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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Casa Sustentável!!


Muito tem se falado sobre sustentabilidade. No mundo inteiro órgãos públicos e privados se unem por um único objetivo: preservar o planeta. Mas, você já pensou o que realmente é necessário para você ter uma casa sustentável? O que há de novo no mercado imobiliário que possibilita a inserção de mais casas sustentáveis em todo o mundo? Vamos observar.

Projeto de Casas Sustentáveis – Vídeo
Casas sustentáveis possuem um princípio: economizar de uma maneira onde o planeta seja poupado, mas que nem por isso nossa vida seja sacrificada em pouco conforto e comodidade. Para se ter uma ideia,  até mesmo o governo, recentemente, abriu uma linha de crédito de reforma e construção que possibilita a realização de um empréstimo pensando em mudanças sustentáveis como, por exemplo, aquecedores solares. Abaixo, o vídeo mostra uma casa sustentável em Santa Catarina.



Pequenas ações inseridas na rotina de manutenção da casa podem ajudar o ambiente a ser mais eficiente e sustentável. Veja as dicas abaixo:

1. Faça a manutenção correta de encanamentos e vazamentos, evitando o desperdício de água. Uma gotinha pingando na torneira pode desperdiçar muita água. Se você precisar esperar para fazer a manutenção, tente pelo menos recolher essa água e utilizar para outro fim.
2. Verifique a vedação de portas e janelas de sua casa. Pequenas correntes de ar podem deixar o ambiente mais frio no inverno, necessitando de mais aparelhos para aquecimento. O teste pode ser feito com uma vela em um
 dia de vento. Basta se aproximar de frestas e ver se a chama treme ou apaga. Esses locais precisam de vedação extra. Para isso, você pode usar silicone ou outros materiais disponíveis em lojas de construção.
3. Verifique também a vedação da porta da geladeira. Quando funcionando plenamente, a eficiência energética do aparelho será maior. Para fazer o teste, coloque uma folha de papel na porta e feche. Se a folha ficar presa, a vedação está correta. Se a folha escorregar, é necessário fazer a manutenção, trocando a borracha da geladeira.
4. Ainda para as geladeiras e freezers, é importante manter asserpentinas sem poeira. Isso pode aumentar a eficiência do aparelho em até 30%.
5. Caso a geladeira não seja frost-free, descongele quando o gelo tiver no máximo 5mm de espessura. O acúmulo de gelo prejudica a eficiência do aparelho.
6. Verifique o funcionamento de aparelhos eletrônicos. Pequenas manutenções elétricas ajudam a economizar energia.
7. Quando as lâmpadas queimarem, opte pelas lâmpadas fluorecentes compactas ou de LED. Além disso, fazer a limpeza das luminárias aumenta o aproveitamento da luz sendo gerada.
8. Se o lugar em que você mora é predominantemente quente, opte por pintar a casa com cores claras. Se for ao contrário, paredes escuras ajudam a aquecer o ambiente.
9. Instalar um aerador em chuveiros e pias ajuda a reduzir pela metade o fluxo da água misturando-a com bolhas de ar.
10. Recolha a água da chuva em baldes e bacias e use para lavar calçadas e carros.





Fonte: http://atitudesustentavel.uol.com.br,
           http://www.dimensaoimoveissc.com.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Na Namíbia, muita luz e ventilação naturais num projeto de Wasserfall


Muita luz e ventilação naturais
(crédito: Divulgação)












Resultado de uma mini competição, o complexo de escritórios da Buhrmann & Partners Consulting Engineers  é a manifestação de uma relação de trabalho de longa data entre as duas empresas , mais particularmente entre Sigi Teetz and Jaco Wasserfall, que começou há quase duas décadas e desde então se tornou uma parceria dinâmica. Contribuiu para o projeto o entusiasmo e a habilidade de uma construtora com vasta experiência e impecável reputação em construção em concreto off-shuter.
O novo prédio está localizado em uma propriedade de 1.500 m2, em uma área residencial dos subúrbios de Klein Windhoek, capital da Namíbia. Destinada ao desenvolvimento urbano de baixa densidade, a área está sendo gradualmente transformada, mas sem sacrificar a sua escala residencial.
Além de deixar fora de questão a demolição da casa existente, os clientes estipularam que o seu jardim deveria permanecer imaculado. Outras exigências foram o uso de concreto off-shuter  e a introdução de um novo volume. Os três sócios tiveram que ser acomodados em escritórios separados, com vista para o jardim.
Simplicidade e clareza geométrica foram as aspirações do projeto. Uma longa viga de concreto, com impressionantes vãos livres, foi empregada como um centro da circulação, demarcando uma abordagem clara do edifício, tanto para visitantes e funcionários, assim como para separar as áreas de produção, administrativas e de serviços. Serve também como um elemento unificador dos vários componentes térreos e do estacionamento da equipe em uma única entidade arquitetônica.
Concebido como um recipiente de duplo volume, o espaçoso escritório tem um telhado de concreto em com janelas clerestory voltadas para o sul e norte para garantir luz natural suficiente. Escritórios individuais e os nichos de discussão estão ligados às fachadas envidraçadas do volume principal com enquadramento suficiente para fornecer vista para o jardim. Generosas projeções do telhado protegem as fachadas de vidro do espaço principal, enquanto persianas horizontais fornecem o sombreamento para o escritório. Coloridas paredes em curva proporcionam alívio visual, sugerindo movimento.
A abordagem minimalista e robusta persistiu na escolha e aplicação de materiais, detalhes e acabamentos. Visando minimizar a manutenção, elementos estruturais expostos são usados juntamente com adornos de concreto, aço, alumínio, madeira e vidro. O envolvimento do projeto também incluiu o mobiliário interno e sinalização.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Greenforma, iniciativa online para construção, reforma e eficiência hídrica e energética, entra no ar


Materiais para construir e reformar, com diferencial sustentável, e dispostos em uma loja virtual com entrega na maior parte do território nacional. Esta é a proposta do Greenvana Greenforma, no ar a partir de hoje, 5 de outubro. O portal é uma iniciativa abrangente que alia sustentabilidade e construção civil e contará com mais de três mil itens de materiais para construção, reforma e soluções de eficiência energética e hídrica, com menor impacto ambiental e social.

Mais de 100 empresas, entre tradicionais do setor, como Osram, Roca, Deca, Eliane e Amanco, e aquelas especializadas em soluções sustentáveis, já iniciam como fornecedores do Greenforma. Produtos de diferentes atuações, fornecedores de pequeno e grande porte e o maior mix com foco em sustentabilidade são os diferenciais do portal, assim como os sistemas sob medida: por exemplo, placas fotovoltaicas, aquecimento solar para água, telhado verde e coleta e reaproveitamento de água da chuva. Os produtos e serviços também se caracterizam por reduzirem o consumo de energia e atenderem a uma demanda crescente da legislação por empreendimentos mais limpos.

Todos os itens disponíveis no site deverão responder a, pelo menos, um de 17 critérios próprios do Greenvana para qualificação como sustentável, entre os quais atoxidade, durabilidade e redução nas emissões de gases, como CO2 e COV (Composto Orgânico Volátil). Eles contam com textos e, em vários casos, vídeos com informações extensas, linguagem acessível e conteúdo técnico para os profissionais que atuam no setor.

“A construção civil é um dos maiores responsáveis por uma série de impactos ambientais importantes, como desmatamento e emissão de gases causadores do efeito estufa. Neste sentido, torna-se fundamental oferecer eficiência e produtos com menor pressão sobre os equilíbrios ambiental e social. Nosso objetivo é oferecer todo tipo de solução para reforma e construção de espaços comerciais e residenciais que de, alguma maneira, reduzam o impacto ambiental e social”, afirma Viviane Cunha, diretora técnica do Greenvana Greenforma.

Além da variedade de materiais, da comodidade de uma plataforma online e da abrangência nacional, o Greenvana Greenforma também oferece facilidades de financiamento através do seu sócio, o Banco Santander. Para empresas, as compras de produtos, equipamentos, máquinas e a elaboração de projetos que sigam padrões de construção sustentável podem ser financiadas em até 60 meses através de programas como o CDC Sustentável e Capital de Giro Sustentável. Uma outra opção oferecida para consumidores pessoa física é o Construção Fácil, linha de financiamento imobiliário voltada à construção ou término da construção de imóveis residenciais que pode ser contratada em qualquer agência do banco e que atende a mais de 1.190 cidades em todo o Brasil.

O Greenforma vai se diferenciar também ao oferecer um serviço especializado de atendimento ao consumidor, onde o cliente poderá esclarecer dúvidas técnicas diretamente com arquitetos e engenheiros. Além disso, o Greenforma irá manter a REAIS – a Rede de Engenharia, Arquitetura e Interiores Sustentáveis -, que reúne engenheiros, arquitetos e designers de interiores de destaque em todo o país com serviços relacionados à sustentabilidade, e que irão poder apresentar seus trabalhos para os consumidores através do portal. A partir da REAIS, os consumidores podem encontrar especialistas para seus projetos e ter as melhores soluções sustentáveis disponíveis no país, comercializadas pelo Greenforma na sua maioria. A expectativa é de que cerca de mil escritórios façam parte da Rede já em 2012.

Conheça o site: greenforma.greenvana.com

Sobre o Greenvana

O Greenvana nasceu em novembro de 2010, criado por Marcos Wettreich, fundador do iBest, e já ocupa o posto de principal companhia brasileira de comportamento e consumo sustentável do país, tornando-se referência em e-commerce de produtos verdes e na geração de conteúdo especializado. A empresa também é reconhecida como a 9ª maior marca do Brasil no Facebook, contabilizando mais de 400 mil fãs, e como a número um entre empresas de sustentabilidade do mundo em numero de fãs.

Uma das iniciativas do Greenvana é o Greenstore, loja online eco-friendly na qual o consumidor encontra um mix variado de mais de dois mil itens nacionais e importados, segmentados em categorias como Casa, Bebê, Beleza, Moda, Bem-Estar e Pets. Outra vertente do site é o Prêmio GreenBest, forma de incentivo e de valorização de empresas, produtos e projetos verdes, responsável por eleger os melhores em 16 categorias por meio de votação popular e de um júri especializado.

Para disseminar ainda mais o lifestyle ecologicamente correto, o Greenvana criou espaços para produção e divulgação de práticas sustentáveis, como o site Greenvana Greenstyle, uma revista virtual com matérias, vídeos e colunas de especialistas no assunto. Quem quer dar sua contribuição para o reflorestamento no país pode acessar o Greengle, site de busca sem fins lucrativos no qual, a cada seis mil pesquisas, uma árvore nativa é plantada. Para incentivar a colaboração na criação de conteúdo especializado foi desenvolvido o Greenpedia, enciclopédia online que reune informações sobre o universo sustentável, como conceitos, organizações, empresas e profissionais.

A expansão da empresa continua em ritmo acelerado. Em julho deste ano, o Santander firmou acordo de investimento para aquisição de uma participação acionária minoritária no Greenvana, por meio de uma operação proprietária de private equity. Além disso, entre 2011 e 2012 três novas plataformas devem entrar em operação.
fonte: Inteligemcia

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Procel Edifica: etiquetagem da eficiência energética


Uma das ações mais comemoradas de 2009 no âmbito da sustentabilidade foi o lançamento oficial pela Eletrobrás e Inmetro do Procel Edifica - Etiqueta de Eficiência Energética para Edificações com área superior a 500 m2. Por ora voluntária e abrangendo as construções públicas, comerciais e de serviços, a etiqueta classifica os edifícios conforme seu desempenho energético que vão de ‘A’ (melhor) a ‘E’ (pior). Leonardo Rocha, da Divisão de Programas de Avaliação de Conformidade do INMETRO, conta nesta entrevista ao AECweb como avança o programa que coloca o país entre os mais atentos com o problema energético. Até o final do ano, será anunciada a etiquetagem para edifícios residenciais, adianta Rocha.
AECweb – Qual o procedimento para etiquetar um edifício?
Rocha -
 O interessado em etiquetar um edifício deve verificar no site do Inmetro a documentação necessária prevista no regulamento. Depois, submeter seu projeto à análise do LabEEE - Laboratório de Eficiência Energética de Edificações da Universidade Federal de Santa Catarina, reconhecido pelo Inmetro. Lá é aplicada toda a metodologia de cálculo que gera a classificação do projeto. Se for uma edificação já construída, o laboratório faz uma análise prévia e uma visita ao prédio pronto, para a inspecionar e avaliar se a obra concluída reflete o que está no projeto.
AECweb – Por enquanto, apenas o LabEEE está credenciado?
Rocha -
 O Procel já capacitou outras 15 instituições, mas que ainda vão passar por um processo de avaliação pelo Inmetro no diz respeito ao atendimento de normas que regem a atuação dos laboratórios. Porém, muitos deles estão avaliando a pertinência de serem ou não designados. É até mesmo uma questão de mercado, talvez prefiram prestar consultoria ao invés de trabalhar oficialmente pelo programa. Pode acontecer que um construtor não saiba como projetar uma edificação atendendo aos requisitos e contrate um laboratório na condição de consultor. Isto também é válido, pois o objetivo é atingido da mesma forma. Ressalvo que as instituições não poderão fazer a avaliação de projetos em que atuaram como consultoras.
AECweb – Então, o laboratório que fizer a consultoria, não fará a auditoria?
Rocha -
 Exato. O laboratório que atuar como consultor num projeto não poderá fazer a avaliação e auditoria desse mesmo projeto, pois isto infringe as normas internacionais. Mas, nada impede que ele faça a avaliação para outros projetos.
AECweb – Esses 15 também são laboratórios de universidades?
Rocha -
 Trata-se de uma peculiaridade do Procel de destinar recursos para laboratórios pertencentes a universidades. Por outro lado, depois de tornado público o regulamento da etiquetagem, a partir de julho de 2009, esse se tornou um negócio, e nada impede que alguém se interesse, monte um laboratório e entre com o pedido de reconhecimento por parte do Inmetro. Ele vai poder atuar à vontade, independente da capacitação pela Eletrobrás.
AECweb – Como foi planejado o atendimento da demanda em relação ao número de laboratórios credenciados?

Rocha -
 Todo programa quando começa é um grande ponto de interrogação. Há 20 anos, quando implantamos o programa de etiquetagem de geladeiras, também não sabíamos como seria a adesão da indústria e como o consumidor se comportaria, afinal ele tem um papel muito importante como agente indutor desse processo. No caso do Procel Edifica, na medida em que o consumidor passar a exigir imóvel construído a partir de critérios da arquitetura bioclimática, a demanda vai aumentando. Por enquanto, temos essa rede de 15 laboratórios que crescerá de acordo com a demanda.
AECweb – Por que cinco anos de prazo para que a etiquetagem se torne obrigatória?
Rocha -
 Esse prazo é uma estimativa, tudo dependerá do comportamento do mercado. Se traçarmos um paralelo com o programa de geladeiras, veremos que demorou 15 anos para se tornar compulsório – a etiqueta passou a ser compulsória de cinco anos para cá. Acreditamos que cinco anos é um prazo razoável para o setor tomar conhecimento do programa, entender bem os aspectos envolvidos e o regulamento. Aí, sim, poderemos fazer uma análise mais aprofundada quanto a compulsoriedade.
AECweb – Quais são os cinco os projetos submetidos à etiquetagem?
Rocha -
 Temos uma agência da Caixa Econômica Federal, em Curitiba; a sede administrativa da Caixa Econômica Federal, de Belém; e, em Santa Catarina, os projetos da Associação Beneficente da Indústria Carbonífera, em Criciúma; a Faculdade Tecnológica Nova Palhoça; e o Laboratório de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina. Esses foram os cinco projetos que se submeteram ao processo de avaliação e obtiveram a classificação com relação aos níveis de eficiência energética previstos na regulamentação das edificações. Uma vez que esses projetos estejam construídos, passarão por um processo de inspeção no local para averiguar se a execução foi feita conforme o projeto. Aí, sim, a etiqueta será aplicada na fachada do prédio.
AECweb – Esses projetos já eram aguardados pelo Inmetro e Eletrobrás?
Rocha -
 A Caixa Econômica Federal participou de todo o processo de elaboração da regulamentação do Procel Edifica, por se tratar de órgão financiador da construção. Seu interesse na etiquetagem é grande, conseqüentemente, como forma de dar o exemplo, submeteu dois dos seus vários projetos ao processo. Outro projeto é do edifício da faculdade dentro da própria Universidade Federal de Santa Catarina que faz as avaliações. As outras edificações resultam de um trabalho corpo-a-corpo feito pelos agentes envolvidos no sentido de angariar mais adesões.
AECweb – Com muito esforço do professor Roberto Lamberts, do LabEEE?
Rocha -
 Exatamente, ele foi, tecnicamente, o ator central da regulamentação publicada pelo INMETRO.
AECweb – Há intenção de ampliar a etiquetagem para o segmento residencial?
Rocha
 - A regulamentação residencial está em processo de elaboração e estimo que até o final do ano seja publicada. Esse tempo é necessário porque, uma vez terminada a regulamentação, passamos por uma fase de simulação. Ou seja, o Laboratório de Eficiência Energética em Edificações fará uma série de simulações para avaliar a aplicabilidade da metodologia. Posteriormente, o Inmetro publica a regulamentação para edifícios residenciais.
AECweb – Existe um número ideal em termos de expectativa de economia de energia?
Rocha -
 Os estudos preliminares apontam para uma expectativa de economia de energia em 50% em prédios novos que tenham incorporado, desde a fase de projeto, itens relacionados à eficiência energética. Já para os edifícios existentes e retrofitados, a economia cairá para 30%.


fonte: AECweb

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Materiais Sustentáveis – Conheça os Materiais Verdes Para Sua Construção

Materiais Sustentáveis - Decoração
Há alguns anos vemos todos os dias na TV e nos jornais, notícias sobre a expansão da consciência de que se não cuidarmos do planeta, logo não o teremos mais.
Esta consciência nos leva a buscar diariamente um novo meio de viver, gerando o menor impacto possível ao ambiente. Isto é o que chamamos de desenvolvimento sustentável. Deixar o mundo se desenvolver sem para isto deteriorar o meio ambiente como a humanidade tem feito nos últimos séculos.
Sendo assim, um ponto muito importante do desenvolvimento sustentável está ligado à construção civil. O número de pessoas no planeta cresce constantemente, e mais casas e prédios são necessários. Então, como colocar a construção civil dentro do desenvolvimento sustentável?
A resposta para esta pergunta são os Materiais “Verdes”, que têm sido desenvolvidos nos últimos anos visando o reaproveitamento de materiais que de outra forma se perderiam, além de evitar o uso abusivo de matérias primas não renováveis na construção civil.


Materiais Sustentáveis - Decoração
São vários os materiais “verdes” que podemos usar na construção civil. Eles estão disponíveis para as paredes, pisos, telhados e até para o acabamento e decoração dos imóveis. Já é possível construir uma casa sustentável com facilidade.
Materiais Sustentáveis - Decoração
Seguem abaixo alguns exemplos de materiais verdes para a construção civil:
Blocos de entulho – Blocos feitos a partir de entulhos moídos. Reaproveitam os restos de construções demolidas ou de reformas. Estes podem receber vigas em seu interior ou não.
Materiais Sustentáveis - Madeira Manufaturada
Materiais Sustentáveis - Madeira Manufaturada
Madeira Manufaturada - São tábuas de madeira feitas a partir de serragem e madeiras de construções demolidas e restos de madeira. Diminuindo assim o entulho resultante de construções.
Blocos de pedra – São blocos de pedra mesmo. Podem ser usados em construções no lugar dos blocos comuns.
Madeira certificada – Madeira certificada é madeira extraída legalmente e que muitas vezes vem de árvores plantadas especialmente para este fim.
Telhado Verde – Pode-se colocar uma cobertura vegetal sobre o telhado, o que permite uma melhor regulação da temperatura interna da residência, evitando desperdícios com aquecimento e resfriamento do local. O ecotelhado, como é chamado, consegue absorver grande parte da água das chuvas, o que pode ajudar a evitar enchentes, e, além disso, deixa sua casa muito mais bonita! Mas atenção. Um telhado verde não pode ser feito de qualquer jeito. É necessário escolher bem a planta que será usada e estruturar as camadas de terra que serão substrato para estas plantas. Procure um especialista para planejar seu telhado verde.
Materiais Sustentáveis - Tijolo SustentávelMateriais Sustentáveis - Tijolo Sustentável
Tijolos de Terra – Há basicamente duas opções: paredes estilo pau-a-pique que são feitas com uma mistura de terra argilosa, água e palha que é colocada em uma estrutura de madeira trançada. Estas paredes podem levar reboque e outros acabamentos. A outra opção são os tijolos adobe. Estes tijolos são feitos com terra crua, água e palha. Os tijolos adobe podem inclusive ser feitos no local da obra. Tijolos de terra em geral geram um bom conforto térmico e acústico. Outra opção são os tijolos de terra-cimento ou blocos de terra comprimida, que levam terra, água e um pouco de cimento. Geralmente não precisam de argamassa, e reduzem a utilização de estruturas de ferro na construção.
Muitos dos materiais verdes para construção podem ser preparados no próprio local da construção, artesanalmente. Os que não são assim são encontrados em lojas especializadas neste tipo de materiais para construção.
Devido à preparação artesanal, os tijolos e blocos feitos com terra ou entulhos são muito baratos, sendo gastos neles, somente os valores referentes ao gasto de água e cimento (dependendo do tipo de tijolo). As lojas que os fazem trabalham sob encomenda, e os preços dependem de pedido de orçamento.
Os telhados verdes geralmente são acompanhados de serviço paisagístico pelas lojas que os oferecem e varia em preço dependendo do tipo de planta desejada, clima do local, área desejada, entre outros vários fatores, dependendo também de elaboração de orçamento por parte da loja.
São várias as vantagens de se usar materiais verdes na construção civil. Além dos benefícios ecológicos, há a redução dos gastos, devido à possibilidade de manufatura de grande parte destes materiais, e redução do uso de outros como argamassa e estruturas metálicas. Além disto, os materiais verdes proporcionando melhor isolamento térmico e acústico evitam gastos com estes.
As desvantagens que podemos encontrar ao usar materiais verdes são principalmente devidas à falta de habilidade e vontade dos trabalhadores comuns em utilizar este tipo de material, pois geralmente há uma resistência devido ao hábito de utilizar outros materiais, o que pode resultar em blocos e tijolos mal feitos ou descontentamento por parte dos trabalhadores.
A Utilização de Materiais Verdes na Construção civil e a arquitetura sustentável têm-se mostrado muito proveitosa, como comprovam as experiências recentes dos países desenvolvidos, assim, devemos estimular o uso destes materiais nas construções brasileiras e gerar assim um desenvolvimento sustentável em todas as áreas.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Casas verdes ficarão mais caras




Fonte: Energy Saving Trust - 30.09.2011
Reino Unido - Segundo o co-fundador e diretor de comunicação e sustentabilidade da Sustain Worldwide, Gordon Miller, casas eficientes energeticamente irão aumentar de valor muito mais rápido do que imóveis convencionais e levarão muito mais tempo para serem depreciadas do que as casas existentes. Miller alegou que, como as casas sustentáveis serão mais duráveis, elas se tornarão mais valiosas para os consumidores à medida que as propriedades existentes irão demandar adaptações mais caras e trabalhosas.

Os comentários vieram em resposta ao pedido do Instituto Real de Avaliadores Certificados de que credenciais verdes fossem consideradas no processo de avaliação de uma propriedade. O pedido foi publicado sob a alegação de que algumas características de sustentabilidade podem ter um impacto maior no valor de uma propriedade, e, por isso, tais questões devem ser refletidas.

Casas sustentáveis custam menos para serem construídas porque possuem mais isolamento térmico e necessitam de menos aquecimento e refrigeração artificial, economizando assim energia elétrica, além de serem equipadas com diversos aplicativos de economia de energia

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Empresa italiana desenvolve cimento transparente que poupa energia



O Grupo Italcementi, da Itália, desenvolveu um cimento transparente, que permite a entrada de luz nos edifícios, diminuindo assim os gastos com energia elétrica. 

O pavilhão italiano da Expo Shangai 2010, projetado pelo arquiteto italiano Giampaolo Imbrighi, é o único a possuir a tecnologia por enquanto. A obra utilizou o material em cerca de 40% de sua composição. 


O produto, batizado como i.light, garante a transparência através de um método inovador que mistura cimento e 50 tipos de aditivos de resinas plásticas que possuem aproximadamente de dois a três milímetros de espessura. As propriedades da mistura permitem a ligação de uma matriz de resina plástica em um painel final que combina a robustez típica de materiais cimentícios e a possibilidade de filtrar a luz tanto para dentro, como para fora.


As resinas, se adequadamente inseridas no material de cimento, têm maior transparência do que as fibras ópticas, já utilizadas experimentalmente neste campo. Além disso, o i.light custa muito menos, o que permite a sua aplicação em larga escala. O cimento transparente também oferece maior luminosidade, uma vez que as resinas são capazes de explorar ângulos com maior incidência de luz do que as fibras ópticas.


Essas resinas, que podem ter cores diferentes e interagir tanto com luz artificial como natural, permitem a criação de uma iluminação suave e quente no interior do edifício e outra clara e brilhante do lado de fora. Além disso, o olho humano também é capaz de enxergar imagens e objetos colocados atrás do painel.



A transparência do material é de cerca de 20%. Também foram desenvolvidos painéis semitransparentes, para satisfazer questões arquitetônicas, estes são capazes de transmitir 10% da iluminação ambiente. O material pode ser utilizado em coberturas, fechamentos de fachadas, pisos, escadas, varandas, como divisória de ambientes e na decoração. 

O novo material foi desenvolvido pelo Grupo Italcementi, exclusivamente para o Pavilhão Italiano, o produto é coberto por uma patente. Ainda não existe previsão para comercialização do produto no mercado mundial.

Fonte: Ciclo Vivo

Pois é, de pouco em pouco vão aparecendo mais e mais tecnologias para podermos reverter (ou pelo menos diminuir) a destruição do planeta.

Hehehehe...só tem um tipo de construção que não vai poder usar esse tipo de cimento...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Para onde estamos indo?


O que se tem de positivo na sustentabilidade para a construção civil? A construção civil é, e sempre será uma atividade essencial para a sociedade no geral, é um modo de organizar, criar e manter os espaços urbanos e devolver normalmente para a sociedade como um bem imobiliário, faz com que essa demanda mantenha ativo o crescimento e a transformação das cidades e de sua infraestrutura, dos espaços habitacionais e demais usos urbanos por tais bens terem valor. Abaixo vou colocar alguns dados que encontrei mostrando ou possibilitando uma ideia do poder desse setor e como ele afeta o meio:

-a construção civil mundial demanda 40% da energia e um terço dos recursos naturais;
-emite um terço dos gases de efeito estufa; 
-consome 12% (14% no Brasil) da água potável e produz 40% dos resíduos sólidos urbanos
-contrata mundialmente 10% da mão de obra 
-conjunto das atividades de construção movimenta 10% (9% no Brasil)do PIB global

Venho estudando muito sobre construção sustentável, e tive a seguinte conclusão SUSTENTABILIDADE é um termo atual que se refere a como fazer "menos" errado. O desenvolvimento da construção civil é algo assustador, todo dia vejo novos produtos no mercado, com qualidade de alto nível e acabamentos de grau de excelência, mas a que custo isso é produzido? O que o meio ambiente paga por isso? Não se é possível fazer teste de qualidade de produto e pouquíssimos te entregam uma certificação. No Brasil existem tentativas para minimizar estes impactos, já existem muitas NBRs, incentivos, as ISOs, mas o mercado também já deu sua resposta, alegando que não estão preparados para tais mudanças... enquanto existir quem compra, para que mudar? E a sustentabilidade? Ela está ai para dizer, ei você está fazendo isso errado...

Uma breve reflexão que tenho é que as pessoas  perderam rumo do desenvolvimento e nem vou colocar especifico a construção civil.  Vejo uma grande falta de noção ou respeito próprio/próximo que o filho dele daqui há alguns anos poderá estar passando sede e que o próprio pai contribuiu para isso. O mundo está mudando, todo dia vejo nas mídias pessoas reclamando do calor... mas ninguém para e pensa que tudo está relacionado ao modo de vida do mundo de hoje... nosso bioma é um ciclo e este ciclo deve ser respeitado.

Vou postar abaixo uma noticia de hoje lá da Bolívia sobre essa nova ideia de construção sustentável:


Bolívia - É urgente, necessário e possível optar por uma arquitetura sustentável no projeto e construção da Bolívia, assim como começam a fazer outros países da América Latina. Este foi o tema principal do seminário internacional Kanata 2011 "O design e as novas tecnologias", onde profissionais com destaque compartilharam com os participantes sistemas informacionais, estratégias e designs destinados à economia de energia tanto no processo de edificação como no uso de materiais, e o estilo de vida de seus ocupantes.O representante da Natural Intelligence, Christian Stalberg, destacou o potencial de Cochabamba por ter um clima temperado que favorece um design com muita iluminação natural. Também enfatizou o uso de materiais importantes, tais como pedra e madeira, que servem como energia natural.

A diretora da Escola de Arquitetura da Universidade Mayor de San Simon, Patricia Dueri, notou a possibilidade de chamar a atenção às novas tecnologias através de sistemas de informática que estão disponíveis gratuitamente para os profissionais, que encaram como um desafio melhorar as cidades bolivianas e permitir novas tecnologias nos projetos de arquitetura e urbanismo. 
Fonte: Opinión

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mercado da Construção Civil & Sustentabilidade



Artigo: Profa.Dra. Sasquia Obata 

Sabe-se que a cadeia produtiva das construções somente é impulsionada pela vontade dos empresários e suas ações empreendedoras, contudo esta mesma cadeia produtiva somente continuará “muito bem ativa” se estas ações contribuírem para as bases da sustentabilidade, proporcionando o equilíbrio sócio – econômico – ambiental.

Algo muito certo entre os empreendedores são as responsabilidades do capital e o seu retorno financeiro tendo como produto a construção, mas:

• A fase das construções comuns, tem uma duração em média de 1 a 2 anos, e este setor consome de 45 a 75% dos recursos naturais e produz as maiores emissões de gases do efeito estufa, cerca de 60% do total que correspondente a 1,5 vezes as emissões da fase de uso e ocupação.
• Na fase de uso e ocupação das construções, são notados os maiores custos e consumo de recursos como água, energia, percepção do desempenho e conforto do ambiente, além dos custos para as manutenções, representando cerca de 80% do total do custo da construção considerando a sua vida útil. Quanto às emissões de gases de efeito estufa, esta fase, corresponde a 40% das emissões totais.

Hoje no mercado, é muito comum, utilizar as estratégias na fase de construção, através de ações simples como os destinos de resíduos e reciclagens de materiais, origem dos materiais, racionalizações, etc., que impactam diretamente no bolso e no retorno mais que imediato do capital, isto é visível e sensível.

Mas deve-se ter a sensibilização e aculturamento do empresariado e dos participantes da cadeia produtiva no investimento de obras e projetos com pegadas sustentáveis ou mesmo que busquem as certificações sustentáveis, uma vez que isto possibilita, caso a construção seja de sua operacionalização ou de uso corporativo, o retorno dos investimentos em projetos integrados, sistêmicos e com certificações, entre 3 a 4 anos, já o retorno financeiro em uso e operação da construção é superior a aplicações financeiras devido as reduções de consumos de água, energia e manutenções, ficando em torno de 2 a 3,8% ao mês.

Por outro lado se a empresa construtora somente comercializa o seu produto no mercado, deve analisar seu papel na adoção de pegadas sustentáveis como diferencial de imagem e marketing. Mas, caso o par, imagem & marketing, não seja seu objetivo imediato, terá que analisar sua responsabilidade na oferta de um produto melhor e com menos impactos ao meio ambiente, qual sua colaboração para a redução dos custos de uso e ocupação, para que seus clientes e o meio ambiente não tenham que arcar com este ônus, além do fato dos recursos naturais utilizados nas suas construções serem finitos.

Portanto esta ação de tornar as construções com maiores pegadas sustentáveis depende da decisão e participação dos empresários e empreendedores, pois, os clientes e compradores, em quase toda a sua totalidade, desconhecem ou são inconscientes destes impactos, são somente usuários, não são da área da construção e sabem tão somente que estão adquirindo um bem durável e entendem a construção simplesmente como o seu lar, o seu escritório, o seu edifício, a sua morada, e não possuem os comparativos de custos entre uma construção com concepções sustentáveis e as construções comuns. De modo lúdico, trata-se de brincar de esconde-esconde, quando se tem o conhecimento dos diferenciais de projetos bem resolvidos e seu usuário não enxerga os custos e consumos elevados que estarão diluídos durante todo o ciclo de vida da construção.

Mas todo este encargo de tornar as construções melhores não recai somente nas empresas e empreendedores atuantes no mercado, pois este mercado é predatório, competitivo, no qual a engenharia de valor está muito mais para redução de custos e retornos financeiros, ficando muito distante a análise de se aplicar e investir em sustentabilidade e certificações (o dilema sustentável financeiro: se ou outro está lucrando assim, não vou lucrar também? Vou deixar de lucrar mais? Vou perder mercado?).

Portanto, há que ter um sistema regulatório, que é a responsabilidade do lado governamental, na busca e cobrança para a sustentabilidade das construções, tendo as legislações neste embate, de fazer vingar exigências e normas que balizam as aplicações sustentáveis nas construções.

A referência disto são os países em que as certificações estão consolidadas, onde o não fazer uma obra com aplicações sustentáveis implica na não aprovação do projeto no órgão governamental ou no órgão regulador, representando algo mal projetado e com concepção incorreta, nestes países a certificação sustentável é só mais um diferencial.

Retornando ao lado empresarial e enquanto temos que aguardar novos planos diretores, revisões de códigos com parâmetros de sustentabilidade, situação esta um pouco distante e de resultado moroso, cabe pensar no capital conhecimento e inteligência corporativa, e se as empresas neste tempo saberão aproveitar a oportunidade para formar equipes consistentes e especializadas nesta área, criando a sua própria cultura em sustentabilidade nas construções, ou ficará na espera das cobranças para correr atrás do prejuízo com consultorias e treinamentos pesados e simples absorção de técnicas.
Em sendo assim, entende-se que o empresariado deve buscar a formação de seus colaboradores em construções com sustentabilidade, especializando-os, como o primeiro passo (é sabido que ensino superior habilita os profissionais de forma ampla, mas não especificamente em construções sustentáveis) para praticar e caminhar de modo crescente a ponto de se tornar vantagem competitiva e diferencial. Pode-se predizer que aos primeiros aderentes na formação de seu capital intelectual em construções sustentáveis, estarão prontos e mais que habilitados para praticarem sem grandes transtornos as ações sustentáveis nas construções quando do liminar das cobranças tanto mercadológica, éticas, morais e governamentais.

Adiciono ainda a seguinte condição de operacionalização perante o mercado e partindo do pressuposto de formar especialistas da própria empresa como o caminho ideal, para que as transições e mudanças se façam segundo a cultura da empresa e para que possam executar construções com pegadas sustentáveis ao seu melhor ritmo, pois atualmente o mercado possui poucos profissionais habilitados e consultores, razão exposta sobre a formação geral dos profissionais atuantes.

A conjuntura atual das construções sustentáveis é equivalente a introdução de qualquer nova demanda, como foram as certificações de qualidade e que hoje são tão comuns, as ISOs, assim como a época em que
as tecnologias de recuperações das construções tinham que contar com uma empresa construtora, uma projetista e uma empresa consultora para assistir as novas considerações e tecnologias aplicadas. Deste cenário pode-se extrair que as primeiras empresas que aderiam culturalmente a demanda, puderam se expor “na vitrine de inovadores e destaque no mercado”, com inteligência corporativa consolidada, já as outras correram atrás das exigências e prejuízos de não serem.

Como o mercado construtivo está incipiente em aplicações de sustentabilidade, são indicadas para o nível estratégico empresarial as especializações em gestões para sustentabilidade, que são em si releituras de ações estratégicas aplicadas neste sentido, mas a questão é como fazer a gestão, como gerenciar e gestar as ações se ao mesmo tempo não se tem nas empresas profissionais habilitados em sustentabilidades das construções, não se tem especialistas plenos. Portanto é preciso criar a base de profissionais e esta infraestrutura intelectual para que o staff empresarial opere com as abordagens específicas ou generalistas de gestões (podem ser adaptações de enfoques estratégicos comuns ou de fato serem adaptações estratégicas às construções).

Finalmente cabe salientar que gestar e realizar a gestão sem ter as bases das melhores referências e melhores práticas de sustentabilidade no setor construtivo, é infelizmente querer pular uma etapa ou desconhecer o que pode ser considerado já como história e ter que repetir esta etapa com estudos adicionais.

Fico a disposição para uma conversa sobre ações sustentáveis nas construções.


Profa. Dra. Sasquia Hizuru Obata 
Docente da FAAP e Universidade Cruzeiro do Sul 
Consultora em Sustentabilidade nas Construções 
Coordenadora do Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu em Construções Sustentáveis da FAAP 
sasquia@terra.com.br ou sasquia.obata@gmail.com 
tel:             (11) 8162-7656