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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Terra! Planeta água.

Assim como Guilherme Arantes na composição da música “ Planeta água”, a sociedade utiliza e reconhece o grande valor deste elemento em abundância em nosso planeta. Porém grande parte desta água não está acessível ao consumo humano, isto é 96% de toda a água encontrada na terra está em nossos oceanos, 2,4% em geleiras e calotas polares e 0,6% em rios, lagos e lagoas. Segundo Kulshreshtha (1998), em 2025 mais da metade da população do planeta sofrerá com a falta de água potável . Neste cenário podemos incluir que 70% da água doce do planeta é consumida pela agricultura.
Analizando estes números podemos concluir que a escassez de água está mais próximo do que imaginávamos, a concientização da sociedade e medidas governamentais, podem promover uma grande avanço na luta contra a falta de água no planeta. Algumas ações podem realmente solucionar este problema dentre elas podemos citar a dessanilização da água. Um processo ainda em desenvolvimento e custo elevado porém uma das melhores soluções para esta esta problemática.
A dessanilização a água pode ocorrer de várias formas uma delas e a destilação, método que conciste no aquecimento da água até a sua vaporização, separando-se a água do sal e outras impurezas. Este processo demanda muita energia, tornando dessa forma, um processo não muito utilizado. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts ( MIT) desenvolvel um dessalinizador portátil ( ainda em experimento), ele funciona da seguinte forma, utilizando nano tecnologia o aparelho separa os íons da água dessalinizada ( que não tem carga elétrica).
Com o avanço da tecnologia, principalmente para a preservação dos recursos naturais, podemos esperar que a tecnologia de dessalinização se torne cada vez mais eficiente e barata. Podemos ressaltar que há uma necessidade de avanços tecnologicos para a melhoria da vida na terra, porém a há uma necessidade também de reflexição da população sobre um uso indiscriminado destes recursos naturais, pois se a ação por parte da pessoas em rocionalizar o uso deste recursos não acontecer, não haverá tecnologia o suficinte para remediar tamanha desordem.

Fontes:
Kulshreshtha, S.N. (1998). “ A global Outlook for water resources to the year 2025”

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Consumo consciente perdeu espaço no Brasil

Brasileiros estão menos preocupados com impacto de suas opções de compra, emrelação a 2007, segundo estudo da Fecomércio. Reciclagem cresceu. Fonte; planetasustentavel.com.br

A preocupação com o planeta na hora de consumir ainda não está na cabeça dos brasileiros.Apesar do aumento de renda, o consumidor do país está deixando de levar em contahábitos ecológicos, segundo revela a Pesquisa Nacional de Consumo Consciente 2012,publicada na quarta-feira pela Fecomércio-RJ. O estudo mostra que hoje 37% da populaçãonão levam em conta a preservação ambiental no dia a dia. Esse número era de apenas 26% em 2007. As discussões sobrea economia verde e a forma como o consumo pode mudar o futuro do planeta estarão no centro da Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro. 

A pesquisa mostra que o brasileiro está deixando de fazer coisas simples, que além de preservar o ambiente contribuempara o próprio bolso. Em 2007, 74% dos pesquisados se preocupavam em utilizar sobras de refeições para fazer uma novarefeição. Esse percentual caiu para 67% em 2012. Em 2007, 24% diziam lavar a calçada de casa com água de mangueira. O número subiu para 27% em 2012. Até os hábitos de fechar a torneira para escovar os dentes e de apagar as luzes ao sairde um recinto, que eram quase unânimes em 2007, realizados por 92% e 93% da população, respectivamente, estão sendorelaxados nos últimos cinco anos: caíram para 89% e 91%, respectivamente.
Outros hábitos conscientes parecem estar perdendo espaço. Antes, 26% procuravam consumir produtos com menosimpacto para o meio ambiente. Hoje, apenas 22% mantêm essa preocupação. Em 2007, 42% plantavam árvores oucuidavam de jardins. A nova pesquisa revela que apenas 37% têm esse costume.

No entanto, nem tudo é desperdício no Brasil. A separação de lixo para reciclagem aumentou de 40%, em 2007, para 49% em 2012. Mais pessoas também estão pegando mais caronas para economizar combustível - o que ajuda na redução das emissões de gases poluentes. O número mudou de 17% em 2007 para 20% em 2012. O abandono das sacolas plásticas também parece ganhar adesão. Em 2012, 17% dos brasileiros informaram que sempre utilizam sacolas ecológicas em vez de sacolinhas de supermercado. Em 2010, quando essa pergunta foi incluída na pesquisa, apenas 5% tinham essa preocupação.
fonte: ECCAPLAN

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Adaptar-se ou adaptar?





Outro dia, escutando algumas músicas antigas, me chamou a atenção o trecho da música “ Até Quando”  do cantor “ Gabriel, O Pensador” , o trecho diz o seguinte:

“ Muda que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente!
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro   

Na mudança do presente a gente molda o futuro!”

 
Atualmente, o conceito de mudança paira sobre nossos pensamentos de forma muito intensa, tanto para aqueles que buscam sua plenitude quanto para aqueles que buscam o seu lugar na magnitude desta sociedade complexa. Conceituar a mudança se tornou algo muito pessoal, devido a grande massa de informações disponíveis em nosso cotidiano, essas informações nos proporcionam opções categóricas de pensamentos, visões e atitudes presentes no mundo todo, através disso cada dia que passa a generalização se torna muito complicada.
A relação com a temática sustentabilidade, projetada sobre os pilares da economia, sociedade e meio ambiente, nos remete ao pensamento de que para quaisquer que sejam os grupos sociais, o grau de reflexão e os traumas vivenciados, a sustentabilidade de fato está presente em todas elas, não justificando a sua não agregação devido ás diferenças.
Observamos que inúmeras ações de conscientização e grandes esforços têm sido feitos para que projetos sustentáveis sejam adaptados aos moldes da rotina social vivida atualmente e que pouco se tem feito, por parte da população, para que as mudanças ocorram de forma mútua.
A sustentabilidade não deve ser tratada de forma opcional ou secundária nas ações do dia-a-dia, para que isso ocorra há uma necessidade de agregar a temática á própria cultura de cada indivíduo não importando o grupo social pertencente.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

QUER ALUGAR UM COPO?

A princípio o título desta matéria parece estranho né?, mas é isso mesmo que está acontecendo em alguns eventos pelo mundo. Algumas empresas disponibilizam esse serviço de aluguel de copos para eventos e a aceitação tem sido muito boa pelo público.
Aqui no Brasil a empresa Meucopo Eco, está disponibilizando este serviço há um preço relativamente baixo levando em consideração os ganho ecológicos e financeiros adquirindo o produto.

Veja mais no site: http://www.meucopoeco.com.br/index.php

BICICLETAS DE GARRAFAS PET, MUITO SHOW!!

Há anos a destinação de material reciclável vem se tornando cada vez mais importante tanto ecologicamente como comercialmente ao planeta.
Nesse pensamento juntar o "útil ao agradável", é o grande desafio desse século. A empresa Muzzicycle conseguiu essa façanha, juntou a responsabilidade ecológica e a sua demanda comercial em um produto totalmente sustentável. As bicicletas produzidas, tem o seu quadro principal feito de material reciclado               ( garrafas pet ), material esse, que em testes mostrou-se muito resistente e duradouro.

Veja o site:
http://www.muzzicycles.com.br/

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Copo reutilizável...


KeepCup, copo de café reutilizável.


KeepCup é um copo de café que se assemelha a um copo descartável, mas totalmente reutilizável e com design inovador. Concebido em 2009 pelos irmãos Jamie e Abigail Forsyth como uma solução para os problemas dos resíduos causados ​​pelo grande número de copos descartáveis ​​jogados fora em todo o mundo.
O KeepCup se assemelha ao design tradicional do copo descartável usado em vários países, na aparência e aplicação, mas é completamente reciclável, personalizável e pode ser usado repetidas vezes. É capaz de manter seu conteúdo quente por pelo menos meia hora.
Veja a materia completa.
A possibilidade de utilização deste tipo de utensílio vem se tonando cada vez maior, porém há aqueles que devido a inúmeros fatores não querem ter o trabalho de substituir algo que já é utilizado de forma rotineira. Pensando nisso ao invés de apenas descartar os copinho na lixeira o vídeo abaixo mostra uma forma bem interessante de reutilizá-los e ainda decorar o ambiente de trabalho.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Disputa de Condomínios - Boa Iniciativa!!





O objetivo é promover uma grande competição entre edifícios, na qual os condôminos, empregadas e funcionários somam forças para reduzir o desperdício de água do prédio. Durante o período de avaliação, o edifício que tiver o melhor desempenho, ou seja, aquele que tiver reduzido mais expressivamente o consumo de água em relação a igual período em 2011 receberá prêmios oferecidos pela Fabrimar, fabricante de metais sanitários, na forma de dispositivos economizadores.


Veja o artigo completo:


Vamos fazer por todo o Brasil!!!

Casa Sustentável!!


Muito tem se falado sobre sustentabilidade. No mundo inteiro órgãos públicos e privados se unem por um único objetivo: preservar o planeta. Mas, você já pensou o que realmente é necessário para você ter uma casa sustentável? O que há de novo no mercado imobiliário que possibilita a inserção de mais casas sustentáveis em todo o mundo? Vamos observar.

Projeto de Casas Sustentáveis – Vídeo
Casas sustentáveis possuem um princípio: economizar de uma maneira onde o planeta seja poupado, mas que nem por isso nossa vida seja sacrificada em pouco conforto e comodidade. Para se ter uma ideia,  até mesmo o governo, recentemente, abriu uma linha de crédito de reforma e construção que possibilita a realização de um empréstimo pensando em mudanças sustentáveis como, por exemplo, aquecedores solares. Abaixo, o vídeo mostra uma casa sustentável em Santa Catarina.



Pequenas ações inseridas na rotina de manutenção da casa podem ajudar o ambiente a ser mais eficiente e sustentável. Veja as dicas abaixo:

1. Faça a manutenção correta de encanamentos e vazamentos, evitando o desperdício de água. Uma gotinha pingando na torneira pode desperdiçar muita água. Se você precisar esperar para fazer a manutenção, tente pelo menos recolher essa água e utilizar para outro fim.
2. Verifique a vedação de portas e janelas de sua casa. Pequenas correntes de ar podem deixar o ambiente mais frio no inverno, necessitando de mais aparelhos para aquecimento. O teste pode ser feito com uma vela em um
 dia de vento. Basta se aproximar de frestas e ver se a chama treme ou apaga. Esses locais precisam de vedação extra. Para isso, você pode usar silicone ou outros materiais disponíveis em lojas de construção.
3. Verifique também a vedação da porta da geladeira. Quando funcionando plenamente, a eficiência energética do aparelho será maior. Para fazer o teste, coloque uma folha de papel na porta e feche. Se a folha ficar presa, a vedação está correta. Se a folha escorregar, é necessário fazer a manutenção, trocando a borracha da geladeira.
4. Ainda para as geladeiras e freezers, é importante manter asserpentinas sem poeira. Isso pode aumentar a eficiência do aparelho em até 30%.
5. Caso a geladeira não seja frost-free, descongele quando o gelo tiver no máximo 5mm de espessura. O acúmulo de gelo prejudica a eficiência do aparelho.
6. Verifique o funcionamento de aparelhos eletrônicos. Pequenas manutenções elétricas ajudam a economizar energia.
7. Quando as lâmpadas queimarem, opte pelas lâmpadas fluorecentes compactas ou de LED. Além disso, fazer a limpeza das luminárias aumenta o aproveitamento da luz sendo gerada.
8. Se o lugar em que você mora é predominantemente quente, opte por pintar a casa com cores claras. Se for ao contrário, paredes escuras ajudam a aquecer o ambiente.
9. Instalar um aerador em chuveiros e pias ajuda a reduzir pela metade o fluxo da água misturando-a com bolhas de ar.
10. Recolha a água da chuva em baldes e bacias e use para lavar calçadas e carros.





Fonte: http://atitudesustentavel.uol.com.br,
           http://www.dimensaoimoveissc.com.br

GRUPO REUSE ESTÁ DE VOLTA

     

Marcando uma nova trajetória, o Grupo Reuse após um período de reflexão e novas percepções, está de volta ao processo de transformação para um mundo melhor.
Cada dia que passa a proposta de informar, discutir e agir em prol dos três pilares que condicionam a sustentabilidade, se torna mais forte e decisivo para que ocorram essas mudanças. Tomando como parâmetro comparativo a sociedade ainda inexperiente na temática, há um grande passo a ser dado.

      Com a participação de todos os leitores queremos trazer novas informações e proporcionar soluções integradas.

Mude o Mundo... Pense Novo!!!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Novo sistema facilitará monitoramento do consumo de água e energia


Pesquisadores da empresa fluminense Eneltec estãodesenvolvendo um sistema de monitoramento do consumo de água e energia elétrica em prédios públicos, com tecnologia nacional, que promete facilitar bastante a vida do responsável pela administração do local. Doutor em Engenheira Elétrica e um dos sócios da Eneltec, Rodrigo Martins Fernandes explica que os sistemas disponíveis atualmente no mercado utilizam equipamento para medição e comunicação com um servidor de banco de dados e páginas na internet ou intranet, onde os dados são armazenados, processados e disponibilizados.
"Para interpretar estes dados e realizar a manutenção do equipamento, o gestor do edifício precisa contar com a consultoria de um profissional especializado em Tecnologia da Informação (TI) ou então terceirizar um serviço para interpretar os dados e fazer a manutenção do equipamento", afirma Fernandes. Além da dependência do profissional, o custo mensal torna-se elevado. "Já o nosso sistema dispensa a contratação de um profissional especializado", acrescenta. Desenvolvido com apoio do edital Prioridade Rio, o protótipo está em fase de teste e deve estar no mercado em um ano.
A ideia foi criar um medidor simples e fácil para que qualquer usuário, sem grandes conhecimentostécnicos, possa utilizá-lo. O produto será composto de um software instalado em um chip eletrônico. Cada chip será colocado num quadro de energia ou de medição de água diferente. "Eles se comunicarão por meio da rede sem fio (wireless), pelos fios da rede elétrica ou por cabos USB", explica Fernandes. O usuário, então, criará uma conta gratuita no site de buscas Google, pela qual poderá acessar uma plataforma onde estarão disponibilizados gráficos com os dados relativos ao consumo de água e energia elétrica. "Por esta plataforma ele poderá fazer o acompanhamento em tempo real, ao longo do dia ou mesmos em intervalos de cinco minutos", acrescenta. Os gráficos também serão compatíveis com diferentes plataformas gratuitas de armazenamento de dados já disponíveis na internet.
Nos próximos cinco anos, o Rio de Janeiro será sede dos maiores eventos esportivos do planeta: a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Os prédios que serão ocupados por empreendimentos ligados a estes eventos terão que receber a certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design – selo de maior reconhecimento internacional e mais utilizado no Brasil e no mundo para certificação e orientação ambiental de edificações). "Popularmente conhecido como selo verde, o Leed é dado a construções que funcionam com modos de economia ou redução do consumo de água e energia elétricas", explica Fernandes. "Daí a necessidade de criarmos formas mais simples e baratas para facilitar este monitoramento", complementa. Desligamento automático de aparelhos de ar-condicionado, sensores de calor ou de movimento e torneiras que ligam com sensor de calor são alguns dos recursos utilizados para redução do consumo de energia.
No Brasil, a promoção de tecnologias, iniciativas e operações sustentáveis no ramo da construção civil é realizada pelo Green Building Council Brasil (GBCB, que pode ser traduzido como Conselho Brasileiro de Construções Verdes). O GBCB é um dos 21 membros do World Green Building Council, entidade internacional que regula e incentiva a criação de conselhos nacionais como forma de promover mundialmente tecnologias, iniciativas e operações sustentáveis na construção civil. Segundo informações do GBCB, as construções com certificação Leed no país têm crescido bastante nos últimos sete anos. "Atualmente, o Brasil é o quarto país no ranking mundial de construções verdes com 36 prédios certificados e 313 em processo de certificação, atrás apenas dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos e China", destaca Fernandes.
O Edifício Cidade Nova, sede da Universidade Petrobras, responsável pelas soluções educacionais corporativas voltadas aos empregados da estatal e situado na região central do Rio de Janeiro, foi o primeiro prédio a obter o certificado Leed da cidade, em outubro de 2008. O edifício traz redução de consumo de energia, menos emissão de gás carbônico e menores custos de manutenção, além de ter gerado, durante a construção, um menor volume de entulho. Para Rodrigo Fernandes, exemplos como estes contribuem para redução dos impactos ambientais. "Poucos sabem, mas com atitudes como essa precisaremos construir menos usinas hidrelétricas. Com isso, haveria maior preservação dos recursos naturais", conclui Fernandes. O engenheiro espera que até o próximo ano o novo sistema de monitoramento do consumo esteja inteiramente pronto para ser implantado num edifício verde.
Fonte: Vinicius Zepeda/ Faperj 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Prédios ecológicos e Arquitetura Verde


Edifícios verdes ou os chamados edifícios ecológicos
Construção ecológica inclui o desenho e a construção de um edifício de tal maneira que ele não tenha qualquer tipo de implicação ecológicas. Isso inclui tanto em adotar uma técnica apropriada eco amigável para projeto do edifício, bem como ter certeza que o resultado final na forma do edifício seja amigável ao ambienteUm edifício ecológico não realiza qualquer tipo de ameaça ao ambiente circundante, incluindo a flora e a fauna. O principal objetivo por trás da criação de edifícios ecológicos é que a habitação humana de um lugar não tenha qualquer efeito adverso sobre a ecologia do entorno. O seu único objetivo é proteger o meio ambiente, proteger a ecologia e manter um relacionamento saudável entre seres humanos e sua ecologia circundante.
Os edifícios ecológicos são projetados por uma equipe especial de arquitetos que têm o sentimento de comprometimento com o meio ambiente que não seja apenas construir um edifício para o bem da pessoa. São criados para obtenção de um acordo mútuo e harmonioso entre os seres humanos residentes e os elementos em torno da natureza ou ecologia. As características para uma construção ecológica de um edifício inclui a ecologia local dos fatores ambientais, como construção e fatores locais como a biosfera, e a relação entre eles. A concepção do edifício ecológico é um pouco semelhante à Permacultura, que fala sobre a criação de uma sociedade e agricultura baseada na repercussão que isso terá sobre a ecologia envolvente. Qualquer construção ecológica é definida com base no que foi dito. Aqui, o ponto chave é a segurança do meio ambiente.
Bem, como foi discutido anteriormente, existem dois fatores, os bióticos e os abióticos. Os fatores bióticos incluem a flora e a fauna, e isso leva a descobrir que tipo de efeitos a construção teria sobre as espécies que vivem no entorno da construção. Harmonia entre as espécies vivas e interação saudável entre eles também é importante. Os fatores abióticos incluem a paisagem local presente, morros, montanhas, como também o clima local. Com base nestes fatores é decidido, que tipo de água padrão, utilização da terra e fonte de energia será utilizado para a construção ecológica, para que se torne um lugarambientalmente harmonioso para se viver. 
O conceito de construção ecológica não é apenas para reduzir o impacto negativo de um edifício sobre a ecologia, mas o seu objectivo principal é criar uma interacção positiva com a ecologia. A construção ecológica é um conceito positivo e tem como objetivo trazer harmonia entre a natureza e edifícios. Interação positiva, em última análise leva a uma redução nas repercussões negativas e, assim, faz com que sua construção seja perfeitamente eco amigável para se viver. A pessoa não terá que viver com culpa de que seu prédio tenha causado grande dano ao meio ambiente. Pouca coisa tem sido feita para evitar qualquer tipo de impacto negativo causado pela construção sobre a ecologia envolvente composta por componentes tanto bióticos e abióticos, ainda há muito a ser feito. Prédios ecológicos deixam a mensagem de que, mesmo os seres humanos, desempenham um papel importante na preservação da ecologia da sua área local e, assim, permite reduzir as implicações negativas que poderiam infligir sobre ele.
fonte: Arquitetura Sustentável

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Solar Sister e NextAid apresentam 5 tecnologias promissoras para a África


1 
Nesta foto, as Engenheiras Descalças da Mauritânia instalam painéis solares em suas  aldeias. Todas forma treinadas no Rajastão, Índia. Imagem: 
Barefoot Photographers of Tilonia – Flickr.
Quem entra no futurista Yotel, perto da Times Square, que conta com um robô na chapelaria do saguão, não espera encontrar as mais promissoras e inovadoras tecnologias para o desenvolvimento sustentável. No entanto, a Solar Sister, criadora de um modelo empresarial que envolve a ação das mulheres para erradicar a pobreza, e aNextAid, uma organização que usa a música para apoiar projetos de desenvolvimento sustentável na África, se uniram para mostrar ao público essas tecnologias em seu evento Illuminate, realizado no mês passado.
Lâmpadas de energia solar
2 
Imagem: 
Global X/Flickr.
A Technology4Development Marketplace apresentou as lâmpadas de energia solard.ligh, que têm o objetivo de reduzir custos e estão sendo distribuídas em nada menos que 40 países.
Pouco esforço, muita água
3  
Hip Pump é a bomba de água da Kickstart, uma organização que entende algo que muitos no mundo do humanitarismo ainda não compreenderam: “Os pobres não são vítimas à espera de salvação”. Mimi Evans, da Kickstart, declarou que a bomba ajuda a cultivar alimentos e a melhorar o rendimento das plantações, mas a seu ver, é uma ferramenta que as pessoas podem utilizar para sair da pobreza.
Jogar futebol, gerar luz
4
Entre os dispositivos alternativos está um gerador de energia em forma de bola: oSOccket. É só jogar a bola durante 30 minutos para obter três horas de luz, para alegria da garotada. A tecnologia já foi lançada há algum tempo, mas está sendo aprimorada constantemente. A versão 2.0 intensificará a quantidade de energia gerada.
Painéis solares dobráveis
5 
A Konarka produz os Power Plastics, painéis solares orgânicos e flexíveis que podem ser instalados em uma ampla variedade de superfícies. A empresa trabalha em uma versão transparente para que os painéis possam ser instalados também em janela ou estufas, convertendo a energia solar em eletricidade.
Ferramentas inteligentes para a saúde materna
6 
Representando a saúde materna no evento, a Maternova apresentou o Power Pak, um kit para parteiras com uma espécie de lanterna movida a energia solar que se ajusta à cabeça, com um visor embutido (já que em localidades remotas, os partos costumam ocorrer em locais escuros) e um carregador de telefone celular. A Maternova também está lançando outras tecnologias criativas para a realização de diagnósticos em regiões remotas e recursos limitados, como detectores que medem o nível de hemoglobina e indicadores de temperatura de cristal líquido.

fonte: TreeHugger

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Na Namíbia, muita luz e ventilação naturais num projeto de Wasserfall


Muita luz e ventilação naturais
(crédito: Divulgação)












Resultado de uma mini competição, o complexo de escritórios da Buhrmann & Partners Consulting Engineers  é a manifestação de uma relação de trabalho de longa data entre as duas empresas , mais particularmente entre Sigi Teetz and Jaco Wasserfall, que começou há quase duas décadas e desde então se tornou uma parceria dinâmica. Contribuiu para o projeto o entusiasmo e a habilidade de uma construtora com vasta experiência e impecável reputação em construção em concreto off-shuter.
O novo prédio está localizado em uma propriedade de 1.500 m2, em uma área residencial dos subúrbios de Klein Windhoek, capital da Namíbia. Destinada ao desenvolvimento urbano de baixa densidade, a área está sendo gradualmente transformada, mas sem sacrificar a sua escala residencial.
Além de deixar fora de questão a demolição da casa existente, os clientes estipularam que o seu jardim deveria permanecer imaculado. Outras exigências foram o uso de concreto off-shuter  e a introdução de um novo volume. Os três sócios tiveram que ser acomodados em escritórios separados, com vista para o jardim.
Simplicidade e clareza geométrica foram as aspirações do projeto. Uma longa viga de concreto, com impressionantes vãos livres, foi empregada como um centro da circulação, demarcando uma abordagem clara do edifício, tanto para visitantes e funcionários, assim como para separar as áreas de produção, administrativas e de serviços. Serve também como um elemento unificador dos vários componentes térreos e do estacionamento da equipe em uma única entidade arquitetônica.
Concebido como um recipiente de duplo volume, o espaçoso escritório tem um telhado de concreto em com janelas clerestory voltadas para o sul e norte para garantir luz natural suficiente. Escritórios individuais e os nichos de discussão estão ligados às fachadas envidraçadas do volume principal com enquadramento suficiente para fornecer vista para o jardim. Generosas projeções do telhado protegem as fachadas de vidro do espaço principal, enquanto persianas horizontais fornecem o sombreamento para o escritório. Coloridas paredes em curva proporcionam alívio visual, sugerindo movimento.
A abordagem minimalista e robusta persistiu na escolha e aplicação de materiais, detalhes e acabamentos. Visando minimizar a manutenção, elementos estruturais expostos são usados juntamente com adornos de concreto, aço, alumínio, madeira e vidro. O envolvimento do projeto também incluiu o mobiliário interno e sinalização.