar a casa com cores claras. Se for ao contrário, paredes escuras ajudam a aquecer o ambiente.
9. Instalar um aerador em chuveiros e pias ajuda a reduzir pela metade o fluxo da água misturando-a com bolhas de ar.
10. Recolha a água da chuva em baldes e bacias e use para lavar calçadas e carros.





Fonte: http://atitudesustentavel.uol.com.br,
           http://www.dimensaoimoveissc.com.br

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Prédios ecológicos e Arquitetura Verde


Edifícios verdes ou os chamados edifícios ecológicos
Construção ecológica inclui o desenho e a construção de um edifício de tal maneira que ele não tenha qualquer tipo de implicação ecológicas. Isso inclui tanto em adotar uma técnica apropriada eco amigável para projeto do edifício, bem como ter certeza que o resultado final na forma do edifício seja amigável ao ambienteUm edifício ecológico não realiza qualquer tipo de ameaça ao ambiente circundante, incluindo a flora e a fauna. O principal objetivo por trás da criação de edifícios ecológicos é que a habitação humana de um lugar não tenha qualquer efeito adverso sobre a ecologia do entorno. O seu único objetivo é proteger o meio ambiente, proteger a ecologia e manter um relacionamento saudável entre seres humanos e sua ecologia circundante.
Os edifícios ecológicos são projetados por uma equipe especial de arquitetos que têm o sentimento de comprometimento com o meio ambiente que não seja apenas construir um edifício para o bem da pessoa. São criados para obtenção de um acordo mútuo e harmonioso entre os seres humanos residentes e os elementos em torno da natureza ou ecologia. As características para uma construção ecológica de um edifício inclui a ecologia local dos fatores ambientais, como construção e fatores locais como a biosfera, e a relação entre eles. A concepção do edifício ecológico é um pouco semelhante à Permacultura, que fala sobre a criação de uma sociedade e agricultura baseada na repercussão que isso terá sobre a ecologia envolvente. Qualquer construção ecológica é definida com base no que foi dito. Aqui, o ponto chave é a segurança do meio ambiente.
Bem, como foi discutido anteriormente, existem dois fatores, os bióticos e os abióticos. Os fatores bióticos incluem a flora e a fauna, e isso leva a descobrir que tipo de efeitos a construção teria sobre as espécies que vivem no entorno da construção. Harmonia entre as espécies vivas e interação saudável entre eles também é importante. Os fatores abióticos incluem a paisagem local presente, morros, montanhas, como também o clima local. Com base nestes fatores é decidido, que tipo de água padrão, utilização da terra e fonte de energia será utilizado para a construção ecológica, para que se torne um lugarambientalmente harmonioso para se viver. 
O conceito de construção ecológica não é apenas para reduzir o impacto negativo de um edifício sobre a ecologia, mas o seu objectivo principal é criar uma interacção positiva com a ecologia. A construção ecológica é um conceito positivo e tem como objetivo trazer harmonia entre a natureza e edifícios. Interação positiva, em última análise leva a uma redução nas repercussões negativas e, assim, faz com que sua construção seja perfeitamente eco amigável para se viver. A pessoa não terá que viver com culpa de que seu prédio tenha causado grande dano ao meio ambiente. Pouca coisa tem sido feita para evitar qualquer tipo de impacto negativo causado pela construção sobre a ecologia envolvente composta por componentes tanto bióticos e abióticos, ainda há muito a ser feito. Prédios ecológicos deixam a mensagem de que, mesmo os seres humanos, desempenham um papel importante na preservação da ecologia da sua área local e, assim, permite reduzir as implicações negativas que poderiam infligir sobre ele.
fonte: Arquitetura Sustentável

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Solar Sister e NextAid apresentam 5 tecnologias promissoras para a África


1 
Nesta foto, as Engenheiras Descalças da Mauritânia instalam painéis solares em suas  aldeias. Todas forma treinadas no Rajastão, Índia. Imagem: 
Barefoot Photographers of Tilonia – Flickr.
Quem entra no futurista Yotel, perto da Times Square, que conta com um robô na chapelaria do saguão, não espera encontrar as mais promissoras e inovadoras tecnologias para o desenvolvimento sustentável. No entanto, a Solar Sister, criadora de um modelo empresarial que envolve a ação das mulheres para erradicar a pobreza, e aNextAid, uma organização que usa a música para apoiar projetos de desenvolvimento sustentável na África, se uniram para mostrar ao público essas tecnologias em seu evento Illuminate, realizado no mês passado.
Lâmpadas de energia solar
2 
Imagem: 
Global X/Flickr.
A Technology4Development Marketplace apresentou as lâmpadas de energia solard.ligh, que têm o objetivo de reduzir custos e estão sendo distribuídas em nada menos que 40 países.
Pouco esforço, muita água
3  
Hip Pump é a bomba de água da Kickstart, uma organização que entende algo que muitos no mundo do humanitarismo ainda não compreenderam: “Os pobres não são vítimas à espera de salvação”. Mimi Evans, da Kickstart, declarou que a bomba ajuda a cultivar alimentos e a melhorar o rendimento das plantações, mas a seu ver, é uma ferramenta que as pessoas podem utilizar para sair da pobreza.
Jogar futebol, gerar luz
4
Entre os dispositivos alternativos está um gerador de energia em forma de bola: oSOccket. É só jogar a bola durante 30 minutos para obter três horas de luz, para alegria da garotada. A tecnologia já foi lançada há algum tempo, mas está sendo aprimorada constantemente. A versão 2.0 intensificará a quantidade de energia gerada.
Painéis solares dobráveis
5 
A Konarka produz os Power Plastics, painéis solares orgânicos e flexíveis que podem ser instalados em uma ampla variedade de superfícies. A empresa trabalha em uma versão transparente para que os painéis possam ser instalados também em janela ou estufas, convertendo a energia solar em eletricidade.
Ferramentas inteligentes para a saúde materna
6 
Representando a saúde materna no evento, a Maternova apresentou o Power Pak, um kit para parteiras com uma espécie de lanterna movida a energia solar que se ajusta à cabeça, com um visor embutido (já que em localidades remotas, os partos costumam ocorrer em locais escuros) e um carregador de telefone celular. A Maternova também está lançando outras tecnologias criativas para a realização de diagnósticos em regiões remotas e recursos limitados, como detectores que medem o nível de hemoglobina e indicadores de temperatura de cristal líquido.

fonte: TreeHugger

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Aeroporto em Minnesota terá climatização geotérmica


O novo terminal de Duluth
(crédito: Divulgação)












O novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Duluth, Minnesota, já estava sendo construído com uma abordagem sustentável e visando a certificação LEED. Inicialmente orçado em 70 milhões dólares,  as características sustentáveis do projeto poderão se aprofundar. É que a Administração Federal de Aviação (Federal Aviation Administration) aportou mais US$ 3,8 milhões ao empreendimento.
O aporte veio através do de um programa voluntário de baixas emissões de aeroportos (Voluntary Airports Low Emissions Program) e é o primeiro atribuído a um aeroporto em Minnesota, o que permitirá que sistemas geotérmicos de aquecimento e refrigeração sejam instalados no novo terminal.
Além disso, serão instaladas unidades de pré-climatização dos aviões estacionados nos portões de embarque, poupando custos das companhias aéreas e reduzindo significativamente as emissões nocivas ao meio ambiente. Normalmente esta função é cumprida por unidades auxiliares de energia que consomem combustível de aviação ou óleo diesel. A economia para as companhias aéreas, nos próximos 20 anos, poderá chegar a US$ 1,8 milhões.
O sistema geotérmico, que utiliza a temperatura latente subterrânea do solo para aquecer um edifício no inverno e arrefecer no verão, vai exigir a perfuração de 80 poços a uma profundidade de 150 metros nas imediações do terminal.
A expectativa é que o sistema geotérmico traga uma economia de US$ 30.000 anuais em gastos com energia, em comparação aos sistemas tradicionais de resfriamento e aquecimento. A autoridade aeroportuária já havia estudado a possibilidade de usar um sistema geotérmico antes do início da construção, mas descartou-a devido ao longo tempo de retorno do investimento. O programa voluntário de baixas emissões viabilizou o sistema.
A verba de US$ 3,8 milhões cobrirá parte do custo total do sistema geotérmico, que é de US$ 5,2 milhões no total. Os restantes US $ 1,4 milhões serão cobertos por fundos do estado e da autoridade aeroportuária local. O novo terminal está previsto para ser concluído até o final de 2013

fonte: Portal EA

domingo, 9 de outubro de 2011

Nova turbina eólica pode produzir 3 vezes mais energia

Nova turbina eólica pode produzir 3 vezes mais energia

Uma nova descoberta da Universidade de Kyushu, no Japão, revelou que uma nova tecnologia eólica pode triplicar a produção energética das turbinas sem a necessidade de aumentá-las de tamanho. O novo método poderá revolucionar a produção energética e tornar nosso futuro muito mais limpo.
De acordo com Yuji Ohya, líder da pesquisa, a lente eólica - como é chamada a nova tecnologia desenvolvida - consiste em um anel e circunscreve a área das pás dos geradores, e foca, direciona e acelera o fluxo de ar nas lâminas, o que permite que o sistema gere entre duas e três vezes mais energia que as turbinas comuns.
Além disso, a estrutura de 112 metros de diâmetro reduz a poluição sonora produzida pelos geradores e aumenta também a segurança do sistema. Segundo Yuji Ohya, o melhor uso dessa estrutura eólica é offshore, e seu design, criado na Exibição Internacional de Energias Renováveis de Yokohama em 2010 tem uma plataforma hexagonal, dispondo as turbinas em uma formação de colmeia, o que as torna muito mais adaptáveis a locais de difícil acesso.
A nova tecnologia, além de melhorar a produtividade dos geradores eólicos, tornaria também a eletricidade eólica mais prática e aplicável, já que a mesma área construída poderia produzir até três vezes mais energia.
Ainda assim, segundo especialistas, para gerar toda a sua eletricidade a partir da energia eólica com a nova estrutura, os EUA precisariam de 440 mil km2, o equivalente a 25% do estado do Alaska. Com certeza, uma área ainda muito grande, mas que deve ser diminuída com o desenvolvimento de outras tecnologias.
Por fim, a nova estrutura também reduz o preço da eletricidade eólica, colocando-a em vantagem competitiva com o carvão e as fontes nucleares, já que os custos da energia eólica passariam ser menores que as fontes fósseis e nucleares mesmo sem os subsídios governamentais.
Alguns exemplares da estrutura já estão sendo testados nas dependências da universidade.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Negócios: conheça os 10 setores que estão em evidência no país


_Notícias_ 

Individualização do consumo e a valorização dos serviços nunca foi tão positiva quanto a que se mostra no cenário atual. Não é à toa, por exemplo, que para agradar aos clientes as empresas estejam apostando cada vez mais na execução de serviços que visem o bem-estar pessoal e no relançamento de produtos – estes, mais modernos que nunca.

Vale tudo para atrair o consumidor. Mas com tanta novidade por aí, será que é possível detectar quais são os negócios mais promissores para se investir? Na opinião do Portal InfoMoney, sim.

Para listar os dez setores cujos negócios estão em evidência no país, consultamos a opinião do coordenador de graduação da Trevisan Escola de Negócios, Dalton Viesti. 

E se você ficou curioso ou está interessado em expandir seus negócios, basta conferir as dicas à seguir e fazer a aposta certa.

Negócios em evidência

Confira abaixo os 10 setores indicados pelo profissional:

- Alimentício  – um dos preferidos do consumidor, o segmento cresce cada vez mais. Para atender às necessidades dos clientes que não dispõem de tempo para cozinhar, novos produtos prontos para o consumo entraram nas prateleiras. Além disso, os alimentos industrializados também ganharam mais sabor, novas receitas, ficaram mais saudáveis e passaram a ser comercializados também em porções individuais.
 
Educação – a demanda por profissionais qualificados tem favorecido este setor, que também é beneficiado pelos incentivos fiscais do governo para programas de formação. Não é à toa que tantas universidades com cursos de graduação e pós tenham despontado por aí. Para entrar no ramo, entretanto, os interessados precisam antes cumprir uma série de exigências, inclusive as do MEC (Ministério da Educação). O resultado certamente será promissor.
 
- Tecnologia – os avanços na área de tecnologia têm impulsionado os produtos do segmento. A cada dia mais e mais novidades são lançadas para atender ao público consumidor. Os produtos são leves, portáteis, discretos e apresentam um design arrojado. Tal movimentação impulsiona também outros elos da cadeia, como o de varejo, TI (tecnologia da informação) e manutenção.
 
Telefonia e internet – e se a tecnologia avança, a portabilidade também. Por esta razão, os segmentos de telefonia e internet estão sendo mais valorizados, especialmente pelos serviços oferecidos – que precisam se adequar às necessidades dos usuários de tablets, iPads, e-books e iPhones.
 
Imobiliário  – a valorização de espaços menores também tem sido observada no mercado, afinal, para que grandes apartamentos quando a quantidade de integrantes de uma família está diminuindo? Por esta razão, a demanda por imóveis com um ou dois dormitórios tem sido avaliada com bom olhos, especialmente nas capitais.
 
Móveis e decoração – e se os espaços estão menores, a linha de equipamentos e móveis destinados à decoração dos mesmos também diminuiu. Ao menos, é isto o que se observa no mercado, que atualmente disponibiliza uma variedade de opções e móveis sob medida. “As pessoas querem composições práticas e belas”, diz Viesti.
 
Cosméticos – investir em si mesmo se tornou um bom negócio. O aumento da expectativa de vida tem motivado as pessoas na busca por produtos e serviços que possam melhorar a aparência pessoal, bem como a saúde de cada indivíduo. Aliás, por tal popularização do consumo, os preços dos tratamentos estéticos também estão ficando mais acessíveis, fato que reforça o crescimento de tal mercado.
 
Turismo e diversão – se autopresentear virou moda. Baseadas no conceito “eu trabalho, eu mereço”, cada vez mais pessoas têm investido em viagens e itens que possam significar diversão garantida. “Este é um bom segmento para se investir, afinal, a viagem dos sonhos ficou mais próxima das pessoas”, acredita Viesti.
 
-  Infraestrutura urbana – e como a bola da vez é o conforto individual, não pense você que a infraestrutura urbana ficaria de fora dessa. A cada dia novas linhas de metrô, trem e ônibus são desenvolvidas facilitando a vida da população - esta precisa se deslocar com mais agilidade, conforto e segurança. O segmento encontra-se em evidência, principalmente pela proximidade da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Para se ter uma ideia, a expectativa é que regiões mais beneficiadas com tais melhorias sejam as capitais e áreas costeiras do País, justamente por seu potencial turístico.
 
-  Eficiência energética – a energia também tem se mostrado um bom setor para se investir. Impulsionado pela tecnologia, o segmento é responsável pelo desenvolvimento de sistemas que possam ampliar a vida útil de equipamentos e, ainda, reduzir os gastos de consumo. São tendência no mercado, por exemplo, os eletrodomésticos eficientes, bem como os prédios e apartamentos inteligentes. Por esta razão, montar um negócio dentro desta nova concepção pode se mostrar bastante promissor.



Fonte: Segs 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Conheça cinco tecnologias LED que vão dominar o mundo



Olhe para esta pequena luz verde ou azul que indica que seu monitor, notebook ou tablet está ligado. Perceba como ela é precisa, controlada e pequena o suficiente para caber, muitas vezes, dentro do próprio botão "power".

Agora imagine se, no lugar dessa luz, houvesse uma lâmpada incandescente igual àquelas mais antigas: um bulbo de vidro quente e amarelado com dois centímetros de diâmetro no mínimo e que precisa ser substituído a cada ano. É assim que seria o mundo sem os LEDs.

Esse é apenas um exemplo de como os LEDs já mudaram o mundo atual, mas ainda podemos citar milhares de aplicações para esse pequeno componente eletrônico capaz produzir luz (quase) sem emitir calor. Mas que mudanças o LED ainda pode trazer para o futuro?


O que é um LED?

Assim como já explicamos anteriormente, o Diodo Emissor de Luz ("Light Emitting Diode", em inglês) é um componente eletrônico que tem a capacidade de produzir luz através da eletroluminescência, fenômeno em que fótons são liberados depois que uma corrente elétrica passa por um campo que excita e separa os elétrons.

Esse método tem várias vantagens se comparado às primeiras lâmpadas incandescentes inventadas por Thomas Edison há mais de um século. A primeira é a eficiência: menos de 10% da energia consumida por uma lâmpada comum é usada para produzir luz, o restante é desperdiçado em forma de calor. Já nos LEDs, essa eficiência ultrapassa os 80%.

Além disso, LEDs podem ser fabricados em tamanhos muito menores, além de serem mais confiáveis: a maioria dos primeiros LEDs fabricados nos anos 80 e 90 estão em uso até hoje. Ainda assim, esses componentes são utilizados mais como indicadores luminosos do que como fontes de iluminação para locais com pouca luz, mas isso está mudando rapidamente.

Aplicação

São raros os produtos eletrônicos produzidos atualmente que não utilizam nenhum LED, indo desde pequenos dispositivos Bluetooth USB até os sinalizadores nas asas dos aviões. Lâmpadas LED capazes de substituir as florescentes e fosforescentes ainda têm um preço de aquisição relativamente caro, mas esse valor é compensado em longo prazo, na forma de economia na conta de luz.

Na verdade, a produção em massa hoje barateou tanto os custos desses componentes que os LEDs são usados mesmo em locais que quase nunca são vistos por ninguém, como no interior dos computadores. Outros produtos mais complexos são derivados dos LEDs, como os diodos de lasers e a fibra ótica.

Além de servirem como indicadores luminosos e iluminação básica, os LEDs também têm substituído as lâmpadas convencionais em outras áreas, como nas famosas "TVs de LED" vendidas hoje. Essas telas (que não são feitas de LED) passaram a usar a luz do diodo para iluminar a imagem que aparece logo à frente no painel LCD, substituindo as lâmpadas brancas.

O Futuro do LED

Iluminação pública e semáforos

Muitas das maiores cidades do mundo estão substituindo as lâmpadas convencionais dos postes nas ruas por dispositivos LED, assim como já tem acontecido em São Paulo e Curitiba (PR). Essas lâmpadas ainda custam mais que o dobro do preço se comparadas com as convencionais, mas a economia de energia e o custo de manutenção reduzido têm compensado cada vez mais.

Empresas como a Philips e a Pansonic têm trabalhado incessantemente para desenvolver lâmpadas LEDs cada vez mais baratas e eficientes. Um exemplo é a EnduraLED, apresentada pela Philips no começo do ano, que tem o brilho equivalente à uma lâmpada incandescente de 60 watts, mas consumindo 80% menos e durando até 25 vezes mais.

Os semáforos de trânsito também estão sendo beneficiados pela tecnologia, tendo suas lâmpadas substituídas por centenas de pequenos pontos de LED. Além de serem mais econômicos, os novos sinalizadores de trânsito produzem as luzes coloridas com muito mais brilho, não sendo ofuscadas pelo sol.


OLED

Diferentemente das TVs LCD com LED backlight, telas com o OLED podem ser chamadas de "TVs de LED" sem nenhum problema. Essa tecnologia usa uma versão melhorada do LED com compostos orgânicos de carbono, permitindo produzir uma infinidade de cores e ainda ser flexível.

Além de ser mais brilhante, uma tela de OLED dispensa completamente a luz de fundo, resultando em um painel mais fino que qualquer outra tecnologia. Outro ponto notável do OLED é o contraste, que pode chegar aos 100%. Enquanto que o LCD usa pixels com um tom escuro de cinza para simular o preto, os pixels de OLED podem ser desligados individualmente, produzindo a ausência real de luz.

Alguns problemas não sanados, como o tempo de vida reduzido e distorção da cor azul, impedem que o OLED entre no mercado de vez, além do custo mais elevado que qualquer tecnologia nova possui. Ainda assim, gadgets modernos, como o PlayStation Vita, já estão apostando nas telas de diodo orgânico.

Quantum Dots

Um dos principais problemas que muitos fabricantes enfrentam com o OLED é a perda gradual da cor azul. Isso ocorre porque os diodos azuis usados para produzir o espectro de cor de cada pixel se desgastam mais rápido que o vermelho e o verde. É aqui que o "Quantum Dots OLED" entra.

Em vez de usar a junção de três diodos para formar todas as cores básicas (RGB), displays com a tecnologia Quatum Dots realizam variações nanométricas no tamanho do espaço por onde os pacotes de quantum passam, produzindo qualquer cor entre o vermelho e o violeta.

Dessa forma, o espaçamento entre cada pixel da tela pode ser menor, permitindo resoluções maiores sem alterar o tamanho do aparelho. Outra vantagem é o consumo de energia ainda menor que o do OLED.

As cores do QD-OLED também são mais reais, isso porque ele não precisa de combinações do verde, vermelho e azul para produzir espectros diferentes. Cada cor produzida pelos LEDs é pura, com muito mais definição.

LED na moda

O baixo consumo de energia e o tamanho reduzido do LED o tornaram próprio para ser usado como vestuário. Vários fabricantes estão empregando as luzes em roupas recreativas, como vestidos de festas e camisetas de balada.

Os japoneses são ainda mais ousados e estão utilizando o LED para deixar qualquer um com um sorriso realmente brilhante, colocando LEDs atrás dos dentes. A popularização desse tipo de moda iluminada pode parecer improvável hoje, mas é possível que aconteça de forma mais discreta e gradual no futuro.


Projeção de imagens

Um dos principais fatores que fazem os projetores ainda serem caros é o preço de suas lâmpadas. Elas não só têm um alto valor de aquisição, mas também exigem um aparato eletrônico complexo para ativá-las e resfriá-las, além de ter uma vida útil bastante curta. Isso pode mudar no futuro, graças ao LED.

LEDs já são usados para construir projetores de imagem muito menores que os seus predecessores, que usam filamento de tungstênio, jamais seriam, como é o caso do "nHD PICO", da Texas Instruments. Outros fabricantes, como a Sony, já anunciaram câmeras que não se limitam à apenas filmar em HD, mas que também podem projetar a imagem em alta resolução sem precisar de qualquer aparelho adicional.

A presença do LED em projetores de maior porte, como os do cinema, ainda é tímida, dado o alto custo que as lâmpadas de alta capacidade ainda têm. Mas, assim como já vem ocorrendo com a iluminação pública, é inevitável que as lâmpadas incandescentes na retroprojeção sejam aposentadas em poucos anos.

fonte: Procel



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Tecnologia permite que fogão a lenha gere energia para carregar celular


Bom dia pessoar!!

O Fogão Foguete é uma tecnologia criada especificamente para países em desenvolvimento e comunidades afastadas dos centros urbanos que dependem da queima da madeira para cozinhar. A criação, da empresa BioLite tem a sua essência parecida com um fogão a lenha tradicional, mas que foi desenvolvida para evitar a inalação da fuligem.

Conforme informações da organização, criada por dois americanos dispostos a ajudar a acabar com parte dos problemas do mundo, Alexander Drummond e Jonathan Cedar, os fogões a lenha são usados por três bilhões de pessoas em todo o mundo. A população que faz uso deste produto está constantemente exposta a gases tóxicos, que com o passar do tempo podem originar doenças respiratórias e até mesmo o câncer.


Para reverter essa situação a dupla pensou no Fogão Foguete, que possui uma saída de ar que direciona a fumaça para fora da residência. Além disso, o formato e todos os cuidados tidos com o isolamento térmico do fogão o tornam mais eficiente que os modelos tradicionais.

Com o desenvolvimento da tecnologia foi possível expandir esse benefício também para a produção de energia limpa. O fogão ganhou um sistema que transforma a energia termoelétrica, obtida pela queima da madeira, em eletricidade. A energia é suficiente para fazer um ventilador funcionar, que pode reduzir ainda mais a quantidade de fuligem, ou também pode ser usada para manter uma lâmpada de LED ou recarregar um celular.

A tecnologia foi pensada, principalmente, para os países africanos, mas também pode ser aplicada em qualquer nação em desenvolvimento ou para pessoas que gostam de manter o jeito tradicional de cozinhar em suas casas de campo ou em acampamentos.

Fonte: Ciclo Vivo.


Muito bom... além da visão social e da saúde de quem utiliza fogão a lenha, também envolveram a questão ambiental, tudo em apenas um produto!!! #ProdutoNota10