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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Para onde estamos indo?


O que se tem de positivo na sustentabilidade para a construção civil? A construção civil é, e sempre será uma atividade essencial para a sociedade no geral, é um modo de organizar, criar e manter os espaços urbanos e devolver normalmente para a sociedade como um bem imobiliário, faz com que essa demanda mantenha ativo o crescimento e a transformação das cidades e de sua infraestrutura, dos espaços habitacionais e demais usos urbanos por tais bens terem valor. Abaixo vou colocar alguns dados que encontrei mostrando ou possibilitando uma ideia do poder desse setor e como ele afeta o meio:

-a construção civil mundial demanda 40% da energia e um terço dos recursos naturais;
-emite um terço dos gases de efeito estufa; 
-consome 12% (14% no Brasil) da água potável e produz 40% dos resíduos sólidos urbanos
-contrata mundialmente 10% da mão de obra 
-conjunto das atividades de construção movimenta 10% (9% no Brasil)do PIB global

Venho estudando muito sobre construção sustentável, e tive a seguinte conclusão SUSTENTABILIDADE é um termo atual que se refere a como fazer "menos" errado. O desenvolvimento da construção civil é algo assustador, todo dia vejo novos produtos no mercado, com qualidade de alto nível e acabamentos de grau de excelência, mas a que custo isso é produzido? O que o meio ambiente paga por isso? Não se é possível fazer teste de qualidade de produto e pouquíssimos te entregam uma certificação. No Brasil existem tentativas para minimizar estes impactos, já existem muitas NBRs, incentivos, as ISOs, mas o mercado também já deu sua resposta, alegando que não estão preparados para tais mudanças... enquanto existir quem compra, para que mudar? E a sustentabilidade? Ela está ai para dizer, ei você está fazendo isso errado...

Uma breve reflexão que tenho é que as pessoas  perderam rumo do desenvolvimento e nem vou colocar especifico a construção civil.  Vejo uma grande falta de noção ou respeito próprio/próximo que o filho dele daqui há alguns anos poderá estar passando sede e que o próprio pai contribuiu para isso. O mundo está mudando, todo dia vejo nas mídias pessoas reclamando do calor... mas ninguém para e pensa que tudo está relacionado ao modo de vida do mundo de hoje... nosso bioma é um ciclo e este ciclo deve ser respeitado.

Vou postar abaixo uma noticia de hoje lá da Bolívia sobre essa nova ideia de construção sustentável:


Bolívia - É urgente, necessário e possível optar por uma arquitetura sustentável no projeto e construção da Bolívia, assim como começam a fazer outros países da América Latina. Este foi o tema principal do seminário internacional Kanata 2011 "O design e as novas tecnologias", onde profissionais com destaque compartilharam com os participantes sistemas informacionais, estratégias e designs destinados à economia de energia tanto no processo de edificação como no uso de materiais, e o estilo de vida de seus ocupantes.O representante da Natural Intelligence, Christian Stalberg, destacou o potencial de Cochabamba por ter um clima temperado que favorece um design com muita iluminação natural. Também enfatizou o uso de materiais importantes, tais como pedra e madeira, que servem como energia natural.

A diretora da Escola de Arquitetura da Universidade Mayor de San Simon, Patricia Dueri, notou a possibilidade de chamar a atenção às novas tecnologias através de sistemas de informática que estão disponíveis gratuitamente para os profissionais, que encaram como um desafio melhorar as cidades bolivianas e permitir novas tecnologias nos projetos de arquitetura e urbanismo. 
Fonte: Opinión

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Sustentáveis pelo lucro




No futuro, por pressão de consumidores e acionistas, a responsabilidade social e ambiental será uma prática rentável para as empresas.
Por Marcos Fernandes Gonçalves Da Silva*

Prêmio Nobel de Economia de 1998, Amartya Sen produziu dois interessantes artigos, um mais recente, e outro, de 2004, que tratam de duas questões que, a meu ver, estão relacionadas: como combinar competição, iniciativa privada, busca do lucro, enfim, capitalismo, com responsabilidade social e ambiental? No primeiro artigo, o mais recente, o tema é a crise de 2008; no segundo, o problema da sustentabilidade em geral. Eles conseguem nos dar algumas pistas para não somente desmitificar a questão da sustentabilidade mas também construir uma visão realista sobre o tema. Particularmente, prefiro o termo sustentabilidade, em vez de responsabilidade social e ambiental. Qual a justificativa para isso? O objetivo deste artigo é exatamente demonstrar não somente a conveniência mas também a razoabilidade de se usar o primeiro termo.


Basicamente, Sen argumenta que a crise de 2008 mostra como devemos voltar às bases do capitalismo, aos seus fundamentos morais, sem perder de vista as virtudes da competição empresarial e da economia de mercado. Nas minhas palavras, não nas dele, a sustentabilidade da economia de mercado e das corporações depende de regulação, da lei, de valores morais e de regras de conduta que visem o bem comum.

A principal instituição do capitalismo é a corporação. Na verdade, quando falamos de corporações levamos em consideração grandes empresas de capital aberto, que possuem, em geral, atuação internacional e operam em ambientes extremamente competitivos e oligopolizados. As empresas, porém, nem sempre se organizaram dessa forma. A estrutura de governança corporativa no capitalismo clássico, aquele que podemos delimitar temporalmente entre o final do século 18 e meados do 19, pressupunha, em geral, empresas com controle familiar do capital, havendo coincidência entre a figura do dono e do gestor. A estrutura de governança não envolve somente esse aspecto mas também, como a sociedade organizada na forma de consumidores, comunidades e acionistas, controla, direta ou indiretamente, as corporações.
CAPITALISMO SELVAGEM_no contexto da formação da economia de mercado, simplesmente não havia nenhuma preocupação com consumidores, trabalhadores, comunidade e meio ambiente. Podemos chamar esse primórdio do capitalismo de “selvagem”. Foi esse sistema que Karl Marx criticou ferozmente. Mas Marx viria a errar, pois o capitalismo mudaria, assim como as empresas.


Ao longo da segunda metade do século 19, as empresas, nas economias que se desenvolviam rapidamente, começaram a abrir cada vez mais seu capital. Nesse momento, acionistas passam a possuir ações, enquanto a gestão fica a cargo de administradores profissionais. Uma barreira, que impedia um controle mais eficiente, porém complexo, das empresas, é rompida.

Até a década de 70, pouca coisa mudou e, entre os “participantes” da empresa, não se incluíam consumidores, trabalhadores e comunidades. Mas, a partir de então, algo de significativo aconteceu, capaz de mudar a face do capitalismo. Movimentos de esquerda, desiludidos com o chamado “socialismo real”, com o comunismo e com as falsas utopias marxistas, abraçam a causa do ambientalismo. O surgimento do partido verde na alemanha é um marco, bem como os movimentos ambientalistas organizados na sociedade civil. As corporações tiveram de se adaptar, inicialmente pela força da lei, ao controle indireto de suas ações e aos interesses organizados dos ambientalistas. Todavia, durante os anos 80 e 90, consumidores e comunidades começaram a exercer maior accountability sobre a ação das corporações.

Atualmente há uma tendência a um maior controle sobre as corporações. Controle esse que se amplifica na medida em que alguns grupos de acionistas se recusam a investir em empresas e setores considerados “moralmente pouco aceitáveis”, seja por causa dos danos ao meio ambiente, seja pela forma como tratam colaboradores, seja por questões políticas e sociais. A estrutura de governança corporativa no capitalismo atual aparentemente está mudando – sim, este processo mal começou, é gerúndio –, com a inclusão direta e indireta dos consumidores, que passam a agir como eleitores, em seus atos de compra e em movimentos sociais.

As corporações continuam as mesmas: buscam o lucro e devem fazê-lo. Contudo, elas se veem constrangidas, mais do que no passado, pela lei e pela mudança de valores de consumidores e gestores. Não se tornaram mais responsáveis ou boazinhas; não devem, a princípio, pensar em outra coisa senão o lucro. O que ocorre é que lidam agora com um ambiente político, social e institucional mais crítico.


Amartya Sen, no primeiro artigo citado, procura argumentar que a crise de 2008 abre espaço para uma discussão sobre os valores dentro do capitalismo e sobre as funções de uma economia de mercado que estão associadas à geração do maior bem-estar coletivo, com a minimização dos malefícios causados pela competição e pela busca do lucro. Passa a ser interesse dos acionistas, e do capitalismo, a sustentabilidade do sistema, no sentido amplo do termo. No segundo artigo citado por sen, o foco é outro – desenvolvimento e meio ambiente – mas está relacionado com o primeiro. O desenvolvimento é a busca de bem-estar máximo, minimizando-se os custos da competição e da busca sem fim do lucro – como a poluição e o aquecimento global. Mas o bem-estar das gerações futuras depende do que é feito no presente. Logo, passar males para as gerações futuras, como a degradação ambiental, é algo imoral. Portanto, as ações das corporações devem ser controladas, se as gerações atuais forem altruístas, para evitar danos futuros.

Este é o ponto: nada muda se a comunidade e os consumidores, bem como os acionistas, não desejarem! Não podemos compartilhar aqui a visão pouco útil, ingênua e, por vezes, cínica, segundo a qual as empresas se importam com “responsabilidade socioambiental”. As empresas se importam com sua sustentabilidade financeira e devem fazê-lo, já que precisam gerar benefícios aos donos do capital, os acionistas. Porém, se serve de consolo, a sustentabilidade das corporações, aparentemente, começa a depender de ações sustentáveis do ponto de vista social e ambiental, pois, do contrário, consumidores e até acionistas as penalizam.

A própria lógica do capitalismo, a busca do lucro, tão ingenuamente criticada por ambientalistas e críticos de esquerda, transformará o risco em oportunidade, na medida em que as corporações introduzirem em suas estratégias competitivas a agregação de valor social e ambiental ao consumidor. A corporação do século 21 – e isso nem marx percebeu – é tão astuta que cria, pela lógica da busca do lucro, os mecanismos do próprio controle, como um psicopata ciente da necessidade do uso de sua medicação.

É falso dizer que as corporações são responsáveis. Verdadeiro é afirmar que elas o são, um pouco a contragosto, no presente. Contudo, no futuro, serão muito responsáveis – e o serão com muita voracidade –, pois a bondade, para elas, será lucrativa. Um bom negócio, enfim.

fonte: Época Negócios

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O que são cidades regenerativas e por que são o caminho para um futuro verde

Cidades
Ecópolis: o ideal que devemos alcançar ©copyright Herbie Girardet/ Rick Lawrence
As grandes cidades são um exemplo de eficiência: disponibilizam serviços básicos como água, energia e transporte para um grande número de pessoas a um baixo custo (se compararmos, por exemplo, o custo de levar luz para cem pessoas que vivem em um mesmo edifício e para cem que vivem no campo).
Mas também são o destino da maior parte de combustíveis fósseis, concreto e metais extraídos, além de consumirem quase metade da capacidade fotossintética anual da natureza. Se a tudo isso somarmos que mais da metade da população mundial vive nas cidades e que esse número está crescendo, fica fácil entender porque as cidades são elementos importantes para pensar um futuro sustentável.
Em Treehugger, estamos citando há algum tempo diferentes ações cujo objetivo é tornar tornar nossas cidades mais verdes e amigáveis, de pequenas intervenções,como a recuperação de quarteirões e a criação de espaços verdes, até a fundação de novas cidades inteligentes e o replanejamento de cidades já existentes. No entanto, um relatório do World Future Council (via Planeta Sustentável) garante que aumentar a eficiência das nossas cidades não é o bastante: é preciso pensar em cidades regenerativas.
“O desafio de hoje não é apenas criar cidades sustentáveis, mas sim cidades regenerativas. Trata-se de assegurar que elas não apenas se tornem energeticamente eficientes e emitam pouco carbono, mas que enalteçam e não debilitem os serviços ambientais que recebem de regiões além de suas fronteiras”, como aponta o documento Cidades Regenerativas (PDF).
Concretamente, significa que as cidades devem sua relação com as áreas circundantes, que proporcionam recursos como água, alimentos e matérias-primas. Em vez de extrair e esgotar esses ecossistemas, deveriam enriquecê-los para que possam continuar existindo próximos aos centros urbanos.
O documento nomeia e descreve três modelos de cidade: a “Agrópolis”, um pequeno centro agrícola rodeado de campos de produção de matérias-primas; a “Petrópolis”, cidade moderna centralizada e desligada dos meios de produção, cuja economia se baseia em combustíveis fósseis; e a “Ecópolis”, o ideal que devemos alcançar, onde voltaríamos a nos aproximar dos meios de produção sem deixar de utilizar tecnologias modernas de comunicação, transporte e geração de energias limpas.
Cidades2 
“Petrópolis”: o modelo de cidade no qual vivemos atualmente. ©copyright Herbie Girardet/ Rick Lawrence.
Sem dúvida, essas ideias estão alinhadas a conceitos como a agricultura urbana: um retorno às fontes que provêm o que necessitamos para viver, para entendê-las, respeitá-las e preservá-las, já que quando nos afastamos das origens do que consumimos, não há como entender a importância da preservação.
Apesar de o planejamento de nossas cidades depender de forças que não estão ao nosso alcance, todos podem se unir em prol de atitudes regenerativas. Basta conhecer a forma com que são produzidos os alimentos e objetos que consumimos, respeitando o meio ambiente e reduzindo a dependência de combustíveis fósseis, além de envolver a comunidade e exigir que os líderes políticos sigam esse tipo de tendência.
O estudo completo sobre as Cidades Regenerativas pode ser lido no site do World Future Council (PDF).
Fonte :  TreeHugger

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Consumo verde e boas intenções não conseguirão desacelerar a mudança climática

1 
Foto: Capitan Giona, via Flickr/CC BY-SA.


Um economista do Fundo de Defesa Ambiental (EDF, na sigla em inglês) escreveu no New York Times uma mensagem que 95% das pessoas que adotam um estilo de vida “verde” não querem ouvir: seus hábitos de consumo éticos, seus carros elétricos, sua dieta orgânica e seus esforços diligentes para reduzir o uso do ar condicionado – nada disso está deixando a mais leve marca na resolução da crise climática e de biodiversidade que arruína nosso frágil planeta. No grande esquema das coisas, é como se nada disso valesse a pena.
Mas...
Primeiro, o Times:
"VOCÊ reduz, reutiliza e recicla. Você separa papel e plástico. Você evita uvas fora da estação. Está fazendo todas as coisas certas. Ótimo.
Pois saiba que isso não irá salvar o atum, proteger a floresta tropical ou deter o aquecimento global. As mudanças necessárias são tão grandes e profundas que estão além do âmbito da ação individual”
Mas ...mas...mas ...
Eu sei! Eu sei: não tenho carro. Ando de bicicleta. Tento não comprar alimentos geneticamente modificados ou peixes ameaçados. Mas o que todas essas coisas fazem ao ambiente?
[ ]
Isoladas, nada. Mas no fundo, é isso:
Nph_loves_mondays 
Fazem com que a gente se sinta bem. (Ou pelo menos fariam, se eu não fosse um cínico tão empedernido). E ao fazer com que as pessoas se sintam bem, reduzem o imperativo pessoal que levam à ação por uma mudança significativa:
Se eu  compro cenouras orgânicas e dirijo um Prius, porque deveria participar dos protestos contra a extração de petróleo? Sabe como é, já planejei um jantar para aquele dia (mas não se preocupe, é só comida vegan), e vamos combinar, dá tanto trabalho! Além disso, protestos são um porre, são tão demodê! É por isso que Zizek acredita que o capitalismo consciente é uma piada perniciosa.
A questão que o EDF coloca faz sentido, é assustadora e absolutamente incômoda: se queremos de fato deter a mudança climática, um pouco de consumo ético não é o bastante – não vai chegar nem perto. De uma forma ou de outra, precisamos reorganizar todo o nosso sistema econômico para que passe a ser do interesse de todos não emitir gases do efeito estufa, não despejar poluentes, não pescar em excesso, etc. É uma façanha quase inimaginável, mas que os jovens de hoje terão que realizar se quiserem que seus filhos cresçam em um mundo de estabilidade climática.
Precisamos de ação coletiva – isso sim! Escreva para os políticos em quem votou, organize sua comunidade local, demonstre, proteste (e sim, também continue comprando produtos locais e a fazer todas aquelas coisas). Só não podemos parar nas boas ações e intenções, isoladas e individuais.
fonte: TreeHugger

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Conheça cinco tecnologias LED que vão dominar o mundo



Olhe para esta pequena luz verde ou azul que indica que seu monitor, notebook ou tablet está ligado. Perceba como ela é precisa, controlada e pequena o suficiente para caber, muitas vezes, dentro do próprio botão "power".

Agora imagine se, no lugar dessa luz, houvesse uma lâmpada incandescente igual àquelas mais antigas: um bulbo de vidro quente e amarelado com dois centímetros de diâmetro no mínimo e que precisa ser substituído a cada ano. É assim que seria o mundo sem os LEDs.

Esse é apenas um exemplo de como os LEDs já mudaram o mundo atual, mas ainda podemos citar milhares de aplicações para esse pequeno componente eletrônico capaz produzir luz (quase) sem emitir calor. Mas que mudanças o LED ainda pode trazer para o futuro?


O que é um LED?

Assim como já explicamos anteriormente, o Diodo Emissor de Luz ("Light Emitting Diode", em inglês) é um componente eletrônico que tem a capacidade de produzir luz através da eletroluminescência, fenômeno em que fótons são liberados depois que uma corrente elétrica passa por um campo que excita e separa os elétrons.

Esse método tem várias vantagens se comparado às primeiras lâmpadas incandescentes inventadas por Thomas Edison há mais de um século. A primeira é a eficiência: menos de 10% da energia consumida por uma lâmpada comum é usada para produzir luz, o restante é desperdiçado em forma de calor. Já nos LEDs, essa eficiência ultrapassa os 80%.

Além disso, LEDs podem ser fabricados em tamanhos muito menores, além de serem mais confiáveis: a maioria dos primeiros LEDs fabricados nos anos 80 e 90 estão em uso até hoje. Ainda assim, esses componentes são utilizados mais como indicadores luminosos do que como fontes de iluminação para locais com pouca luz, mas isso está mudando rapidamente.

Aplicação

São raros os produtos eletrônicos produzidos atualmente que não utilizam nenhum LED, indo desde pequenos dispositivos Bluetooth USB até os sinalizadores nas asas dos aviões. Lâmpadas LED capazes de substituir as florescentes e fosforescentes ainda têm um preço de aquisição relativamente caro, mas esse valor é compensado em longo prazo, na forma de economia na conta de luz.

Na verdade, a produção em massa hoje barateou tanto os custos desses componentes que os LEDs são usados mesmo em locais que quase nunca são vistos por ninguém, como no interior dos computadores. Outros produtos mais complexos são derivados dos LEDs, como os diodos de lasers e a fibra ótica.

Além de servirem como indicadores luminosos e iluminação básica, os LEDs também têm substituído as lâmpadas convencionais em outras áreas, como nas famosas "TVs de LED" vendidas hoje. Essas telas (que não são feitas de LED) passaram a usar a luz do diodo para iluminar a imagem que aparece logo à frente no painel LCD, substituindo as lâmpadas brancas.

O Futuro do LED

Iluminação pública e semáforos

Muitas das maiores cidades do mundo estão substituindo as lâmpadas convencionais dos postes nas ruas por dispositivos LED, assim como já tem acontecido em São Paulo e Curitiba (PR). Essas lâmpadas ainda custam mais que o dobro do preço se comparadas com as convencionais, mas a economia de energia e o custo de manutenção reduzido têm compensado cada vez mais.

Empresas como a Philips e a Pansonic têm trabalhado incessantemente para desenvolver lâmpadas LEDs cada vez mais baratas e eficientes. Um exemplo é a EnduraLED, apresentada pela Philips no começo do ano, que tem o brilho equivalente à uma lâmpada incandescente de 60 watts, mas consumindo 80% menos e durando até 25 vezes mais.

Os semáforos de trânsito também estão sendo beneficiados pela tecnologia, tendo suas lâmpadas substituídas por centenas de pequenos pontos de LED. Além de serem mais econômicos, os novos sinalizadores de trânsito produzem as luzes coloridas com muito mais brilho, não sendo ofuscadas pelo sol.


OLED

Diferentemente das TVs LCD com LED backlight, telas com o OLED podem ser chamadas de "TVs de LED" sem nenhum problema. Essa tecnologia usa uma versão melhorada do LED com compostos orgânicos de carbono, permitindo produzir uma infinidade de cores e ainda ser flexível.

Além de ser mais brilhante, uma tela de OLED dispensa completamente a luz de fundo, resultando em um painel mais fino que qualquer outra tecnologia. Outro ponto notável do OLED é o contraste, que pode chegar aos 100%. Enquanto que o LCD usa pixels com um tom escuro de cinza para simular o preto, os pixels de OLED podem ser desligados individualmente, produzindo a ausência real de luz.

Alguns problemas não sanados, como o tempo de vida reduzido e distorção da cor azul, impedem que o OLED entre no mercado de vez, além do custo mais elevado que qualquer tecnologia nova possui. Ainda assim, gadgets modernos, como o PlayStation Vita, já estão apostando nas telas de diodo orgânico.

Quantum Dots

Um dos principais problemas que muitos fabricantes enfrentam com o OLED é a perda gradual da cor azul. Isso ocorre porque os diodos azuis usados para produzir o espectro de cor de cada pixel se desgastam mais rápido que o vermelho e o verde. É aqui que o "Quantum Dots OLED" entra.

Em vez de usar a junção de três diodos para formar todas as cores básicas (RGB), displays com a tecnologia Quatum Dots realizam variações nanométricas no tamanho do espaço por onde os pacotes de quantum passam, produzindo qualquer cor entre o vermelho e o violeta.

Dessa forma, o espaçamento entre cada pixel da tela pode ser menor, permitindo resoluções maiores sem alterar o tamanho do aparelho. Outra vantagem é o consumo de energia ainda menor que o do OLED.

As cores do QD-OLED também são mais reais, isso porque ele não precisa de combinações do verde, vermelho e azul para produzir espectros diferentes. Cada cor produzida pelos LEDs é pura, com muito mais definição.

LED na moda

O baixo consumo de energia e o tamanho reduzido do LED o tornaram próprio para ser usado como vestuário. Vários fabricantes estão empregando as luzes em roupas recreativas, como vestidos de festas e camisetas de balada.

Os japoneses são ainda mais ousados e estão utilizando o LED para deixar qualquer um com um sorriso realmente brilhante, colocando LEDs atrás dos dentes. A popularização desse tipo de moda iluminada pode parecer improvável hoje, mas é possível que aconteça de forma mais discreta e gradual no futuro.


Projeção de imagens

Um dos principais fatores que fazem os projetores ainda serem caros é o preço de suas lâmpadas. Elas não só têm um alto valor de aquisição, mas também exigem um aparato eletrônico complexo para ativá-las e resfriá-las, além de ter uma vida útil bastante curta. Isso pode mudar no futuro, graças ao LED.

LEDs já são usados para construir projetores de imagem muito menores que os seus predecessores, que usam filamento de tungstênio, jamais seriam, como é o caso do "nHD PICO", da Texas Instruments. Outros fabricantes, como a Sony, já anunciaram câmeras que não se limitam à apenas filmar em HD, mas que também podem projetar a imagem em alta resolução sem precisar de qualquer aparelho adicional.

A presença do LED em projetores de maior porte, como os do cinema, ainda é tímida, dado o alto custo que as lâmpadas de alta capacidade ainda têm. Mas, assim como já vem ocorrendo com a iluminação pública, é inevitável que as lâmpadas incandescentes na retroprojeção sejam aposentadas em poucos anos.

fonte: Procel



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Desperdiçar talentos é limitar nosso futuro

O maior desperdício do Brasil é de talentos. Fiz esta afirmação hoje em um evento sobre a sociedade em rede e sustentabilidade, no meio de uma troca de idéias, na qual se falava do desperdício de recursos naturais, materiais e energia.

No evento, promovido pela Telefonica/Vivo, o tema da eficiência no uso de recursos foi, como era de se esperar, recorrente. Não é só no Brasil que temos uma sociedade do desperdício. A América, em geral, desperdiça mais que a Europa, temperada por situações de grave escassez. A parcimônia nasce da escassez, não da abundância.

Acho que o próprio ambiente do debate, transmitido em Webcast para a toda a rede, com ampla participação da audiência presente e na rede, via Twitter e SMS, me levou a pensar em incontáveis encontros, físicos e virtuais, que tenho tido, ano após ano com jovens de enorme talento espalhados pelo Brasil a fora. E não falo dos muitos talentos com os quais interagi na elite metropolitana de classe média alta. Falo das moças e rapazes espalhados pelo interior do Brasil, pelas favelas das capitais, que encontro em minhas viagens Brasil afora ou nas redes sociais, a maioria com recursos muito escassos, financeiros e educacionais, para estudar. São ativos, criativos, ligados em suas bases e no mundo, inteligentes, têm enorme capacidade de aprendizado, de adaptação às mudanças no seu ambiente, frequentemente dramáticas. Estão seguramente recebendo educação inferior à que merecem e não têm acesso aos meios de formação e desenvolvimento intelectual que lhes permitiria ir muito além. Acesso que está aquém do que têm direito, do que merecem e do que lhes permitiria saltos gigantescos, para os quais têm a aptidão, o talento e o desejo.

Falo desde os nerds, gênios da computação, que brilham com recursos limitadíssimos, ao virtuosos do violino, do celo, que conseguem inesperada sonoridade em instrumentos precários. Dar a esses jovens o acesso à banda larga, a recursos mais amplos de computação científica significa dar-lhes meios para romperem limites que não são pessoais, mas sociais. Por um bom violino ou um bom celo nas mãos dessas meninos e meninas é abrir um universo de sonoridade que lhes é sonegado, mas já existe em suas almas.

Essas limitações socialmente impostas a milhões de jovens representam um tremendo desperdício coletivo de talentos. Liberados para desenvolverem todo o seu potencial intelectual e criativo, toda a sua energia vital, eles permitiriam que o Brasil se beneficiasse na sua plenitude de sua diversidade e de sua escala populacional. Temos mais da metade da população nessa faixa de idade, no auge da capacidade de aprendizado, com o máximo de capacidade de trabalho. A limitação é pessoal, a perda, coletiva.

Há sociedades que desperdiçam recursos, até mais que a nossa. Não conheço outra que desperdice tanto os talentos como a nossa.

Para mim está claro que o Brasil deve a esses jovens uma educação à altura de seu talento. O acesso que estão tendo à Webesfera e suas redes e mídias sociais, permite-lhes exercitar o autodidatismo ao máximo. Como são inteligentes e talentosos, tiram o maior proveito possível do que a rede lhes oferece. E a maioria tem acesso ainda limitado à Webesfera.

O Brasil precisa se descentralizar. Não pode oferecer seus melhores meios apenas àqueles que estão na elite de um punhado de cidades de seu centro de referência e poder. Melhores meios, mas é bom que se diga, ainda assim ruins. É preciso ver e cuidar do Brasil como um todo, descentralizar radicalmente recursos e atividades. Mobilizar esses talentos, para que possamos enfrentar com êxito os enormes desafios e oportunidades que já estão postos neste século 21.

Cada vez mais, nosso descaso com a educação se volta contra nós. Encurta nosso horizonte, restringe nosso capital intelectual e criativo, reduz as possibilidades de desenvolvimento pleno da parte da sociedade que tem o poder de nos abrir o futuro. Um descaso que nos faz inverter, por de cabeça para baixo, nossa visão de futuro. Não é infrequente eu ouvir alguém dizer: “precisamos dar educação a essas crianças para que elas tenham um futuro”.

Não. Precisamos dar educação a essas crianças e jovens, para que o Brasil tenha um futuro.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Sacolas plásticas podem ser vantajosas


Um estudo elaborado pela Fundação Espaço Eco recentemente, conclui que sacolas descartáveis podem ser ecologicamente vantajosas em determinadas situações. A análise foi feita com oito diferentes tipos de sacolas. Das plásticas tradicionais às fabricadas com o chamado plástico verde – produzido com cana-de-açúcar – e as oxi-biodegradáveis, todas descartáveis, até as de pano e de plástico duráveis, as de TNT (tecido não tecido) e de papel.

Uma das conclusões do estudo é a de que as sacolas descartáveis são mais ecoeficientes em relação às duráveis quando usadas por consumidores que vão ao supermercado apenas uma ou duas vezes por semana.

Diz o estudo que para quem faz compras mais de três vezes por semana as duráveis são a melhor opção, a não ser que esses consumidores utilizem as descartáveis para colocar o lixo na rua também três vezes por semana.

Diga-se de passagem que o conceito de ecoeficiência – palavra ainda ausente dos dicionários, mas criada para classificar produtos com maior valor agregado de utilidade e menor impacto socioambiental – é relativo e questionável. Depende do resultado que se quer alcançar. Na minha modesta opinião, daqui para frente, o que é supérfluo e descartável é antiecológico.

Por isso não vejo ecoeficiência em produtos feitos para virar lixo em poucos minutos, a menos que sejam extremamente úteis, como material hospitalar, por exemplo. E sacolas distribuídas gratuitamente a torto e a direito no comércio, além de desperdiçar recursos naturais são também o combustível de um desastre ambiental já em andamento nas ruas das cidades e principalmente nos oceanos, com as toneladas de saquinhos plásticos invadindo cada vez mais as águas.

Contra esse fato não há argumento plausível de ecoeficiência. Governantes de vários países sabem disso e estão agindo. Basta ver outro estudo, chamado “A sacola plástica na América Latina e no mundo”, publicado no site da Associação Latinoamericana de Supermercados (Alas).

O presidente do Instituto Akatu de Consumo Consciente, Hélio Mattar, fez o resumo da ópera em uma declaração à Agência Estado, quando falou das sacolas descartáveis: “Não dá para gastar água, energia e matérias-primas em um produto que depois será jogado no lixo. Esses recursos são limitados e o ideal é investir em bens mais duráveis”.

Na pior das hipóteses, cobrar pelas sacolas descartáveis é uma forma de fazer o consumidor pensar nisso antes de gastar dinheiro com elas. Porque infelizmente, para nós seres humanos, o que vem de graça não tem valor. Nem bons conselhos.

Fonte: Planeta Sustentável

domingo, 7 de agosto de 2011

Cidades Sustentáveis


“Uma cidade sustentável depende da capacidade de reorganizar os espaços, gerir novas economias externas, eliminar as deseconomias de aglomeração, melhorar a qualidade de vida das populações e superar as desigualdades sócio-econômicas para o crescimento econômico.”( Eduardo Alva, 1997 )

[EcoDebate] As cidades surgiram no interior das sociedades agrícolas no ano 2.000 a.c , no Egito. Na idade média, devido ao comércio praticado a longa distância, as cidades adquiriram a feição de entreposto comercial. No século XIX, a Revolução Industrial trouxe um novo conceito : a qualidade de vida já ameaçada pela poluição gerada pelas fábricas na Europa. No Brasil, nos anos 50, o desenvolvimento econômico foi impulsionado pelo setor automobilístico. A cidade moderna torna-se um polo concentrador de comércio, serviços e informações. Ela passa a ser o principal espaço de consumo e circulação de riquezas produzidas no campo.

Com a mecanização da lavoura, a fixação do homem no campo torna-se inviável. A indústria reforça o desfecho dado pela lavoura quando transfere geograficamente o núcleo produtivo do campo para o meio urbano. Formam-se os movimentos de migração em massa provocando o caos nas grandes cidades. O crescimento descontrolado da população urbana demanda serviços, equipamentos públicos, transportes, comércio, tecnologia, causando uma série de transtornos à dinâmica das cidades.

Em 1992, a Conferência Rio-92 produziu um documento conhecido como Agenda 21, que selava a indissociabilidade do desenvolvimento econômico em relação a conservação do meio ambiente. Surge então o conceito de cidade sustentável, um lugar onde as conquistas no campo do desenvolvimento social, econômico e ambiental deveriam se estabelecer. Mas, paira uma dúvida no ar: de que forma será possível adaptar as cidades aos atributos exigidos pela sustentabilidade?

A literatura é vasta e, nela, encontra-se a indicação do livro de Girardet denominado “ Cidades “, escrito em 1989 . Ele considera as megalópolis, verdadeiras usinas de consumo de energia e de produção intensiva de resíduos sólidos. Uma outra teoria aventada era a que enfocava cidades biocidas e cidades ecológicas, se comparadas às suas formas de organização. As cidades biocidas eram associadas às máquinas potentes de destruição da natureza e geradoras de stress humano e as ecológicas seguiam o padrão sustentável.

No ano 2000, surge um documento elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente , denominado de “ Cidades “ onde se destaca seis temas centrais referentes à incorporação da dimensão ambiental nas políticas públicas. Os temas centrais são : 1-agricultura sustentável; 2- cidades sustentáveis; 3- infra-estrutura e integração regional; 4- gestão de recursos naturais; 5- redução das desigualdades sociais; 6- tecnologia para o desenvolvimento sustentável.

A construção das cidades sustentáveis demanda mudanças estruturais e grande articulação entre os atores envolvidos. Planos traçados para estas cidades, favorece o surgimento de um novo modo de concepção de projetos e de execução de obras.

Neste momento, o papel das incorporadoras torna-se crucial. São difundidos os nove passos necessários para se chegar a uma construção sustentável, quais sejam: planejamento sustentável da obra; aproveitamento passivo dos recursos naturais; eficiência energética; gestão e economia da água; gestão dos recursos sustentáveis na edificação; qualidade do ar e do ambiente interior; conforto termo-acústico; uso racional de materiais e uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis. Um levantamento realizado pelo Conselho Empresarial Mundial para o desenvolvimento confirma : a construção é conhecida como o setor dos 40%, pois essa é a quantidade que se leva do consumo mundial de energia, água e recursos naturais. No entanto, a evolução do conceito de cidades apresenta lenta adoção de métodos eficazes que confiram ao estágio em que se encontram, a denominação de “ cidades sustentáveis ”.


fonte:http://www.ecodebate.com.br/2009/03/16/cidades-sustentaveis-artigo-carol-salsa/

terça-feira, 26 de julho de 2011

Greenheart - Sustentabilidade - Company-press-and-jobs - Sony Ericsson

Greenheart - Sustentabilidade - Company-press-and-jobs - Sony Ericsson


O que constitui um GreenHeart™

Vários pequenos passos. Um grande salto.
Embalagens reduzidas. Sem manual de papel. Tinta não tóxica. Plásticos reciclados. Carregador de baixo consumo de energia. Não importa o tamanho de cada passo. Mas o número de passos dados. Adotar embalagens menores, por exemplo. Um pequeno passo para nós, mas que nos permite enviar mais telefones em cada remessa. E substituir o manual de papel por um manual digital economiza papel. Isso equivale a muitas árvores. Você concorda?

Estamos trabalhando de várias maneiras para que todos os nossos telefones e acessórios sejam mais ecointeligentes dentro de algum tempo. E você encontra as inovações ecológicas mais recentes nos produtos que chamamos de GreenHeart™. Nossa meta é colocar um coração verde em todos os nossos produtos o mais rápido que pudermos.

Começamos a dar o salto. Mas ainda não aterrissamos. Queremos que todos os telefones e acessórios da Sony Ericsson sejam produtos GreenHeart™. Passo a passo, chegaremos lá.

Plásticos reciclados


Através do uso de plásticos reciclados na produção de nossos telefones GreenHeart™, estamos dando uma segunda casa para as garrafas d’água e CDs. Uma vez que reciclar é muito mais eficiente em termos energéticos do que produzir novos plásticos, nós reduzimos nossa pegada de carbono na produção de telefones.

Tinta baseada em água


Os telefones GreenHeart™ são tão bonitos quanto todos os nossos telefones e são pintados com tinta baseada em água: As tintas baseadas em água reduzem significativamente a exposição aos compostos orgânicos voláteis (COVs) em comparação às tintas baseadas em solventes.

E-manual


Substituímos nossos manuais de papel pela versão eletrônica no telefone, agora ele está sempre pronto quando você precisar. E isso nos ajuda a reduzir o uso e o transporte de papel. Substituindo o manual de papel padrão em um milhão de telefones, conseguimos economizar 350 toneladas de papel. Isto equivale a 13 mil árvores e 7.500 metros cúbicos de água.

Embalagens reduzidas


Otimizamos as embalagens de todos os nossos telefones para torná-las mais inteligentes e mais ecointeligentes. Os telefones vêm numa caixa menor e mais leve para reduzir os efeitos do transporte sobre o meio ambiente e para preservar recursos naturais preciosos. As embalagens menores permitem enviar mais telefones em cada remessa e reduzir as emissões de CO2 do transporte.

Carregador verde


O carregador verde é compatível com o nível Energy Star V e apresenta uma perda de energia em espera inferior a 30 mW. Isso significa menor consumo de energia.

Controle de substâncias


Somos líderes de mercado na eliminação gradual de substâncias perigosas e nos dedicamos a prosseguir com o nosso trabalho nesta área. Hoje, todos os nossos telefones são:

- 100% livres de PVC
- 100% livres de berílio
- 99,9% livres de retardantes de chamas de bromo (cloreto)
- 99,9% livres de antimônio

Também fornecemos declarações completas do material usado em nossos telefones em:

Aplicativos Verdes


Com aplicativos verdes como o Walkmate Eco e o EcoMate, você realmente tem a certeza de caminhar com os pés no chão em relação à ecologia. O WalkMate Eco permite fazer uma escolha verde, mostrando a redução de CO2 a cada passo que você der em comparação à mesma distância percorrida em um automóvel. E o EcoMate ensina a fazer escolhas mais inteligentes e ecológicas todos os dias, de um jeito fácil e divertido. Pequenas coisas que fazem uma grande diferença.

Acessórios GreenHeart™


Nossa linha de acessórios inclui diversos produtos ecointeligentes, como o carregador Micro USB EP310 de consumo eficiente e o fone de ouvido MH300. 4 das 5 peças de plástico rígido do MH300 são produzidas com plásticos 100% reciclados, mais do que em conformidade com todas as exigências ambientais legais.

Programa Global de Devolução


Nosso programa global de devoluções assegura que os celulares não acabem em aterros sanitários. São enviados para instalações de reciclagem especializadas em reciclagem de telefones. Os componentes e materiais podem ser reutilizados, reduzindo a necessidade de extrair e refinar material para novos produtos. Isso leva à redução do lixo eletrônico, economizando energia e produtos químicos.

Aprenda mais sobre nosso Programa Global de Devolução

Interessante essa inciativa da Sony, é um passo à frente a outras empresas!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Café – um “case” de sucesso também no Brasil


Acompanho a rede Starbucks desde sua infância, inicialmente como uma importadora de cafés selecionados de todo o mundo, com uma única loja em Seattle, nos EUA, início dos anos 70. A sua expansão para se tornar o que conhecemos hoje, uma rede internacional que mudou os conceitos de se tomar café em todo o mundo, deu-se – no entanto – a partir de meados dos anos 90. Chegou ao Brasil faz cinco anos e – comedidamente – vai ganhando seu espaço em um país onde nunca se imaginaria que ela conseguisse deslocar o nosso famoso cafezinho tomado no balcão do bar mais próximo. Mas o “case” internacional firmou-se e hoje já encontramos muitas de suas lojas em São Paulo, principalmente. Pedi a um conhecido*, que sei conhecedor deste mundo interessante, para que me explicasse como ele enxerga este fenômeno. Eis sua interessante explicação:

“A Starbucks Coffee Company maior rede de bebidas à base de café espresso do mundo, continua a expandir seu leque mundial de operações. Mas, além do capital, o que sustenta a ampliação do negócio? Que valor pode-se identificar com a consistente estratégia da empresa para crescer no varejo?

Em 1998, por exemplo, iniciou o desbravamento do leste asiático por Taipei. Logo após, em 1999, deu seu primeiro passo na China continental e abriu uma loja em Beijing. Desde então investiu em atrair a nova classe de consumidores chineses. Hoje com 400 pontos de venda pretende chegar a 1.500 lojas na China até 2015.

No Brasil desde 2006, a rede surfa a expansão nacional do consumo de café fora do lar que representava 14% do total em 2003 e saltou para 57% em 2010, de acordo com levantamento de reputada consultoria de varejo.

Em todos os 30 países onde está hoje, cria ambientes sempre confortáveis para que os clientes possam alongar a estadia e tomar as bebidas à base de café. Os folhetos informativos presentes nas lojas levam ao grande público as estórias do café e o envolvimento da marca com a cadeia de produção. Informações sobre a região de origem, a colheita e a variedade do grão, antes irrelevantes, se tornaram fundamentais para a decisão de compra.

Entretanto é a utilização exclusiva de café certificado como “fairtrade” (negócio justo) que passa aos clientes a responsabilidade ética perante o café que consomem, de forma a valorizar os produtores que atuam de maneira sustentável. Em resumo, a Starbucks descobriu há muito que sustentabilidade não é diferencial, mas competência. Percebeu que independentemente do continente em que está, São Paulo é mais uma cidade global e que a percepção do consumidor é o fator mais importante para fazer crescer um negócio.”

*sugestão de pauta e citação de Ricardo A.C. Aranha, Zoffee Consultoria – ilustração “Coffee Tree” de commons. wikimedia.

Interessante não? Quem não gosta de Starbucks?

Fonte: Exame.com

Você é sustentável?

Bom dia! Hoje, venho trazer a vocês uma ferramenta muito legal, para saber se você é ou não sustentável. Muitas pessoas já devem conhecer o manual de etiqueta sustentável da Editora Abril, criado em 2007, com várias idéias sustentáveis e até com versão para iphone!!

Para quem ainda não conhece, baixe gratuitamente aqui.

Bom, hoje segue aqui um questionário apenas com o modo de reflexão sobre o uso que você faz da água. Leia atentamente cada item, e observe como você pode realizar práticas sustentáveis sem esforço algum!

Você pratica essa ação??

1 - Não há nada de errado em tomar água “torneiral”! Saiba que ela é bem tratada antes de chegar a sua casa. Melhor que ter incômodos garrafões é instalar um purificador na torneira. O consumo de água engarrafada envolve o transporte em veículos a diesel.

2 - Usar a mangueira de água para varrer a calçada - a chamada "vassourinha hidráulica" - é uma atitude irresponsável que ainda é praticada com freqüência. Em 15 minutos, o desperdício é de 280 litros.

3 - Não deixar que as torneiras fiquem pingando inutilmente é economia líquida e certa de água e de dinheiro.

4 - Pensar com carinho na possibilidade de colocar acumuladores de energia solar e de coleta de água das chuvas em sua casa pode ser um bom investimento para você. E um alívio para o planeta.

5 - Identificar vazamentos em casa não é tarefa difícil. Fechando as torneiras e interrompendo o consumo é possível observar se os indicadores do hidrômetro continuam girando. Se estiverem, você está desperdiçando dinheiro e água.

6 - Assim como escovar os dentes ou fazer a barba com a torneira aberta, ensaboar a louça com água limpa escorrendo na pia é puro desperdício.

7 - Existem diversas opções para lavar o carro a seco. Algumas são até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Lavar menos o carro também ajuda a economizar água.

8 - Uma boa saída para economizar água é fazer uso de aeradores, aquelas peneirinhas instaladas nas torneiras e até no chuveiro. Eles introduzem ar proporcionando sensação de maior vazão e um fluxo mais intenso, mas diminuindo o consumo de água.

9 - Para tornar a dica acima ainda mais eficiente, reduzir a pressão da água por meio do registro também contribui para baixar o consumo e diminuir o valor da conta no final do mês.

10 - Anotar em um diário ou agenda o gasto mensal de água permite controlar melhor o consumo e, depois de um ano, rever e corrigir seus hábitos e os da sua família em casa. Isto também vale para as contas de energia elétrica.

11 - Vasos sanitários com caixa acoplada utilizam 6 litros de água por descarga em vez dos mais de 20 litros das válvulas de parede convencionais. Modelos mais modernos trazem ainda um duplo botão para 3 e 6 litros, que podem ser acionados de acordo com a necessidade.

12 - Aquela água que sai da máquina depois da lavagem de roupas pode ser reaproveitada para lavar a área de serviço.

13 - Despejar restos de tintas, vernizes, inseticidas e outros produtos químicos no vaso sanitário ou no ralo contamina a água e dá um trabalhão para as companhias de saneamento. Se sobrar, doe. Pontas de cigarro, preservativos e absorventes podem até entupir encanamentos.

14 - Você sabia que molhar jardins e plantas pela manhã ou ao entardecer evita perda de água pela evaporação? E que nos dias mais frios pode-se aguá-las dia sim, dia não, sem deixar que elas morram de sede?

15 - Instalando medidores individuais de água é possível incentivar a redução do consumo. Investir na construção de cisternas facilita a captação e o aproveitamento da água das chuvas.


Reflitam!