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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Novo sistema facilitará monitoramento do consumo de água e energia
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Materiais Sustentáveis – Conheça os Materiais Verdes Para Sua Construção
Materiais Sustentáveis - Decoração
Materiais Sustentáveis - Madeira Manufaturada
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Novas regras à mesa
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Tecnologia permite que fogão a lenha gere energia para carregar celular
Muito bom... além da visão social e da saúde de quem utiliza fogão a lenha, também envolveram a questão ambiental, tudo em apenas um produto!!! #ProdutoNota10
domingo, 4 de setembro de 2011
Sacolas plásticas podem ser melhor que as retornáveis?
Depois de ser “demonizada” pelos consumidores preocupados com o meio ambiente, a sacola plástica parece ter encontrado seu lugar. Ao menos por ora – e aqui no Brasil. Um amplo estudo realizado pela Fundação Espaço Eco, única organização no país que faz análises de ecoeficiência (considera aspectos ambientais e econômicos) de produtos e processos industriais, analisou o impacto de oito tipos diferentes de sacolas para carregar compras: a sacola plástica tradicional, a feita de plástico verde (a partir de cana-de-açúcar), a oxi-degradável, de papel, de TNT (material dos saquinhos dados por lava-rápidos) e as sacolas renováveis de plástico, tecido e ráfia (um tipo de fibra usada em sacolas vendidas por alguns supermercados). O resultado foisurpreendente: dependendo dos hábitos do consumidor, é preferível utilizar as sacolas plásticas em vez das renováveis.
Os tipos de sacolas analisadas pela Fundação Espaço Eco (Foto: Divulgação)
Para as pessoas que fazem poucas compras, as sacolas plásticas (convencional, verde e oxi-degradável) se mostraram as mais indicadas tanto do ponto de vista ambiental (causam menos impacto quando considerado o processo completo, da produção à reciclagem do plástico) quanto do econômico – podem ser utilizadas como saco de lixo.
Neste caso, o levantamento considerou uma compra mensal de 26,5 quilos, equivalente a uma cesta básica. A condição para que a opção pela sacola plástica valha a pena é que o indivíduo faça compras e descarte o lixo, no máximo, duas vezes por semana.
No extremo oposto, as sacolas renováveis são mais indicadas para consumidores que fazem muitas compras ao mês. Isso porque, ao ir várias vezes ao supermercado, o indivíduo não necessariamente compra mais produtos, mas acumula mais sacolas. A opção pelas de pano, de ráfia, plástico retornável ou TNT, logicamente, reduz este impacto.
Além da quantidade de produtos adquiridos ao longo do mês, outros dois aspectos condicionam a escolha por um ou outro tipo de sacola: a freqüência com que a família vai ao mercado e o número de vezes que descarta o lixo. O ideal, segundo os pesquisadores, é aproveitar ao máximo a capacidade da sacola e reduzir o número de descartes por semana.
O levantamento, patrocinado pela Braskem, simula várias opções para uma família que consome 212 quilos por mês (cerca de oito cestas básicas). Neste caso, só compensará utilizar sacolas retornáveis caso o descarte de lixo seja feito no máximo duas vezes por semana – independentemente da freqüência com que se vai ao mercado.
Entre os extremos de baixo e alto consumo, está o caso base da compra de 106 quilos ao mês (aproximadamente quatro cestas básicas). Para um consumo neste patamar, as sacolas plásticas ainda se mostram mais vantajosas caso as compras sejam feitas até três vezes por semana e o descarte de lixo, até duas vezes.
Esquema orienta sobre que tipo de sacola usar de acordo com os hábitos do consumidor.
Na análise, os técnicos da Fundação Espaço Eco consideraram aspectos como o consumo de energia para fabricar as sacolas, o uso da terra, o tipo de recurso natural empregado, potenciais de risco e de toxidade e asemissões ao longo de toda a cadeia – da extração da matéria-prima à reciclagem pós-consumo, ao longo de um ano. Isso significa que, no caso das bolsas retornáveis, cuja vida útil é de ao menos dois anos, o impacto ambiental poderia ser ainda menor.
Os pesquisadores dão um norte aos consumidores: à medida que o volume de compras e a freqüência das idas ao mercado aumentam, melhor optar pelas sacolas retornáveis. Na direção oposta, quando o número de descartes de lixo feito por uma família de consumo alto também é grande, as sacolas plásticas se mostram adequadas.
“O ideal, com o aumento do volume de compras, é reduzir a freqüência do descarte”, afirma Hélio Mattar, diretor presidente do Instituo Akatu, organização que promove o consumo consciente.Este foi o primeiro estudo a comparar diferentes tipos de sacolas, dentro da realidade brasileira. Pesquisas em outros países, onde a matriz energética, a logística e outros fatores divergem dos do Brasil, já apresentaram resultados diferentes.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
No Reino Unido, coleta quinzenal aumenta a reciclagem do lixo
O que serve para um país nem sempre serve para outro. Mas pode, no mínimo, ser observado como benchmarke até inspirar uma versão tropicalizada de um programa ou tecnologia. Um exemplo disso é o sistema de coleta de lixo reciclável adotado por vários municípios do Reino Unido.
Segundo um levantamento feito pelo site letsrecycle.com, publicado hoje pelo The Guardian, dos dez distritos com os maiores índices de aproveitamento dos resíduos, nove adotaram a coleta quinzenal de materiais recicláveis, em semanas alternadas às da coleta do lixo comum, orgânico.
Quando o serviço começou a ser adotado por algumas empresas no país, políticos conservadores chegaram a criticar a medida, dizendo que ela não era higiênica e pedindo a volta da coleta semanal. Mas os coordenadores regionais afirmam que a coleta quinzenal funciona, é mais barata e que os moradores estão adaptados ao esquema. Hoje, entre as dez regiões com melhor desempenho de reciclagem no Reino Unido, a menor taxa de reciclagem foi de 58,1%.
O distrito de South Oxfordshire bateu o recorde de aproveitamento do lixo no país, dando um fim correto – reciclagem ou compostagem – a 71% dos resíduos produzidos por seus habitantes. No local, os materiais recicláveis (alumínio, latinhas, papel, plástico, caixas de alimentos e bebidas, aerossóis e chapas metálicas, entre outros) são separados de forma diferente. Eles são colocados em um único tipo de latão e coletados a cada 15 dias. Restos de comida continuam sendo coletados todas as semanas.
Os latões também são dotados de um software e microchips que ajudam os moradores a tirar suas dúvidas sobre o que pode ser depositado ali. O porta-voz da empresa encarregada dos serviços explica que dispor embalagens de matérias-primas diferentes no mesmo lugar, para os moradores, é mais prático do que colocá-las em vários compartimentos diferentes.
fonte : http://colunas.epocanegocios.globo.com/empresaverde/2011/08/22/no-reino-unido-coleta-quinzenal-aumenta-a-reciclagem-do-lixo/
