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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Casas verdes ficarão mais caras




Fonte: Energy Saving Trust - 30.09.2011
Reino Unido - Segundo o co-fundador e diretor de comunicação e sustentabilidade da Sustain Worldwide, Gordon Miller, casas eficientes energeticamente irão aumentar de valor muito mais rápido do que imóveis convencionais e levarão muito mais tempo para serem depreciadas do que as casas existentes. Miller alegou que, como as casas sustentáveis serão mais duráveis, elas se tornarão mais valiosas para os consumidores à medida que as propriedades existentes irão demandar adaptações mais caras e trabalhosas.

Os comentários vieram em resposta ao pedido do Instituto Real de Avaliadores Certificados de que credenciais verdes fossem consideradas no processo de avaliação de uma propriedade. O pedido foi publicado sob a alegação de que algumas características de sustentabilidade podem ter um impacto maior no valor de uma propriedade, e, por isso, tais questões devem ser refletidas.

Casas sustentáveis custam menos para serem construídas porque possuem mais isolamento térmico e necessitam de menos aquecimento e refrigeração artificial, economizando assim energia elétrica, além de serem equipadas com diversos aplicativos de economia de energia

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Para onde estamos indo?


O que se tem de positivo na sustentabilidade para a construção civil? A construção civil é, e sempre será uma atividade essencial para a sociedade no geral, é um modo de organizar, criar e manter os espaços urbanos e devolver normalmente para a sociedade como um bem imobiliário, faz com que essa demanda mantenha ativo o crescimento e a transformação das cidades e de sua infraestrutura, dos espaços habitacionais e demais usos urbanos por tais bens terem valor. Abaixo vou colocar alguns dados que encontrei mostrando ou possibilitando uma ideia do poder desse setor e como ele afeta o meio:

-a construção civil mundial demanda 40% da energia e um terço dos recursos naturais;
-emite um terço dos gases de efeito estufa; 
-consome 12% (14% no Brasil) da água potável e produz 40% dos resíduos sólidos urbanos
-contrata mundialmente 10% da mão de obra 
-conjunto das atividades de construção movimenta 10% (9% no Brasil)do PIB global

Venho estudando muito sobre construção sustentável, e tive a seguinte conclusão SUSTENTABILIDADE é um termo atual que se refere a como fazer "menos" errado. O desenvolvimento da construção civil é algo assustador, todo dia vejo novos produtos no mercado, com qualidade de alto nível e acabamentos de grau de excelência, mas a que custo isso é produzido? O que o meio ambiente paga por isso? Não se é possível fazer teste de qualidade de produto e pouquíssimos te entregam uma certificação. No Brasil existem tentativas para minimizar estes impactos, já existem muitas NBRs, incentivos, as ISOs, mas o mercado também já deu sua resposta, alegando que não estão preparados para tais mudanças... enquanto existir quem compra, para que mudar? E a sustentabilidade? Ela está ai para dizer, ei você está fazendo isso errado...

Uma breve reflexão que tenho é que as pessoas  perderam rumo do desenvolvimento e nem vou colocar especifico a construção civil.  Vejo uma grande falta de noção ou respeito próprio/próximo que o filho dele daqui há alguns anos poderá estar passando sede e que o próprio pai contribuiu para isso. O mundo está mudando, todo dia vejo nas mídias pessoas reclamando do calor... mas ninguém para e pensa que tudo está relacionado ao modo de vida do mundo de hoje... nosso bioma é um ciclo e este ciclo deve ser respeitado.

Vou postar abaixo uma noticia de hoje lá da Bolívia sobre essa nova ideia de construção sustentável:


Bolívia - É urgente, necessário e possível optar por uma arquitetura sustentável no projeto e construção da Bolívia, assim como começam a fazer outros países da América Latina. Este foi o tema principal do seminário internacional Kanata 2011 "O design e as novas tecnologias", onde profissionais com destaque compartilharam com os participantes sistemas informacionais, estratégias e designs destinados à economia de energia tanto no processo de edificação como no uso de materiais, e o estilo de vida de seus ocupantes.O representante da Natural Intelligence, Christian Stalberg, destacou o potencial de Cochabamba por ter um clima temperado que favorece um design com muita iluminação natural. Também enfatizou o uso de materiais importantes, tais como pedra e madeira, que servem como energia natural.

A diretora da Escola de Arquitetura da Universidade Mayor de San Simon, Patricia Dueri, notou a possibilidade de chamar a atenção às novas tecnologias através de sistemas de informática que estão disponíveis gratuitamente para os profissionais, que encaram como um desafio melhorar as cidades bolivianas e permitir novas tecnologias nos projetos de arquitetura e urbanismo. 
Fonte: Opinión

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Quem participa de grupos de carona no trabalho ou na faculdade ajuda a diminuir o número de carros nas ruas (e os níveis de poluição do ar)

Estávamos nessa quarta-feira, dia 10 de Agosto, eu (@lanymiwa) e Takashi Igarashi (@tanascaixa)assistindo a aula sobre Sustentabilidade Social e Ambiental.

Nesta aula, dividimos a turma em 4 grupos, cada qual com o seu problema social para ser debatido. Os temas eram: o trânsito caótico do DF, e a poulição que isso traz; o adensamento populacional de Águas Claras, uma RA do DF, que hoje chega a ser um dos maiores canteiros de obras da América Latina; o aquecimento global e as formas de energias renováveis aplicáveis no DF; e por último a alimentação da população que leva a obesidade.

Nosso grupo pegou o problema do transporte.
Uma das melhores maneiras de diminuir o número de carros, não só aqui no DF, onde tudo é um pouco distante, mas em qualquer lugar do mundo é uma prática que já vem sendo adotada por muitas pessoas : a CARONA SOLIDÁRIA.

A meu ver, 'solidária' seria´, não só como uma caridade para com o próximo de oferecer a carona, mas principalmente a solidariedade praticada para com o meio ambiente. Vamos adotar essa idéia!



Ok... Agora levando a sério.
Aqui, vou publicar uma matéria bem legal sobre isso que li no site do Planeta Sustentável. Aproveitem!

Um a menos
VAMOS JUNTOS? Desde o ano passado, cerca de 600 funcionários do banco Santander não tiram mais o carro de casa sem antes perguntar aonde os outros 599 estão indo. No sistema de carona solidária criado pela empresa, quem quer participar se cadastra em um site, diz seu endereço e recebe uma lista de contatos de colegas que moram por perto - e que podem dar (ou receber) carona.

Uma iniciativa parecida é o site Unicaronas, que soma mais de 5 mil usuários de universidades paulistas. Ali dá para ver quem oferece o trajeto de que você precisa e checar a "reputação" dos colegas para evitar quem fura ou se atrasa muito. Já o site Caronetas, lançado em maio, gerencia projetos de caronas das empresas que se associam a ele - como o Banco do Brasil e a seguradora Mapfre.

O SEU ESQUEMA
Se a sua empresa ou faculdade não participa desses projetos, você pode criar seu próprio sistema com base em grupos de e-mail - usando o Google ou o Yahoo, por exemplo. Quem se interessa adere ao grupo e é notificado cada vez que alguém informa seu trajeto ou pede carona. O custo da viagem (combustível e pedágios) deve ser dividido entre os ocupantes do carro - e o espaço no porta-malas também. O grupo A Barca, que liga mineiros que transitam entre São Paulo e Minas Gerais, funciona desse jeito desde 2001. E, como os destinos são sempre os mesmos, já existe até uma tabela de preços determinada pelo número de pessoas envolvidas. É supersimples de organizar!

POR QUE ADERIR Cada vez que você dá carona a alguém que também tem carro (ou pega carona com essa pessoa), está contribuindo para que um veículo a menos saia à rua. Por que isso é legal? Veja só:

• Carros poluem. E poluição mata. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo divulgada neste ano concluiu que 4 mil pessoas morrem anualmente na capital paulista por problemas decorrentes da poluição do ar - 80% dela causada pelos veículos.
• Carros são caros. Uma pessoa que roda mil quilômetros por mês (em um veículo que circula por 10 quilômetros com 1 litro de gasolina) gasta mais de R$ 3 000 anuais. Isso sem contra os impostos e a manutenção.
• Carros precisam ser estacionados. E vagas de estacionamento são um item em extinção nas grandes cidades...


Então... O que acham dessa idéia??


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Publicação sugere condutas sustentáveis para setor imobiliário residencial


De que forma o setor imobiliário pode vir a aplicar os princípios básicos da sustentabilidade? Foi para ajudar o segmento vinculado à construção civil a responder esta pergunta que o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) lançou na terça-feira, 19 de julho, o caderno de Condutas de Sustentabilidade no Setor Imobiliário Residencial, em parceria com o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS).

A proposta da publicação é oferecer elementos que, uma vez conhecidos e entendidos, tragam todas as atividades para o necessário alinhamento sobre o que é e como praticar sustentabilidade, ao promover a adoção de condutas adequadas. Na avaliação do vice-presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, faltava um entendimento mais amplo do que é sustentabilidade no setor imobiliário, e como é possível atuar dentro de seus princípios básicos.

“Sem conhecimento, não há conscientização, e sem consciência, não há atitude. Por isso, a vice-presidência de Sustentabilidade do Secovi-SP decidiu atuar na base, ou seja, fornecer aos segmentos que integram o setor imobiliário fundamentos, diretrizes e conceitos”, destacou Bernardes durante o evento de lançamento do caderno, que ainda contou com a presença do secretário municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Jorge.

De acordo com o presidente do CBCS, Marcelo Takaoka, a demanda por prédios “verdes” registra aumento e o setor da construção civil tem a oportunidade de trabalhar em harmonia com as diretrizes da sustentabilidade, além de gerar negócios com eficiência e racionalidade de recursos naturais.

“A ONU entende que uma das formas de trabalhar a sustentabilidade na economia verde é por meio do mercado imobiliário. As corporações querem se instalar em edifícios ‘verdes’ porque sabem dos seus benefícios. A construção de um prédio nesses moldes é mais caro em cerca de 7%, mas oferece um retorno de longo prazo, inclusive redução nos custos fixos de consumo e de manutenção”, observou Takaoka, ao lembrar que o menor gasto de energia em um prédio traduz-se, por exemplo, em uma taxa de condomínio mais barata.

Metodologia da publicação

Os conceitos da publicação foram elencados constituindo 40 condutas que englobam quesitos como empresa, espaço urbano e desenvolvimento do empreendimento. A leitura dos três conjuntos de condutas: Condutas da Empresa, Condutas na Análise Urbana e Condutas no Empreendimento, busca contribuir para a compreensão da sustentabilidade envolvida no negócio imobiliário.

Os autores do caderno deixam claro que o objetivo do conteúdo não é apresentar um manual ou guia, mas esclarecer e orientar de forma simples e direta, por meio de um elenco de condutas que, uma vez observadas, vão nortear decisões e práticas. "Inserir aspectos de sustentabilidade nos empreendimentos imobiliários e saber comunicá-los pode trazer muitos benefícios aos seus empreendedores, entre eles melhores resultados econômicos, valorização da imagem corporativa e diferenciais competitivos. Ainda, menores riscos empresariais, alcançados por meio da concepção e implantação de produtos mais eficientes que elevam a qualidade de vida para seus usuários e reduzem gastos com o uso e manutenção do imóvel", justifica a publicação.


fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/julho/publicacao-sugere-condutas-sustentaveis-para-setor#ixzz1TWb8LQMx