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quinta-feira, 10 de maio de 2012

BICICLETAS DE GARRAFAS PET, MUITO SHOW!!

Há anos a destinação de material reciclável vem se tornando cada vez mais importante tanto ecologicamente como comercialmente ao planeta.
Nesse pensamento juntar o "útil ao agradável", é o grande desafio desse século. A empresa Muzzicycle conseguiu essa façanha, juntou a responsabilidade ecológica e a sua demanda comercial em um produto totalmente sustentável. As bicicletas produzidas, tem o seu quadro principal feito de material reciclado               ( garrafas pet ), material esse, que em testes mostrou-se muito resistente e duradouro.

Veja o site:
http://www.muzzicycles.com.br/

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Conheça cinco tecnologias LED que vão dominar o mundo



Olhe para esta pequena luz verde ou azul que indica que seu monitor, notebook ou tablet está ligado. Perceba como ela é precisa, controlada e pequena o suficiente para caber, muitas vezes, dentro do próprio botão "power".

Agora imagine se, no lugar dessa luz, houvesse uma lâmpada incandescente igual àquelas mais antigas: um bulbo de vidro quente e amarelado com dois centímetros de diâmetro no mínimo e que precisa ser substituído a cada ano. É assim que seria o mundo sem os LEDs.

Esse é apenas um exemplo de como os LEDs já mudaram o mundo atual, mas ainda podemos citar milhares de aplicações para esse pequeno componente eletrônico capaz produzir luz (quase) sem emitir calor. Mas que mudanças o LED ainda pode trazer para o futuro?


O que é um LED?

Assim como já explicamos anteriormente, o Diodo Emissor de Luz ("Light Emitting Diode", em inglês) é um componente eletrônico que tem a capacidade de produzir luz através da eletroluminescência, fenômeno em que fótons são liberados depois que uma corrente elétrica passa por um campo que excita e separa os elétrons.

Esse método tem várias vantagens se comparado às primeiras lâmpadas incandescentes inventadas por Thomas Edison há mais de um século. A primeira é a eficiência: menos de 10% da energia consumida por uma lâmpada comum é usada para produzir luz, o restante é desperdiçado em forma de calor. Já nos LEDs, essa eficiência ultrapassa os 80%.

Além disso, LEDs podem ser fabricados em tamanhos muito menores, além de serem mais confiáveis: a maioria dos primeiros LEDs fabricados nos anos 80 e 90 estão em uso até hoje. Ainda assim, esses componentes são utilizados mais como indicadores luminosos do que como fontes de iluminação para locais com pouca luz, mas isso está mudando rapidamente.

Aplicação

São raros os produtos eletrônicos produzidos atualmente que não utilizam nenhum LED, indo desde pequenos dispositivos Bluetooth USB até os sinalizadores nas asas dos aviões. Lâmpadas LED capazes de substituir as florescentes e fosforescentes ainda têm um preço de aquisição relativamente caro, mas esse valor é compensado em longo prazo, na forma de economia na conta de luz.

Na verdade, a produção em massa hoje barateou tanto os custos desses componentes que os LEDs são usados mesmo em locais que quase nunca são vistos por ninguém, como no interior dos computadores. Outros produtos mais complexos são derivados dos LEDs, como os diodos de lasers e a fibra ótica.

Além de servirem como indicadores luminosos e iluminação básica, os LEDs também têm substituído as lâmpadas convencionais em outras áreas, como nas famosas "TVs de LED" vendidas hoje. Essas telas (que não são feitas de LED) passaram a usar a luz do diodo para iluminar a imagem que aparece logo à frente no painel LCD, substituindo as lâmpadas brancas.

O Futuro do LED

Iluminação pública e semáforos

Muitas das maiores cidades do mundo estão substituindo as lâmpadas convencionais dos postes nas ruas por dispositivos LED, assim como já tem acontecido em São Paulo e Curitiba (PR). Essas lâmpadas ainda custam mais que o dobro do preço se comparadas com as convencionais, mas a economia de energia e o custo de manutenção reduzido têm compensado cada vez mais.

Empresas como a Philips e a Pansonic têm trabalhado incessantemente para desenvolver lâmpadas LEDs cada vez mais baratas e eficientes. Um exemplo é a EnduraLED, apresentada pela Philips no começo do ano, que tem o brilho equivalente à uma lâmpada incandescente de 60 watts, mas consumindo 80% menos e durando até 25 vezes mais.

Os semáforos de trânsito também estão sendo beneficiados pela tecnologia, tendo suas lâmpadas substituídas por centenas de pequenos pontos de LED. Além de serem mais econômicos, os novos sinalizadores de trânsito produzem as luzes coloridas com muito mais brilho, não sendo ofuscadas pelo sol.


OLED

Diferentemente das TVs LCD com LED backlight, telas com o OLED podem ser chamadas de "TVs de LED" sem nenhum problema. Essa tecnologia usa uma versão melhorada do LED com compostos orgânicos de carbono, permitindo produzir uma infinidade de cores e ainda ser flexível.

Além de ser mais brilhante, uma tela de OLED dispensa completamente a luz de fundo, resultando em um painel mais fino que qualquer outra tecnologia. Outro ponto notável do OLED é o contraste, que pode chegar aos 100%. Enquanto que o LCD usa pixels com um tom escuro de cinza para simular o preto, os pixels de OLED podem ser desligados individualmente, produzindo a ausência real de luz.

Alguns problemas não sanados, como o tempo de vida reduzido e distorção da cor azul, impedem que o OLED entre no mercado de vez, além do custo mais elevado que qualquer tecnologia nova possui. Ainda assim, gadgets modernos, como o PlayStation Vita, já estão apostando nas telas de diodo orgânico.

Quantum Dots

Um dos principais problemas que muitos fabricantes enfrentam com o OLED é a perda gradual da cor azul. Isso ocorre porque os diodos azuis usados para produzir o espectro de cor de cada pixel se desgastam mais rápido que o vermelho e o verde. É aqui que o "Quantum Dots OLED" entra.

Em vez de usar a junção de três diodos para formar todas as cores básicas (RGB), displays com a tecnologia Quatum Dots realizam variações nanométricas no tamanho do espaço por onde os pacotes de quantum passam, produzindo qualquer cor entre o vermelho e o violeta.

Dessa forma, o espaçamento entre cada pixel da tela pode ser menor, permitindo resoluções maiores sem alterar o tamanho do aparelho. Outra vantagem é o consumo de energia ainda menor que o do OLED.

As cores do QD-OLED também são mais reais, isso porque ele não precisa de combinações do verde, vermelho e azul para produzir espectros diferentes. Cada cor produzida pelos LEDs é pura, com muito mais definição.

LED na moda

O baixo consumo de energia e o tamanho reduzido do LED o tornaram próprio para ser usado como vestuário. Vários fabricantes estão empregando as luzes em roupas recreativas, como vestidos de festas e camisetas de balada.

Os japoneses são ainda mais ousados e estão utilizando o LED para deixar qualquer um com um sorriso realmente brilhante, colocando LEDs atrás dos dentes. A popularização desse tipo de moda iluminada pode parecer improvável hoje, mas é possível que aconteça de forma mais discreta e gradual no futuro.


Projeção de imagens

Um dos principais fatores que fazem os projetores ainda serem caros é o preço de suas lâmpadas. Elas não só têm um alto valor de aquisição, mas também exigem um aparato eletrônico complexo para ativá-las e resfriá-las, além de ter uma vida útil bastante curta. Isso pode mudar no futuro, graças ao LED.

LEDs já são usados para construir projetores de imagem muito menores que os seus predecessores, que usam filamento de tungstênio, jamais seriam, como é o caso do "nHD PICO", da Texas Instruments. Outros fabricantes, como a Sony, já anunciaram câmeras que não se limitam à apenas filmar em HD, mas que também podem projetar a imagem em alta resolução sem precisar de qualquer aparelho adicional.

A presença do LED em projetores de maior porte, como os do cinema, ainda é tímida, dado o alto custo que as lâmpadas de alta capacidade ainda têm. Mas, assim como já vem ocorrendo com a iluminação pública, é inevitável que as lâmpadas incandescentes na retroprojeção sejam aposentadas em poucos anos.

fonte: Procel



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

As surpreendente ecocidades do futuro


Com o avanço da consciência ambiental no mundo, surgem cada vez mais projetos de cidades alternativas, que têm o verde como foco, apresentamos os projetos Ecobay, na Estônia; Ecocity, na Alemanha; e Songdo IBD, na Coreia do Sul.
Ecobay-estoniaEcobay  - O desafio de projetar uma cidade sustentável na península Paljassaare, em Tallinn, Estônia, foi lançado em 2008; e os arquitetos dinamarqueses da Schmidt Hammer Lassen foram os grandes vencedores.
Eles idealizaram um vilarejo de mais de 480 mil metros quadrados para ser habitado por cerca de seis mil pessoas. O local será organizado em pequenos distritos, o que permitirá acesso rápido a todas as necessidades cotidianas, a distâncias facilmente percorridas a pé ou debicicleta.
Os prédios serão projetados para tirar maior proveito da luz natural e a cidade será abastecida por fontes de energia alternativa, incluindo a eólica, geotérmica ehidrelétrica.
A previsão de inauguração do projeto é de 10 a 15 anos.
Ecocity-hamburgoEcocity - Embora a Alemanha já tenha um exemplo de cidade focada na sustentabilidade (Vauban), atualmente o país aposta em outra, a poucos quilômetros do centro de Hamburgo.
Projetado pelas empresas Tec Architecture e Arup, o complexo Ecocity é na verdade uma "cidade dentro de outra cidade”, já que será constituído por um grupo de dez grandes edifícios com apartamentos, centros comerciais e escritórios.
Todos os aspectos são planejados em torno da sustentabilidade, desde a geração de energia, gestão da água e transporte; até a conscientização social (explicando às pessoas sobre o nascimento e desenvolvimento da cidade e criando organismos de controle que atuem em parceria, por exemplo).
Além disso, a intenção é conquistar certificações de credibilidade, como a LEED e BREEAM para todos os edifícios.
Pelo menos 10% da energia da cidade virá de fontes eólicas, e os prédios contarão com iluminação e aquecedores de fonte solar.
Muitos telhados serão cobertos por plantas, para controle de temperatura interior e ambiental, para melhorar a qualidade do ar. A inauguração da Ecocity, no entanto, não possui data prevista.
Songdo-corea-2Songdo IBD – O mais recente projeto de ecocidade é o Songdo IBD, em Incheon, Coreia do Sul. Desenhado pela empresa Kohn Pedersen Fox, trata-se de um complexo de escritórios com mais de 120 edifícios certificados pelas normas LEED, parques, espaços abertos e sistema de transporte público bem planejados.
Com uma área de seis quilômetros quadrados e cerca de 75 mil habitantes, sua construção deve custar cerca de 30 bilhões de dólares.
Como todas as cidades "verdes", a ideia é que Songdo seja facilmente percorrida por meio de transporte público, e que possua muitos espaços verdes.
Diferentemente dos outros projetos, o esforço ecológico em Songdo está em sua construção sustentável, nos espaços naturais e em um meio de transporte “eco”, não na geração de energias alternativas. Sua primeira fase de construção já foi concluída.
Apesar das ecocidades serem tão interessantes, a ideia também foi criticada, elas sugerem que para sermos sustentáveis, teremos de construir novas cidades, e não alterar as já existentes. Entretanto, estas e as cidades mencionadas no primeiro post sobre o assunto são projetos que só vão mostrar sucesso ou fracasso através da prática, e não apenas na teoria. É uma questão de tempo para vermos os resultados.
Mais informações sobre os três projetos:
Ecocity - www.ecocity.de/en - Inhabitat
Songdo IBD - Kohn Pedersen Fox - Inhabitat

fonte: TreeHugger

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ladrilhos de OLED reversíveis iluminam cidades com energia solar



Sabemos há muito tempo que os OLEDs (sigla em inglês para diodos orgânicos de emissão de luz) estão prestes a mudar o mercado de eletro-eletrônicos graças à sua eficiência energética, mas e quanto a aplicações em larga escala, como iluminar fachadas e edifícios?

Os UrbanTiles, uma criação do designer israelense Meidad Marzan, oferece um vislumbre de como os OLEDs poderiam iluminar a paisagem das nossas cidades, na forma de ladrinhos de duas faces, reversíveis. De um lado, há células fotovoltaicas que armazenam a energia solar durante o dia; do outro, OLEDs que brilhariam utilizando essa energia durante a noite. Montado sobre uma superfície, esse tabuleiro de ladrinhos que coletam e emitem luz poderia mudar a iluminação noturna das cidades. Neste vídeo, confira como seriam os edifícios recobertos por OLEDs:

Os UrbanTiles também foram projetados para serem interativos, oferecendo aos habitantes das cidades a possibilidade de alterar a configuração dos ladrinhos que serão acesos, criando telas urbanas de luz.

Marzan explica:

“A cidade e seus edifícios são objetos de luz épicos que emitem energia até o espaço sideral. Durante o dia, a cidade absorve uma grande quantidade de energia solar, que é totalmente desperdiçada. O ciclo da luz e da iluminação no espaço urbano gerou uma intervenção no design, que ao lado de outros valores urbanos, constitui a base deste projeto”.

Com sua flexibilidade, brilho, espessura e baixo consumo de energia, os OLEDs são grandes candidatos a substituir outras tecnologias, o único obstáculo atual ao seu alto preço. Mas os designers verdes preveem seu uso em toda parte – de celulares a monitores, de laptops a jogos, e até em roupas e papéis de parede. Anteriormente, a Mitsubishi criou um impressionante globo de OLED de seis metros de altura em um museu de Tóquio, usando 10.362 painéis – portanto, talvez seja só uma questão de tempo até ver um desses em um edifício perto de você.

fonte: TreeHugger

domingo, 4 de setembro de 2011

Sacolas plásticas podem ser melhor que as retornáveis?

Depois de ser “demonizada” pelos consumidores preocupados com o meio ambiente, a sacola plástica parece ter encontrado seu lugar. Ao menos por ora – e aqui no Brasil. Um amplo estudo realizado pela Fundação Espaço Eco, única organização no país que faz análises de ecoeficiência (considera aspectos ambientais e econômicos) de produtos e processos industriais, analisou o impacto de oito tipos diferentes de sacolas para carregar compras: a sacola plástica tradicional, a feita de plástico verde (a partir de cana-de-açúcar), a oxi-degradável, de papel, de TNT (material dos saquinhos dados por lava-rápidos) e as sacolas renováveis de plástico, tecido e ráfia (um tipo de fibra usada em sacolas vendidas por alguns supermercados). O resultado foisurpreendente: dependendo dos hábitos do consumidor, é preferível utilizar as sacolas plásticas em vez das renováveis.

Os tipos de sacolas analisadas pela Fundação Espaço Eco (Foto: Divulgação)

Para as pessoas que fazem poucas compras, as sacolas plásticas (convencional, verde e oxi-degradável) se mostraram as mais indicadas tanto do ponto de vista ambiental (causam menos impacto quando considerado o processo completo, da produção à reciclagem do plástico) quanto do econômico – podem ser utilizadas como saco de lixo.

Neste caso, o levantamento considerou uma compra mensal de 26,5 quilos, equivalente a uma cesta básica. A condição para que a opção pela sacola plástica valha a pena é que o indivíduo faça compras e descarte o lixo, no máximo, duas vezes por semana.

No extremo oposto, as sacolas renováveis são mais indicadas para consumidores que fazem muitas compras ao mês. Isso porque, ao ir várias vezes ao supermercado, o indivíduo não necessariamente compra mais produtos, mas acumula mais sacolas. A opção pelas de pano, de ráfia, plástico retornável ou TNT, logicamente, reduz este impacto.

Além da quantidade de produtos adquiridos ao longo do mês, outros dois aspectos condicionam a escolha por um ou outro tipo de sacola: a freqüência com que a família vai ao mercado e o número de vezes que descarta o lixo. O ideal, segundo os pesquisadores, é aproveitar ao máximo a capacidade da sacola e reduzir o número de descartes por semana.

O levantamento, patrocinado pela Braskem, simula várias opções para uma família que consome 212 quilos por mês (cerca de oito cestas básicas). Neste caso, só compensará utilizar sacolas retornáveis caso o descarte de lixo seja feito no máximo duas vezes por semana – independentemente da freqüência com que se vai ao mercado.

Entre os extremos de baixo e alto consumo, está o caso base da compra de 106 quilos ao mês (aproximadamente quatro cestas básicas). Para um consumo neste patamar, as sacolas plásticas ainda se mostram mais vantajosas caso as compras sejam feitas até três vezes por semana e o descarte de lixo, até duas vezes.

Esquema orienta sobre que tipo de sacola usar de acordo com os hábitos do consumidor.

Na análise, os técnicos da Fundação Espaço Eco consideraram aspectos como o consumo de energia para fabricar as sacolas, o uso da terra, o tipo de recurso natural empregado, potenciais de risco e de toxidade e asemissões ao longo de toda a cadeia – da extração da matéria-prima à reciclagem pós-consumo, ao longo de um ano. Isso significa que, no caso das bolsas retornáveis, cuja vida útil é de ao menos dois anos, o impacto ambiental poderia ser ainda menor.

Os pesquisadores dão um norte aos consumidores: à medida que o volume de compras e a freqüência das idas ao mercado aumentam, melhor optar pelas sacolas retornáveis. Na direção oposta, quando o número de descartes de lixo feito por uma família de consumo alto também é grande, as sacolas plásticas se mostram adequadas.

“O ideal, com o aumento do volume de compras, é reduzir a freqüência do descarte”, afirma Hélio Mattar, diretor presidente do Instituo Akatu, organização que promove o consumo consciente.

Este foi o primeiro estudo a comparar diferentes tipos de sacolas, dentro da realidade brasileira. Pesquisas em outros países, onde a matriz energética, a logística e outros fatores divergem dos do Brasil, já apresentaram resultados diferentes.