Vou postar abaixo uma noticia de hoje lá da Bolívia sobre essa nova ideia de construção sustentável:
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Para onde estamos indo?
Vou postar abaixo uma noticia de hoje lá da Bolívia sobre essa nova ideia de construção sustentável:
Sustentáveis pelo lucro
No futuro, por pressão de consumidores e acionistas, a responsabilidade social e ambiental será uma prática rentável para as empresas.
Por Marcos Fernandes Gonçalves Da Silva*
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
O que são cidades regenerativas e por que são o caminho para um futuro verde
“Petrópolis”: o modelo de cidade no qual vivemos atualmente. ©copyright Herbie Girardet/ Rick Lawrence.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Consumo verde e boas intenções não conseguirão desacelerar a mudança climática
Foto: Capitan Giona, via Flickr/CC BY-SA.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Conheça cinco tecnologias LED que vão dominar o mundo
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Desperdiçar talentos é limitar nosso futuro

O maior desperdício do Brasil é de talentos. Fiz esta afirmação hoje em um evento sobre a sociedade em rede e sustentabilidade, no meio de uma troca de idéias, na qual se falava do desperdício de recursos naturais, materiais e energia.
No evento, promovido pela Telefonica/Vivo, o tema da eficiência no uso de recursos foi, como era de se esperar, recorrente. Não é só no Brasil que temos uma sociedade do desperdício. A América, em geral, desperdiça mais que a Europa, temperada por situações de grave escassez. A parcimônia nasce da escassez, não da abundância.
Acho que o próprio ambiente do debate, transmitido em Webcast para a toda a rede, com ampla participação da audiência presente e na rede, via Twitter e SMS, me levou a pensar em incontáveis encontros, físicos e virtuais, que tenho tido, ano após ano com jovens de enorme talento espalhados pelo Brasil a fora. E não falo dos muitos talentos com os quais interagi na elite metropolitana de classe média alta. Falo das moças e rapazes espalhados pelo interior do Brasil, pelas favelas das capitais, que encontro em minhas viagens Brasil afora ou nas redes sociais, a maioria com recursos muito escassos, financeiros e educacionais, para estudar. São ativos, criativos, ligados em suas bases e no mundo, inteligentes, têm enorme capacidade de aprendizado, de adaptação às mudanças no seu ambiente, frequentemente dramáticas. Estão seguramente recebendo educação inferior à que merecem e não têm acesso aos meios de formação e desenvolvimento intelectual que lhes permitiria ir muito além. Acesso que está aquém do que têm direito, do que merecem e do que lhes permitiria saltos gigantescos, para os quais têm a aptidão, o talento e o desejo.
Falo desde os nerds, gênios da computação, que brilham com recursos limitadíssimos, ao virtuosos do violino, do celo, que conseguem inesperada sonoridade em instrumentos precários. Dar a esses jovens o acesso à banda larga, a recursos mais amplos de computação científica significa dar-lhes meios para romperem limites que não são pessoais, mas sociais. Por um bom violino ou um bom celo nas mãos dessas meninos e meninas é abrir um universo de sonoridade que lhes é sonegado, mas já existe em suas almas.
Essas limitações socialmente impostas a milhões de jovens representam um tremendo desperdício coletivo de talentos. Liberados para desenvolverem todo o seu potencial intelectual e criativo, toda a sua energia vital, eles permitiriam que o Brasil se beneficiasse na sua plenitude de sua diversidade e de sua escala populacional. Temos mais da metade da população nessa faixa de idade, no auge da capacidade de aprendizado, com o máximo de capacidade de trabalho. A limitação é pessoal, a perda, coletiva.
Há sociedades que desperdiçam recursos, até mais que a nossa. Não conheço outra que desperdice tanto os talentos como a nossa.
Para mim está claro que o Brasil deve a esses jovens uma educação à altura de seu talento. O acesso que estão tendo à Webesfera e suas redes e mídias sociais, permite-lhes exercitar o autodidatismo ao máximo. Como são inteligentes e talentosos, tiram o maior proveito possível do que a rede lhes oferece. E a maioria tem acesso ainda limitado à Webesfera.
O Brasil precisa se descentralizar. Não pode oferecer seus melhores meios apenas àqueles que estão na elite de um punhado de cidades de seu centro de referência e poder. Melhores meios, mas é bom que se diga, ainda assim ruins. É preciso ver e cuidar do Brasil como um todo, descentralizar radicalmente recursos e atividades. Mobilizar esses talentos, para que possamos enfrentar com êxito os enormes desafios e oportunidades que já estão postos neste século 21.
Cada vez mais, nosso descaso com a educação se volta contra nós. Encurta nosso horizonte, restringe nosso capital intelectual e criativo, reduz as possibilidades de desenvolvimento pleno da parte da sociedade que tem o poder de nos abrir o futuro. Um descaso que nos faz inverter, por de cabeça para baixo, nossa visão de futuro. Não é infrequente eu ouvir alguém dizer: “precisamos dar educação a essas crianças para que elas tenham um futuro”.
Não. Precisamos dar educação a essas crianças e jovens, para que o Brasil tenha um futuro.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Sacolas plásticas podem ser vantajosas

Uma das conclusões do estudo é a de que as sacolas descartáveis são mais ecoeficientes em relação às duráveis quando usadas por consumidores que vão ao supermercado apenas uma ou duas vezes por semana.
Diz o estudo que para quem faz compras mais de três vezes por semana as duráveis são a melhor opção, a não ser que esses consumidores utilizem as descartáveis para colocar o lixo na rua também três vezes por semana.
Diga-se de passagem que o conceito de ecoeficiência – palavra ainda ausente dos dicionários, mas criada para classificar produtos com maior valor agregado de utilidade e menor impacto socioambiental – é relativo e questionável. Depende do resultado que se quer alcançar. Na minha modesta opinião, daqui para frente, o que é supérfluo e descartável é antiecológico.
Por isso não vejo ecoeficiência em produtos feitos para virar lixo em poucos minutos, a menos que sejam extremamente úteis, como material hospitalar, por exemplo. E sacolas distribuídas gratuitamente a torto e a direito no comércio, além de desperdiçar recursos naturais são também o combustível de um desastre ambiental já em andamento nas ruas das cidades e principalmente nos oceanos, com as toneladas de saquinhos plásticos invadindo cada vez mais as águas.
Contra esse fato não há argumento plausível de ecoeficiência. Governantes de vários países sabem disso e estão agindo. Basta ver outro estudo, chamado “A sacola plástica na América Latina e no mundo”, publicado no site da Associação Latinoamericana de Supermercados (Alas).
O presidente do Instituto Akatu de Consumo Consciente, Hélio Mattar, fez o resumo da ópera em uma declaração à Agência Estado, quando falou das sacolas descartáveis: “Não dá para gastar água, energia e matérias-primas em um produto que depois será jogado no lixo. Esses recursos são limitados e o ideal é investir em bens mais duráveis”.
Na pior das hipóteses, cobrar pelas sacolas descartáveis é uma forma de fazer o consumidor pensar nisso antes de gastar dinheiro com elas. Porque infelizmente, para nós seres humanos, o que vem de graça não tem valor. Nem bons conselhos.
Fonte: Planeta Sustentável
domingo, 7 de agosto de 2011
Cidades Sustentáveis

“Uma cidade sustentável depende da capacidade de reorganizar os espaços, gerir novas economias externas, eliminar as deseconomias de aglomeração, melhorar a qualidade de vida das populações e superar as desigualdades sócio-econômicas para o crescimento econômico.”( Eduardo Alva, 1997 )
[EcoDebate] As cidades surgiram no interior das sociedades agrícolas no ano 2.000 a.c , no Egito. Na idade média, devido ao comércio praticado a longa distância, as cidades adquiriram a feição de entreposto comercial. No século XIX, a Revolução Industrial trouxe um novo conceito : a qualidade de vida já ameaçada pela poluição gerada pelas fábricas na Europa. No Brasil, nos anos 50, o desenvolvimento econômico foi impulsionado pelo setor automobilístico. A cidade moderna torna-se um polo concentrador de comércio, serviços e informações. Ela passa a ser o principal espaço de consumo e circulação de riquezas produzidas no campo.
Com a mecanização da lavoura, a fixação do homem no campo torna-se inviável. A indústria reforça o desfecho dado pela lavoura quando transfere geograficamente o núcleo produtivo do campo para o meio urbano. Formam-se os movimentos de migração em massa provocando o caos nas grandes cidades. O crescimento descontrolado da população urbana demanda serviços, equipamentos públicos, transportes, comércio, tecnologia, causando uma série de transtornos à dinâmica das cidades.
Em 1992, a Conferência Rio-92 produziu um documento conhecido como Agenda 21, que selava a indissociabilidade do desenvolvimento econômico em relação a conservação do meio ambiente. Surge então o conceito de cidade sustentável, um lugar onde as conquistas no campo do desenvolvimento social, econômico e ambiental deveriam se estabelecer. Mas, paira uma dúvida no ar: de que forma será possível adaptar as cidades aos atributos exigidos pela sustentabilidade?
A literatura é vasta e, nela, encontra-se a indicação do livro de Girardet denominado “ Cidades “, escrito em 1989 . Ele considera as megalópolis, verdadeiras usinas de consumo de energia e de produção intensiva de resíduos sólidos. Uma outra teoria aventada era a que enfocava cidades biocidas e cidades ecológicas, se comparadas às suas formas de organização. As cidades biocidas eram associadas às máquinas potentes de destruição da natureza e geradoras de stress humano e as ecológicas seguiam o padrão sustentável.
No ano 2000, surge um documento elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente , denominado de “ Cidades “ onde se destaca seis temas centrais referentes à incorporação da dimensão ambiental nas políticas públicas. Os temas centrais são : 1-agricultura sustentável; 2- cidades sustentáveis; 3- infra-estrutura e integração regional; 4- gestão de recursos naturais; 5- redução das desigualdades sociais; 6- tecnologia para o desenvolvimento sustentável.
A construção das cidades sustentáveis demanda mudanças estruturais e grande articulação entre os atores envolvidos. Planos traçados para estas cidades, favorece o surgimento de um novo modo de concepção de projetos e de execução de obras.
Neste momento, o papel das incorporadoras torna-se crucial. São difundidos os nove passos necessários para se chegar a uma construção sustentável, quais sejam: planejamento sustentável da obra; aproveitamento passivo dos recursos naturais; eficiência energética; gestão e economia da água; gestão dos recursos sustentáveis na edificação; qualidade do ar e do ambiente interior; conforto termo-acústico; uso racional de materiais e uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis. Um levantamento realizado pelo Conselho Empresarial Mundial para o desenvolvimento confirma : a construção é conhecida como o setor dos 40%, pois essa é a quantidade que se leva do consumo mundial de energia, água e recursos naturais. No entanto, a evolução do conceito de cidades apresenta lenta adoção de métodos eficazes que confiram ao estágio em que se encontram, a denominação de “ cidades sustentáveis ”.
fonte:http://www.ecodebate.com.br/2009/03/16/cidades-sustentaveis-artigo-carol-salsa/
terça-feira, 26 de julho de 2011
Greenheart - Sustentabilidade - Company-press-and-jobs - Sony Ericsson
O que constitui um GreenHeart™
Estamos trabalhando de várias maneiras para que todos os nossos telefones e acessórios sejam mais ecointeligentes dentro de algum tempo. E você encontra as inovações ecológicas mais recentes nos produtos que chamamos de GreenHeart™. Nossa meta é colocar um coração verde em todos os nossos produtos o mais rápido que pudermos.
Começamos a dar o salto. Mas ainda não aterrissamos. Queremos que todos os telefones e acessórios da Sony Ericsson sejam produtos GreenHeart™. Passo a passo, chegaremos lá.
Plásticos reciclados
Através do uso de plásticos reciclados na produção de nossos telefones GreenHeart™, estamos dando uma segunda casa para as garrafas d’água e CDs. Uma vez que reciclar é muito mais eficiente em termos energéticos do que produzir novos plásticos, nós reduzimos nossa pegada de carbono na produção de telefones.
Tinta baseada em água
Os telefones GreenHeart™ são tão bonitos quanto todos os nossos telefones e são pintados com tinta baseada em água: As tintas baseadas em água reduzem significativamente a exposição aos compostos orgânicos voláteis (COVs) em comparação às tintas baseadas em solventes.
E-manual
Substituímos nossos manuais de papel pela versão eletrônica no telefone, agora ele está sempre pronto quando você precisar. E isso nos ajuda a reduzir o uso e o transporte de papel. Substituindo o manual de papel padrão em um milhão de telefones, conseguimos economizar 350 toneladas de papel. Isto equivale a 13 mil árvores e 7.500 metros cúbicos de água.
Embalagens reduzidas
Otimizamos as embalagens de todos os nossos telefones para torná-las mais inteligentes e mais ecointeligentes. Os telefones vêm numa caixa menor e mais leve para reduzir os efeitos do transporte sobre o meio ambiente e para preservar recursos naturais preciosos. As embalagens menores permitem enviar mais telefones em cada remessa e reduzir as emissões de CO2 do transporte.
Carregador verde
O carregador verde é compatível com o nível Energy Star V e apresenta uma perda de energia em espera inferior a 30 mW. Isso significa menor consumo de energia.
Controle de substâncias
Somos líderes de mercado na eliminação gradual de substâncias perigosas e nos dedicamos a prosseguir com o nosso trabalho nesta área. Hoje, todos os nossos telefones são:
- 100% livres de PVC
- 100% livres de berílio
- 99,9% livres de retardantes de chamas de bromo (cloreto)
- 99,9% livres de antimônio
Também fornecemos declarações completas do material usado em nossos telefones em:
Aplicativos Verdes
Com aplicativos verdes como o Walkmate Eco e o EcoMate, você realmente tem a certeza de caminhar com os pés no chão em relação à ecologia. O WalkMate Eco permite fazer uma escolha verde, mostrando a redução de CO2 a cada passo que você der em comparação à mesma distância percorrida em um automóvel. E o EcoMate ensina a fazer escolhas mais inteligentes e ecológicas todos os dias, de um jeito fácil e divertido. Pequenas coisas que fazem uma grande diferença.
Acessórios GreenHeart™
Nossa linha de acessórios inclui diversos produtos ecointeligentes, como o carregador Micro USB EP310 de consumo eficiente e o fone de ouvido MH300. 4 das 5 peças de plástico rígido do MH300 são produzidas com plásticos 100% reciclados, mais do que em conformidade com todas as exigências ambientais legais.
Programa Global de Devolução
Nosso programa global de devoluções assegura que os celulares não acabem em aterros sanitários. São enviados para instalações de reciclagem especializadas em reciclagem de telefones. Os componentes e materiais podem ser reutilizados, reduzindo a necessidade de extrair e refinar material para novos produtos. Isso leva à redução do lixo eletrônico, economizando energia e produtos químicos.
Aprenda mais sobre nosso Programa Global de Devolução
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Café – um “case” de sucesso também no Brasil
“A Starbucks Coffee Company maior rede de bebidas à base de café espresso do mundo, continua a expandir seu leque mundial de operações. Mas, além do capital, o que sustenta a ampliação do negócio? Que valor pode-se identificar com a consistente estratégia da empresa para crescer no varejo?
Em 1998, por exemplo, iniciou o desbravamento do leste asiático por Taipei. Logo após, em 1999, deu seu primeiro passo na China continental e abriu uma loja em Beijing. Desde então investiu em atrair a nova classe de consumidores chineses. Hoje com 400 pontos de venda pretende chegar a 1.500 lojas na China até 2015.
No Brasil desde 2006, a rede surfa a expansão nacional do consumo de café fora do lar que representava 14% do total em 2003 e saltou para 57% em 2010, de acordo com levantamento de reputada consultoria de varejo.
Em todos os 30 países onde está hoje, cria ambientes sempre confortáveis para que os clientes possam alongar a estadia e tomar as bebidas à base de café. Os folhetos informativos presentes nas lojas levam ao grande público as estórias do café e o envolvimento da marca com a cadeia de produção. Informações sobre a região de origem, a colheita e a variedade do grão, antes irrelevantes, se tornaram fundamentais para a decisão de compra.
Entretanto é a utilização exclusiva de café certificado como “fairtrade” (negócio justo) que passa aos clientes a responsabilidade ética perante o café que consomem, de forma a valorizar os produtores que atuam de maneira sustentável. Em resumo, a Starbucks descobriu há muito que sustentabilidade não é diferencial, mas competência. Percebeu que independentemente do continente em que está, São Paulo é mais uma cidade global e que a percepção do consumidor é o fator mais importante para fazer crescer um negócio.”
*sugestão de pauta e citação de Ricardo A.C. Aranha, Zoffee Consultoria – ilustração “Coffee Tree” de commons. wikimedia.
Interessante não? Quem não gosta de Starbucks?
Fonte: Exame.com
